IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina

APROEX - Nº 01/2015 - APROEX - Nº 01/2015

Este edital não possui texto de chamada.



UNIDADE CONTINENTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E RELAÇÕES EXTERNAS


APROEX – Nº 01/2015/PROEX







PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO A PROJETOS DE EXTENSÃO DO IFSC





EXECUÇÃO:10 DE Março DE 2015 A 10 de AGOSTO DE 2015.


Em consonância com a Lei número 11.892 de 29 de dezembro de 2008, no artigo 7o, inciso IV e a Resolução Normativa número 20 de 20 de maio de 2013 do Conselho Superior, a Reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa CatarinaIFSC, Profª. Maria Clara Kaschny Schneider, no uso de suas atribuições legais, torna público o lançamento do Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão, de acordo com as disposições deste Edital.



1. PREÂMBULO

O Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão apoia as atividades de extensão, regulamentadas pela Resolução número 27 de 11 de julho de 214 do Colegiado e Ensino, Pesquisa e Extensão, com ênfase em atividades acadêmicas que contribuam para o acesso ao saber e a diminuição das desigualdades sociais, bem como ao fortalecimento da Extensão como atividade institucional.



2. OBJETIVOS

O presente Edital tem por objetivo:

2.1 Fomentar as atividades de extensão no IFSC, articuladas com o ensino e a pesquisa, a serem desenvolvidas de 10 de março de 2015 a 10 de agosto de 2015, oportunizando a participação da comunidade acadêmica no desenvolvimento de projetos de extensão com aporte de recursos institucionais por meio do Apoio a Bolsas de Extensão.

2.2 Consolidar e institucionalizar as atividades de Extensão no âmbito dos Câmpus do IFSC.

2.3 Contribuir para a formação profissional, cidadã e crítica dos alunos.

2.4 Estimular a produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científico, tecnológico, cultural, artístico e desportivo.

2.5 Estimular o desenvolvimento de atividades de extensão que contribuam para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.



3. ÁREAS TEMÁTICAS DE EXTENSÃO

No âmbito deste edital serão consideradas atividades de extensão passíveis de apoio os projetos que tenham vínculo direto com a comunidade externa e que sejam desenvolvidos nas seguintes áreas temáticas estabelecidas pela Política Nacional de Extensão:


3.1 Comunicação

3.2 Cultura

3.3 Direitos Humanos e Justiça

3.4 Educação

3.5 Meio Ambiente

3.6 Saúde

3.7 Tecnologia e Produção

3.8 Trabalho



4. ABRANGÊNCIA

A abrangência a que se refere este edital está vinculada as Linhas e Temáticas de Extensão discriminadas no Anexo 01 deste Edital.



5. PROPONENTE

5.1 Poderão ser proponentes os servidores (docentes e técnico-administrativos) que fazem parte do quadro permanente do IFSC, com projetos aprovados no câmpus em que estão vinculados (CERES, Departamento de Ensino Pesquisa e Extensão, Direção), sem pendências nos projetos de extensão no ano de 2014 na Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas.

5.2 Cada servidor poderá concorrer como coordenador de apenas um projeto, solicitando bolsa apoio ao servidor, não estando impedido de participar de outras propostas como coordenador solicitando somente apoio para alunos ou como membro da equipe.



6. APOIO CONCEDIDO E VIGÊNCIA DAS BOLSAS

6.1 Dos recursos: Os recursos desse Edital contemplarão 35 (trinta e cinco) bolsas para coordenador do projeto e 70 (setenta) bolsas para alunos extensionistas por um período de 5 meses. Em cada projeto poderão ser solicitados, no máximo, 2 (dois) alunos extensionistas.

6.2 Para o coordenador do projeto: O coordenador do projeto contemplado poderá receber apoio por meio de uma (1) bolsa no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) por mês, durante 5 meses.

6.2.1 O apoio de R$ 600,00 (seiscentos reais) subsidiará o desenvolvimento das atividades que constam no projeto de extensão para o alcance das metas e objetivos propostos.

6.3 Para os alunos extensionistas: Os alunos dos projetos aprovados receberão apoio por meio de uma (01) bolsa de extensão, no valor de R$ 400,00 (quatrocentos reais), durante 05 meses, para apoiar as atividades previstas no projeto.

6.4 As bolsas a que esse edital se refere serão disponibilizadas em conformidade com a disponibilidade orçamentário-financeira.



7. REQUISITOS E OBRIGAÇÕES DO SERVIDOR COORDENADOR E DO ALUNO BOLSISTA

7.1 Do coordenador do projeto:

a. Ser servidor efetivo (docente ou técnico administrativo) do IFSC, sem vínculo empregatício com outra Instituição, e ter currículo Lattes atualizado.

b. Não ser ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC.

c. O coordenador do projeto não poderá ser lotado na Diretoria de Extensão vinculada a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas.

d. Dispor de carga horária para orientar o(s) aluno(s) extensionista(s) no desenvolvimento das atividades de extensão.

e. Encaminhar a/ao Coordenador/a de Extensão e Relações Externas do câmpus (CERE) os documentos solicitados pela Diretoria de Extensão, quando da aprovação do projeto, para a implementação das bolsas.

f. Gerenciar o andamento do projeto de extensão cumprindo critérios e cronograma estabelecidos no edital e as metas do projeto.

g. Encaminhar à/ao CERE mensalmente a ficha de acompanhamento do projeto indicando todas as atividades desenvolvidas, relatando possíveis alterações durante a sua execução e solicitar, quando necessário, a troca de bolsistas conforme procedimentos estabelecidos pela PROEX. O calendário de acompanhamento está descrito no Anexo 02.

h. Não ter pendências com a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas no ano de 2014.

i. Encaminhar trabalho para ser apresentado no SEPEI de 2015 organizado pelo IFSC, de acordo com os critérios definidos pelo evento. O não encaminhamento e apresentação do mesmo será considerada uma pendência junto a PROEX, comprometendo a participação em editais no ano subsequente ao evento.

j. Identificar nos trabalhos apresentados e publicados, o apoio concedido pelo IFSC: PROJETO APOIADO COM RECURSOS DO IFSC / APROEX.

k. Encaminhar trabalhos de extensão para serem apresentados no SEURS e organizar a participação dos alunos no evento.

l. Registrar por meio de fotos, vídeos e outros, as atividades desenvolvidas no projeto.

m. Concluído o projeto de extensão, o coordenador, junto ao(s) aluno(s) extensionista(s) do projeto, deverá encaminhar o relatório final das atividades, conforme modelo disponibilizado pelo sistema sigproj, e relato de experiência, de acordo com o modelo do anexo 04.

n. Encaminhar à/ao CERE:

o. A equipe executora deverá ser composta por no mínimo um docente para orientação do aluno bolsista, caso o coordenador do projeto seja técnico administrativo.



7.2. Do aluno candidato à bolsa de Extensão:

  1. Ser aluno regularmente matriculado em cursos do IFSC.

  2. Dispor de carga horária para o desenvolvimento das atividades de extensão.

  3. Não possuir vínculo empregatício e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou de qualquer outra Instituição.

  4. Participar presencialmente do SEPEI e de eventos internos e externos de divulgação da extensão de acordo com a demanda institucional.

  5. Executar o projeto cumprindo o cronograma estabelecido e suas metas.

  6. Seguir os procedimentos estabelecidos pelo IFSC para o pagamento das bolsas.

  7. Preenche, juntamente ao coordenador do projeto, a ficha de acompanhamento conforme item 12.3 do edital.



8. ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS

8.1 As propostas deverão ser elaboradas seguindo as diretrizes:


8.1.1. Natureza acadêmica:


INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃOcaracterizada pela integração da ação extensionista à formação técnica e cidadã do estudante. Promover, desenvolver e difundir os conhecimentos científicos e tecnológicos. Projetos desenvolvidos a partir do resultado de estudos sistemáticos (pesquisas – conhecimento) do contexto sócio-econômico-cultural da comunidade cujas aspirações se pretende atender. Aplicação dos resultados na pesquisa científica e tecnológica na sociedade ou que as atividades desenvolvidas na sociedade subsidiem o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas que impactem no desenvolvimento regional.

INTERDISCIPLINARIDADE - caracterizada por trocas entre áreas de conhecimento, interação de modelos e conceitos complementares, além da integração de metodologias, instrumentos e técnicas para uma consistência teórica e operacional que estrutura o trabalho coletivo.

IMPACTO NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTEcaracterizado pela contribuição à formação técnico-científica, pessoal e social dos estudantes, explicitada em um plano de trabalho que contenha as ações que serão desenvolvidas pelos estudantes durante a execução do projeto.

CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE PUBLICAÇÕES E PRODUTOS DE EXTENSAOcaracterizado pela elaboração de produtos que sejam resultantes das ações dos programas e projetos.


8.1.2. Relação com a sociedade:


IMPACTO SOCIAL, AMBIENTAL E/OU ECONÔMICOcaracterizado pela ação transformadora sobre os problemas sociais; contribuição à inclusão de grupos sociais; desenvolvimento de meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimento; ampliação de oportunidades educacionais e do acesso a processos de formação e qualificação; contribuição na formulação, implementação e acompanhamento das políticas públicas prioritárias ao desenvolvimento local, regional e nacional em articulação com o mundo do trabalho contribuindo para o alcance das metas dos objetivos de desenvolvimento do milênio (ODM).

RELAÇÃO DIALÓGICA COM OS DEMAIS SETORES DA SOCIEDADEcaracterizada pela interação e intercâmbio do conhecimento, experiências, tecnologias, metodologias acumulados no IFSC com instituições e organizações; desenvolvimento de parcerias institucionais internas e externas ao IFSC.

RELAÇÃO COM OS OBJETIVOS DO MILÊNIO - as metas do milênio foram estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, com o apoio de 191 nações, e ficaram conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). São eles:

1 - Acabar com a fome e a miséria

2 - Oferecer educação básica de qualidade para todos

3 - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

4 - Reduzir a mortalidade infantil

5 - Melhorar a saúde das gestantes

6 - Combater a Aids, a malária e outras doenças

7 - Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

8- Estabelecer parcerias para o desenvolvimento

Visando alinhar e potencializar as ações do IFSC em prol dos ODM, o projeto deve explicitar como contribui para os objetivos do milênio na justificativa do projeto.

8.2 Estruturação da proposta:

A proposta do projeto deverá conter:

a. Descrição da justificativa contemplando a motivação da proposta e relação com ODM, se houver.

b. Relação ensino, pesquisa e extensão explicitada pela importância das ações do projeto para a formação integral do aluno bolsista, relação do projeto com os cursos ofertados pelos câmpus, difusão de conhecimentos e metodologias, e relação com trabalhos de pesquisa desenvolvidos pela equipe executora.

b. Clareza e precisão dos objetivos definidos;

c. Descrição dos procedimentos metodológicos, de forma precisa, atendendo aos objetivos definidos e possibilitando a avaliação da viabilidade do projeto.

d. Indicação do público-alvo e do número de pessoas diretamente beneficiadas;

e. Cronograma de execução detalhado em conformidade com o tempo de execução previsto nesse edital;

f. Descrição dos critérios que serão avaliados por parte do público atendido e pela equipe executora do projeto, assim como a forma de sistematização da avaliação;

g. Elaboração do plano de trabalho de cada bolsista descrevendo as atividades que serão realizadas de acordo com o cronograma proposto, segundo modelo disponível no anexo 05 desse edital;

h. Detalhamento da infraestrutura existente para a execução da proposta.

i. Apresentação de carta de anuência de instituição parceira de acordo com o modelo do anexo 06 desse edital.



9. SUBMISSÃO



9.1 As propostas deverão ser cadastradas na internet por meio do uso da plataforma eletrônica Sigproj, disponibilizada no endereço http://sigproj.mec.gov.br.

9.2 A folha de pareceres (anexo 07) deverá ser impressa e assinada pelo coordenador de extensão do câmpus, pela chefia imediata, pelo chefe de ensino e pelo diretor do câmpus e enviada via plataforma eletrônica no campo específico.

9.2 A submissão dos projetos de extensão deve acompanhar os prazos estabelecidos no calendário, levando em consideração:

9.2.1 Projetos de extensão com execução até agosto de 2015;

9.2.2 Projetos com duração de 5 (cinco) meses;

9.2.3 Atendimento da normatização das atividades de extensão no IFSC. No caso de curso de extensão, encaminhar a resolução de aprovação de curso pelo CEPE;

9.2.4 Público alvo composto pela comunidade externa;

9.2.5 Participação de aluno extensionista, conforme critérios estabelecidos pelo item 7 desse edital;

9.2.6 O projeto não pode estar sendo apoiado por outros editais da Reitoria do IFSC;

9.2.7 A relação com o desenvolvimento de atividades de pesquisa e ensino;

9.2.8 A previsão do impacto social para a comunidade externa do IFSC;

9.2.9 O não atendimento dos itens acima poderá desclassificar a proposta, conforme os critérios de pontuação definidos no item 10 deste edital;

9.3 É obrigatório o envio via formulário eletrônico até as 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, do dia 17 de dezembro de 2014, conforme o calendário do presente Edital. A data do envio registrada pelo sistema servirá como comprovante ao atendimento deste requisito.

9.4 A Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas não se responsabiliza por propostas de projetos não recebidas em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamento nas linhas de comunicação nem por documentos corrompidos.



10 ANÁLISE E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS



10.1 A seleção das propostas será efetuada por avaliadores previamente cadastrados pela Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, e que não tenham solicitado apoio neste edital como coordenador.

10.2 A avaliação será realizada seguindo as seguintes etapas: análise documental (eliminatória), análise do mérito da proposta (eliminatória) e análise do mérito do coordenador.

10.3 O Edital prevê apenas apoio financeiro por meio de bolsas de Extensão a projetos que apresentem viabilidade de infraestrutura, recursos humanos e tempo hábil para o seu desenvolvimento.

10.4 As propostas serão analisadas segundo os critérios constantes no quadro a seguir:

Quesitos

Item Edital

1.Atendimento a área e linha de extensão

3 e 4

2.Caracterização do público-alvo

8.2

3.Plano de trabalho do bolsista

8.2

4. Anuência do(s) câmpus(s)*

8.2

5. Experiência do coordenador em projetos de extensão

*

6. Experiência do coordenador na divulgação científica/de trabalhos de Extensão

*

7. Justificativa da proposta

8.2

8. Relação com o Ensino e a Pesquisa

8.2

9. Objetivos

8.2

10. Metodologia

8.2

11. Promoção de ações em prol dos Objetivos do Milênio

8.1 e 8.2

12. Acompanhamento e Avaliação

8.2

13. Avaliação do Plano de trabalho bolsistas

8.2

14. Viabilidade de execução

8.2

15. Parceiros externos (instituições de ensino, empresas, associações, outros órgãos estaduais e municipais) comprovado por meio de carta de anuência.

8.2

* A experiência do coordenador será analisada conforme dados extraídos do currículo Lattes.


10.5 Será desclassificada do resultado provisório a proposta que não atender ao quesito 1,2, 3 e 4 do item 10.4.


10.6 A pontuação da proposta (P) será o resultado da soma das notas atribuídas multiplicada pelos respectivos pesos, expressa por P = Σ (n . p), conforme Anexo 03, onde:

P = pontuação final da proposta;

n = nota do quesito;

p = peso do quesito.


11. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS E PEDIDOS DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS

11.1 O julgamento e a classificação provisória e final são atos exclusivos da Comissão de Avaliação que, em consequência, reserva-se o direito de desclassificar as propostas em desacordo com este edital ou ainda, que se revelarem manifestamente inexequíveis.

11.2 Em caso de empate na pontuação provisória e final será considerada a maior pontuação obtida nos seguintes quesitos, obedecida à ordem de prioridade estabelecida:

a. Mérito do projeto;

b. Análise do Currículo Lattes.

c. Impacto do projeto medido pelo critério quantitativo do público externo atendido pela proposta.

11.3. Os resultados (preliminar e final) do julgamento das solicitações de bolsas serão divulgados no site da EXTENSÃO.

11.4. Será admitido recurso contra o resultado provisório, que deverá vir assinado pelo coordenador da proposta.

11.4.1 O recurso após assinado deverá ser escaneadoem formato PDFe anexado à mensagem eletrônica.

11.4.2 O recurso deverá ser remetido para o endereço eletrônico aproex@ifsc.edu.br com o seguinte título para o campo assunto: RECURSO CONTRA O RESULTADO PROVISÓRIO DO EDITAL APROEX 01/2015.

11.4.3 Os recursos devem ser enviados até às 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, da data limite da interposição de recursos (item 15).

11.5 A decisão dos recursos será dada a conhecer, coletivamente, por meio de divulgação do resultado final a ser publicado no site da EXTENSÃO.

11.6 A Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas não se responsabiliza por recursos não recebidos em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamento nas linhas de comunicação nem por documentos corrompidos.



12. DA EXECUÇÃO:

12.1 Após divulgação do resultado deste edital, os coordenadores deverão encaminhar à/ao CERE do câmpus a documentação necessárias para implementação da bolsa e do seguro (termo de compromisso e atestado de matrícula do aluno bolsista, termo de adesão ao voluntariado, termo de compromisso do coordenador do projeto, e folha de parecer devidamente assinada de acordo com os anexos 07 a 10) conforme prazo estabelecido no item 15 do edital.

12.2 A folha de pareceres (anexo 07) deverá ser impressa e assinada pelo coordenador de extensão do câmpus, pela chefia imediata, pelo chefe de ensino e pelo diretor do câmpus e enviada para o e-mail aproex@ifsc.edu.br, juntamente com todos os documentos listados no item 12.1.

12.3 O(s) aluno(s) extensionista(s) poderão iniciar as atividades de Extensão após implantação do seguro de Acidentes Pessoais por parte do IF-SC, ou equivalente, que cobertura de despesas médicas e hospitalares nos eventuais casos de acidentes e sinistros que possam ocorrer nas atividades de exercício da iniciação à Extensão.

12.4 O pagamento mensal das bolsas de alunos e servidores será realizado mediante entrega à Diretoria de Extensão do Registro de Acompanhamento pelas/os CERE, de acordo com calendário descrito no Anexo 02.

12.5 O projeto selecionado não poderá ser substituído. Sendo impossível sua execução, as bolsas serão canceladas. O coordenador deverá encaminhar à/ao CERE e à Diretoria de Extensão, via memorando, uma comunicação com as devidas justificativas para o cancelamento do projeto.



13 SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS

13.1 Ao final da execução dos projetos de extensão e de acordo com o calendário deste edital, deve ocorrer a socialização dos conhecimentos adquiridos no desenvolvimento das atividades de extensão, por intermédio de publicações.

13.2 Os artigos do tipo relato de experiência, descrevendo o desenvolvimento das atividades de extensão, após aprovação da Diretoria de Extensão e do comitê de análise, serão disponibilizados na intranet do IFSC, visando à socialização e disseminação dos conhecimentos adquiridos.

13.3 O coordenador do projeto deve apresentar os resultados parciais ou finais da atividade de extensão no evento institucional destinado a este fim.

13.4 Apresentar os resultados do projeto em eventos nacionais de extensão sempre que possível.

13.5 O coordenador deve registrar no Currículo Lattes o projeto de extensão em desenvolvimento, além da produção vinculada ao projeto.



14 Liberação das Bolsas

As bolsas do Programa de Institucional de Apoio a Projetos de Extensão serão liberadas somente após o envio da documentação mencionada no item 12.2 e da implementação do seguro do(s) aluno(s) extensionista(s).

15. CALENDÁRIO

Lançamento do Edital

18 de novembro de 2014

Data limite para envio das propostas

17 de dezembro de 2014 às 23 horas e 59 minutos.

Análise das propostas recebidas

18 de dezembro de 2014 a 19 de fevereiro de 2015

Divulgação dos Resultados

20 de fevereiro de 2015

Prazo para Envio de Recurso

21 de fevereiro de 2015

Divulgação dos Resultados Finais

23 de fevereiro de 2015

Prazo para envio da documentação:

- termo de compromisso do coordenador;

- termo de compromisso do(s) aluno(s) extensionista(s)

- folha de parecer devidamente assinada

24 a 28 de fevereiro de 2015

Prazo para Execução do Projeto

10 de março de 2014 a 10 de agosto de 2015

Prazo para envio do Relatório Final e Relato de Experiências conforme orientações da Pró-Reitoria de Extensão e Relações externas.

11 de setembro de 2015

Envio dos Pôsteres e apresentação dos trabalhos no Seminário de Ensino Pesquisa e Extensão do IFSC

Em data a definir e que será encaminhada às/aos CERES e Coordenadores do Projeto.



16 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS

16.1 Os casos omissos serão resolvidos por uma Comissão Avaliadora, composta por membros da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, Pró-Reitoria de Ensino e Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, respeitando o princípio da ampla defesa.

16.2 A submissão de projetos implicará a tácita aceitação das condições estabelecidas neste Edital e das normas vigentes no âmbito do IFSC, das quais o coordenador do projeto não poderá alegar desconhecimento.

16.3 A qualquer tempo, este Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, por motivo de interesse público, sem que isso implique direito à indenização de qualquer natureza.

16.4 O pagamento das bolsas concedidas por este edital estão condicionadas a disponibilidade orçamentário-financeira do IFSC.

16.5 Para situações não previstas no presente Edital, prevalecem as Normas e procedimentos do Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão, do IFSC.

16.6 Havendo saldo entre o montante de recursos disponibilizado e os recursos solicitados, estes serão aplicados no fomento da extensão nos editais vigentes em 2015.

16.7 Para fins de certificação será considerado o máximo de 400 horas de atividades no projeto para cada integrante da equipe e coordenação.

16.8 Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos contatando-se a Diretoria de Extensão do IF-SC, pelo telefone (48) 3877-9011, por e-mail no endereço aproex@ifsc.edu.br ou pessoalmente no prédio da Reitoria, 1º andar, na Diretoria de Extensão.


Florianópolis, 18 de novembro de 2014.




Maria Clara Kaschny Schneider


Anexo 01


Linhas de Extensão definidas pela Política Nacional de Extensão


Número

Linhas

Forma de operacionalização mais frequente

1

Alfabetização, leitura e escrita


Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos; formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas.

2

Artes cênicas

Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

3

Artes integradas

Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção e da prática artística em um único programa integrado; memória, produção e difusão cultural e artística.

4

Artes plásticas

Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação, apropriação; formação, memória, produção e difusão cultural e artística.

5

Artes visuais

Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória, produção e difusão cultural e artística.

6

Comunicação

estratégica


Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em atividades de publicidade, propaganda e de relações públicas; suporte

de comunicação a programas e projetos de mobilização social, a organizações governamentais e da sociedade civil

7

Desenvolvimento de

produtos


Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos.

8

Desenvolvimento

regional


Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas à elaboração de planos diretores, a soluções, tratamento de

problemas e melhoria da qualidade de vida da população local, tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das ações; participação

em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável – DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais, estaduais e locais de desenvolvimento e a fóruns de municípios

e associações afins; elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base recursos locais renováveis e práticas sustentáveis; permacultura; definição de indicadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilidade.

9

Desenvolvimento

rural e questão agrária


Constituição e/ou implementação de iniciativas de reforma agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica; planejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização

rural; comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição de critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de impactos de políticas de desenvolvimento rural.

10

Desenvolvimento Tecnológico

Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de viabilidade técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias.

11

Desenvolvimento

urbano


Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas das comunidades urbanas; urbanismo.

12

Direitos individuais e

coletivos


Apoio a organizações e ações de memória social, defesa, proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência jurídica e judiciária, individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e

jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de direitos humanos.

13

Educação profissional

*Formação técnica profissional, visando a valorização, aperfeiçoamento e promoção de técnicas profissionais e inserção no mercado de trabalho.

14

Empreendedorismo

Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de empresas, parques e pólos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e outras ações

voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios, estimulando a pró-atividade.

15

Emprego e Renda

Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda para empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia solidária, agricultura familiar, dentre outros.

16

Endemias e epidemias


Planejamento, implementação e avaliação de metodologias de intervenção e de investigação tendo como tema o perfil epidemiológico de endemias e epidemias e a transmissão

de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção.

17

Espaços de ciência

Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros; organização desses espaços.

18

Esporte e lazer

Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências de lazer para crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão, participação social e

promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos políticopedagógico das escolas; desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas no ensino da Educação Física,Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção e

fomento de talentos esportivos.

19

Estilismo

Estilismo e moda

20

Fármacos e

medicamentos


Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde, em seus processos que envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos.

21

Formação de professores (formação docente)


Formação e valorização de professores, envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização

do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas

e a inclusão no mercado de trabalho formal.

22

Gestão do trabalho

Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho urbano e rural (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas

populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros).

23

Gestão informacional

Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do terceiro setor.

24

Gestão institucional


Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas, privadas e do terceiro setor, governamentais e não-governamentais.

25

Gestão pública


Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais).

26

Grupos sociais

vulneráveis


Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão;

promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção.

27

Infância e

adolescência


Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), promoção, defesa e garantia de direitos; ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho infantil; desenvolvimento de metodologias de intervenção tendo como objeto enfocado na ação crianças, adolescentes e suas famílias.

28

Inovação tecnológica

Introdução de produtos ou processos tecnologicamente novos e melhorias significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas diversas áreas do

conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de produto ou processo aquela que tenha sido implementada e introduzida no mercado (inovação de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo).

29

Jornalismo


Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e eletrônicas; assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia.

30

Jovens e adultos


Processos de atenção (saúde, assistência social, etc), emancipação e inclusão; educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a juventude e/ou a idade adulta.

31

Línguas estrangeiras


Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas; desenvolvimento de processos de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução.

32

Metodologias e

estratégias de ensino/aprendizagem


Metodologias e estratégias específicas de ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o ensino presencial e de pedagogia de formação inicial, educação continuada,

educação permanente e formação profissional.

33

Mídias-artes


Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital.

34

Mídias

Veículos comunitários e universitários, impressos e eletrônicos (boletins,manuais,cartilhas, rádio, televisão, jornal, revistas,internet, etc);

promoção do uso didático dos meios de educação e de ações educativas sobre as mídias.

35

Música

Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área musical; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material

didático na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

36

Organizações da

sociedade civil e movimentos

sociais e populares


Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s, OSCIP’s, redes,

cooperativas populares, sindicatos, dentre outros.

37

Patrimônio cultural,

histórico, natural e imaterial

Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore,

manifestações religiosas populares), natural (natureza, meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção,

ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras organizações culturais, coleções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos

religiosos populares; valorização do patrimônio; memória, produção e difusão cultural e artística.

38

Pessoas com deficiências, incapacidades, e necessidades especiais

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão de pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais, síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras;

promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e coletiva, tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias.

39

Propriedade

intelectual e patente


Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e sobre propriedade intelectual e patente.

40

Questões ambientais


Implementação e avaliação de processos de educação ambiental de redução da poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; preservação de recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio ambiente.

41

Recursos hídricos


Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês

estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios municipais de recursos hídricos.

42

Resíduos sólidos

Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar,

segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva, instalação

de manejo de resíduos sólidos urbanos reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final (aterros sanitários e controlados), e remediação de resíduos a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo.

43

Saúde animal

Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal: prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e hospitais veterinários pedagógicos.

44

Saúde da família

Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde da família.

45

Saúde e proteção no

trabalho


Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de trabalho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional.

46

Saúde humana

Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização dos serviços; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais

universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados de diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia, dentre outras.

47

Segurança alimentar e

nutricional


Incentivo à produção de alimentos básicos, auto-abastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar.

48

Segurança pública e

defesa social


Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias, dentro de uma compreensão global do conceito de segurança pública, visando proporcionar soluções e tratamento de problemas relacionados; orientação e assistência jurídica, judiciária, psicológica e social à população carcerária e seus familiares; assessoria a projetos de educação, saúde e trabalho aos apenados e familiares;

questão penitenciária; violência; mediação de conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos; proteção a testemunhas; policiamento comunitário.

49

Tecnologia da informação

Desenvolvimento de competência informacional para identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital.

50

Temas específicos /

Desenvolvimento humano


Temas das diversas áreas do conhecimento, especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias, engenharias, lingüística,

(letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização e aperfeiçoamento humano.

51

Terceira idade

Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão; promoção, defesa e garantia de

direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias.

52

Turismo

Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negócios, religioso, etc) como setor gerador de emprego e renda; desenvolvimento de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção

e divulgação de imagens em acordo com as especificidades culturais das populações locais.

53

Uso de drogas e

dependência química


Prevenção e limitação da incidência e do consumo de drogas; tratamento de dependentes; assistência e orientação a usuários de drogas; recuperação e reintegração social.



Anexo 02


Calendário de entrega do registro de acompanhamento

à Diretoria de Extensão




Mês

Entrega do Registro de Acompanhamento a

Diretoria de Extensão

Previsão de pagamento das bolsas

Março

20/03/2015

06/04/2015 *

Abril

20/04/2015

08/05/2015

Maio

20/05/2015

08/06/2015

Junho

19/06/2015

07/07/2015

Julho

20/07/2015

07/08/2015**




* Pagamento referente à competência de março, considerando que a data de execução do projeto inicia no dia 10 de março.

** Pagamento referente à competência de julho, considerando que a data de execução do projeto termina no dia 10 de agosto.












Anexo 03


Pontuação para Avaliação do Projeto de Extensão

Quesitos

Item Edital

Pontuação

Peso



Mínima

Máxima


1. Atendimento a área e linha de extensão

3 e 4

Eliminatória


2. Caracterização do público-alvo

8.2

Eliminatória


3. Apresentação do Plano de trabalho do(s) bolsista(s)*

8.2

Eliminatória


4. Encaminhamento da Folha de pareceres assinada

8.2

Eliminatória


5. Inserção de docente para orientação do aluno bolsista, caso o coordenador do projeto seja técnico administrativo

7.1

Eliminatória


6. Experiência do coordenador em projetos de extensão, nos últimos 5 anos

**



6.1 Experiência como coordenador em projetos de extensão


0,0

10,0

1,00

Não tem experiência


00


Coordenou 1 projeto


02


Coordenou 2 projetos


04


Coordenou 3 projetos


06


Coordenou 4 ou mais projetos


10


6.2 Participação na equipe executora em projetos de Extensão


0,0

10,0

0,25

Não tem experiência


0,0


Participou de 1 projeto


02


Participou de 2 projetos


04


Participou de 3 projetos


06


Participou de 4 ou mais projetos


10


6.3 Experiência como coordenador em projetos de Extensão aprovados em editais externos, durante seu exercício no IFSC


0,0

10,0

1,00

Não tem experiência


0,0


Coordenou 1 projeto


05


Coordenou 2 projetos ou mais


10


7. Experiência do coordenador na divulgação científica/trabalhos de Extensão

**




7.1 Artigos completos em periódicos


0,0

10,0

1,00

Não tem artigo completo publicado


00


Publicou 1 artigo


02


Publicou 2 artigos


04


Publicou 3 artigos


06


Publicou 4 ou mais artigos


10


7.2 Trabalhos publicados em anais de eventos


0,0

10,0

0,50

Não tem trabalho publicado


00


Publicou 1 trabalho


02


Publicou 2 trabalhos


04


Publicou 3 trabalhos


06


Publicou 4 ou mais trabalhos


10


7.3 Resumos publicados em anais de eventos


0,0

10,0

0,25

Não tem resumo publicado


00


Publicou 1 a 3 resumos


02


Publicou 4 a 6 resumos


04


Publicou 7 a 9 resumos


06


Publicou 10 ou mais resumos


10


7.4 Apresentação de trabalho em evento


0,0

10,0

0,50

Não tem trabalho apresentado


00


Apresentou 1 trabalho


02


Apresentou 2 trabalhos


04


Apresentou 3 trabalhos


06


Apresentou 4 ou mais trabalhos


10


7.5 Publicação de Livro ou Capítulo


0,0

10,0

1,00

Não tem Livro ou capítulo publicado




Publicou 1 livro ou capítulo




Publicou 2 livros ou capítulos




Publicou 3 livros ou capítulos




Publicou 4 ou mais livros ou capítulos




7.6 Desenvolvimento de produto(s) de Extensão***


0,0

10,0

0,50

Não desenvolveu produtos de Extensão


00


Desenvolveu 1 produto de Extensão


03


Desenvolveu 2 produtos de Extensão


06


Desenvolveu 3 ou mais produtos de Extensão


10


8. Justificativa do projeto

8.2

0,0

10,0

3,00

Sem identificação da motivação


00


Necessidade observada


03


Problema existente


06


Demanda da comunidade externa


10


9. Relação com atividades de pesquisa

8.2

0,0

10,0

1,00

Não apresenta relação


00


Apresenta relação indireta


05


Apresenta relação direta


10


10. Relação com atividades de ensino (processo formativo)

8.2

0,0

10,0

1,00

Não apresenta relação


00


Apresenta relação indireta


05


Apresenta relação direta


10


11. Objetivos

8.2


11.1 Conformidade com a linha proposta e com o perfil do público


0,0

10,0

1,00

Insuficiente


00


Regular


05


Bom


07


Excelente


10


11.2 Clareza na definição dos objetivos


0,0

10,0

1,00

Insuficiente


00


Regular


05


Bom


07


Excelente


10


12. Metodologia

8.2

0,0

10,0

2,00

Imprecisa


00


Satisfatória


05


Precisa


10


13. Atende aos ODMs?

8.1 e 8.2

0,0

10,0

1,00

Não atende


00


Atende pelo menos 1 ODM


05


Atende mais de 1 ODM


10


14. Acompanhamento e Avaliação do projeto

8.2

0,0

10,0

1,00

Insuficiente


00


Regular


05


Bom


07


Excelente


10


15. Qualidade do Plano de Trabalho do aluno

8.2

0,0

10,0

1,00

Insatisfatório


00


Regular


05


Bom


07


Excelente


10


16. Viabilidade de execução em 5 meses

8.2

0,0

10,0

1,00

Imprecisa


00


Satisfatória


05


Precisa


10


17. Parceiros externos (instituições de ensino, empresas, associações, outros órgãos estaduais e municipais) comprovado por meio de carta de anuência.

8.2

0,0

10,0

1,00

Não apresenta parceiros


00


Apresenta 1 parceiro


03


Apresenta 2 parceiros


06


Apresenta 3 ou mais parceiros


10


* O plano de trabalho deverá ser individual para cada aluno bolsista. Dessa forma, o(s) plano(s) de trabalho anexados corresponderão ao número de bolsistas contemplados pelo edital, independente do número de bolsistas indicados no formulário da proposta .

** A experiência do coordenador será analisada conforme dados extraídos do currículo Lattes

*** São considerados produtos de Extensão: vídeo, revista, apostila, cartilha, jornais, CD entre outros


Anexo 04


Modelo de Relato de Experiência


Título e subtítulo do trabalho

Nome do autor principal – e-mail1

Nome do segundo autor – e-mail (se houver)2


RESUMO

Inserir texto do resumo em fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas. Inserir texto do resumo em fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas. Inserir texto do resumo em fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas.


PALAVRAS-CHAVE

Primeira palavra. Segunda palavra. Terceira palavra. Quarta palavra. Quinta palavra. (mínimo de três, máximo de cinco palavras-chave, separadas por pontos)


ABSTRACT

Escreva o abstract em inglês, usando fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas. Escreva o abstract em inglês, usando fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas. Escreva o abstract em inglês, usando fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas.


KEYWORDS

Primeira palavra. Segunda palavra. Terceira palavra. Quarta palavra. Quinta palavra. (mínimo de três, máximo de cinco palavras-chave, separadas por pontos)


1 RELATO DE EXPERIÊNCIA (descrição do relato incluindo justificativa, método e resultados)

Comece aqui a redação de seu texto, em fonte Times New Roman 12, espaço 1,5. As margens do documento devem ser de 3cm (nas laterais) e 2,5cm (superior e inferior). O texto completo do relato de experiência, incluindo título, resumo, palavras-chave, abstract, keywords, relato, referências bibliográficas e notas de rodapé, deve ter no mínimo 5 mil e no máximo 10 mil caracteres (com espaços).

Se você estiver utilizando o software Microsoft Word, proceda da seguinte maneira para contar os caracteres do documento: na aba “Revisão”, clique em “Contar palavras” e selecione a opção “Incluir caixas de texto, notas de rodapé e de fim”. Verifique o número de caracteres na mesma caixa, na linha “Caracteres com espaços”. Caso esse número seja superior a 35 mil caracteres, você terá que reduzir seu trabalho.

Se você estiver utilizando o software LibreOffice, proceda da seguinte maneira para contar os caracteres do documento: na aba “Ferramentas”, clique em “Contagem de palavras”. Verifique o número de caracteres na parte “Documento inteiro”, na linha “Caracteres”. Caso esse número seja superior a 35 mil caracteres, você terá que reduzir seu trabalho.

O formato do texto deve ser justificado. Não dê dois espaços entre um parágrafo e outro nem utilize recuo.

O trabalho deve ter numeração de páginas no rodapé, à direita

As figuras, as tabelas e os quadros deverão ser referenciados no texto em ordem consecutiva e identificados, em negrito, por número arábico precedido da palavra correspondente (Fig. 1, Tab. 1), seguido de respectiva legenda, figurando o mais próximo possível do texto em que foram referenciados, não necessitam ser separados dele por uma linha em branco.

As figuras, os quadros e a sua legenda devem ser centralizados na extensão da largura da página (Fig. 1). A identificação das figuras e dos quadros deve ser na parte inferior; das tabelas, na parte superior, alinhada à margem esquerda. A referência da fonte, quando não de autoria própria, deve ser colocada logo abaixo da figura, tabela ou quadro, em letra maiúscula / minúscula, precedida da palavra FONTE. As anotações e as numerações devem ser formatadas em fonte Times New Roman, tamanho 12.


C:\Users\Douglas Juliani\Downloads\marca_revista_caminho_aberto_ifsc.jpg

Figura 1: Marca da Revista Caminho Aberto.

FONTE: Dados desta pesquisa.


As tabelas e os quadros, de preferência, deverão estar em preto e branco. Figuras coloridas e fotografias de alta qualidade podem ser incluídas no artigo. Para reduzir o tamanho e preservar a resolução gráfica, os arquivos das imagens devem ser convertidos para o formato JPG (JPEG) com resolução de 300 dpi, antes de inseri-los no texto.

As figuras e as fotos gravadas necessitam ter um tamanho mínimo de 9 x 7cm e devem ser salvas em arquivos próprios com respectivo número de referência no texto. Por exemplo, o arquivo Figura 3.JPG corresponde à Figura 3 citada no texto.

As legendas das figuras, dos quadros e das tabelas não devem exceder três linhas. A segunda e a terceira linhas tem recuos, como mostrado na legenda da Tabela 1.


Tabela 1 - Protocolos x frequência de operação

Norma 1

Norma 2

Norma 3

Tecnologia

802.11b

802.11g

802.11a

Bluetooth

2,4 GHz

2,4 GHz

5 GHz

2,45 GHz

FONTE: Dados desta pesquisa.


Anotações e valores numéricos nela incluídos devem ter tamanhos compatíveis com o da fonte usada no texto do trabalho, e todas as unidades devem ser expressas no sistema S.I. (métrico). As unidades são incluídas apenas nas primeiras linha/coluna, conforme for apropriado. As tabelas devem ser colocadas tão perto quanto possível de sua primeira citação no texto. Deixa-se uma linha simples em branco entre a tabela, seu título e o texto. O estilo de borda da tabela é simples de 1 pt.

Para citações e referências em seu trabalho, siga com rigor as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em especial a NBR 6023/2002, para referências, e a NBR 10520/2002, para citações.

De acordo com a NBR 10520/2002, as citações diretas de até três linhas devem aparecer entre aspas, no corpo do texto. Quando a citação tiver mais de três linhas, ela deve aparecer separada do corpo do texto, em recuo, com fonte um ponto menor e espaço simples. Nos dois casos, deve-se acrescentar a referência do autor original, na forma (SOBRENOME, ano, página).

A NBR 10520/2002 determina também que as citações indiretas – ou seja, aquelas nas quais as ideias do autor original são apresentadas em paráfrase – devem ser seguidas de referência ao autor original, de forma semelhante ao caso das citações diretas, porém sem o número da página, desta forma (SOBRENOME, ano).

As referências bibliográficas devem ser listadas ao final do texto, dentro das diretrizes da NBR 6023/2002, em espaço simples, justificado, com um espaço entre uma referência e outra. O modelo padrão para referência de obra com um autor é:


SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo da obra. Número da edição. Cidade: Editora, ano.


Quando há dois ou três autores, o padrão é:


SOBRENOME DO AUTOR 1, Nome; SOBRENOME DO AUTOR 2, Nome. Título da obra: subtítulo da obra. Número da edição. Cidade: Editora, ano.


Quando há mais de três autores, utiliza-se o seguinte padrão:


SOBRENOME DO AUTOR PRINCIPAL, Nome et al. Título da obra: subtítulo da obra. Número da edição. Cidade: Editora, ano.


Para os demais casos, recomenda-se a consulta ao texto integral da NBR 6023 ou ao tutorial disponível para acesso livre no portal da Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): http://portalbu.ufsc.br/normalizacao-de-trabalhos-2/


2 REFERÊNCIAS (organizadas de acordo com a NBR 6023/2002)


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação - artigo em publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio de Janeiro, 2003a.


______. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002a.


______. NBR 10520: informação e documentação – citações em documentos – apresentação. Rio de janeiro, 2002b.



Anexo 05


Modelo de Plano de Trabalho Individual do Aluno




    1. Título do Projeto de Extensão: ________________


    2. Nome do Orientador: _______________________


    3. Nome do Aluno: _____________________


    4. Curso Vinculado: _____________________


    5. Breve descrição da importância da atividade para a formação acadêmica do aluno: relacionar qual a relação do projeto com a área de formação do aluno e com os aspectos educacionais que irão complementar a formação do estudante.

    6. Descrição das atividades que serão realizadas pelo aluno

Relacione as diversas etapas (quantas forem necessárias) do trabalho a ser desenvolvido pelo aluno.

1 –

2 -

3 -

7. Cronograma de Atividades


Período: Mês 1 ao mês 5.


ATIVIDADES

mês

1

2

3

4

5

1






2






3






...-






...-






...-







  1. 8. Resultados Esperados




_______________________________________ __________________________________
ASSINATURA DO ORIENTADOR ASSINATURA DO ALUNO


Anexo 06


Modelo de Carta de Intenção






Eu,________________________________, representante da (empresa ou instituição de ensino ou associação ou cooperativa ou orgão)_______________________, declaro que tenho interesse de firmar parceria com o IFSC, por meio do projeto de Extensão (título do projeto de Extensão) ___________________, com o objetivo de____________.






________________( assinatura do representante)_________________

( nome do representante )


  1. Nota explicativa: nos casos em que houver necessidade de formalização de Termo de Cooperação Técnica, a mesma deverá ocorrer dentro dos procedimentos legais previstos pela PROEX.


Anexo 07

Modelo de Folha de Pareceres

Declaramo-nos favoráveis A EXECUÇÃO do projeto de extensão NOME DO PROJETO, selecionado no Edital APROEX n° 01/2015, sob a coordenação de NOME DO SERVIDOR, tendo como equipe os seguintes membros e suas respectivas cargas horárias:


  1. Nome:

( ) Docente ( ) Técnico Administrativo ( ) Aluno Voluntário

( ) Parceiro Externo ( ) Voluntário Externo ( ) Aluno Extensionista

Telefone: e-mail:

Área / Departamento de Atuação:

Carga horária para execução do projeto:____________________________


___________________________ ___________________________________

Local e Data Nome do Servidor

(repetir a relação de dados para todos os membros envolvidos incluindo o coordenador )


O presente documento regulariza a execução das atividades de extensão no campus em acordo com todos os membros envolvidos no projeto de extensão e apresentados nesse documento. Esse documento deve ser encaminha no prazo de 5 dias após a divulgação do resultado final do edital para a implementação da bolsa.


Coordenador de Área/Curso/Nível ou Chefe de Departamento Acadêmico:


___________________________ ___________________________________

Local e Data Assinatura e Carimbo


Chefe de Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão:


___________________________ ___________________________________

Local e Data Assinatura e Carimbo


Coordenador de Extensão e Relações Externas:


___________________________ ___________________________________

Local e Data Assinatura e Carimbo


Diretor do Campus

___________________________ ___________________________________

Local e Data Assinatura e Carimbo



Anexo 08

Modelo de Termo de Compromisso e Responsabilidade do Coordenador do Projeto

Nome:


CPF:


câmpus:


Fone:


E-mail:


INSTITUTO FederAL de Educação, CIÊNCIA E TECNOLOGIA de Santa CaTARINA: Com sede na Rua 14 de Julho, nº 150 – Coqueiros – Florianópolis/SC – CEP 88.075-010, por meio do presente instrumento particular, as partes supramencionadas firmam termos de compromisso e concessão de bolsa de apoio ao servidor, nos seguintes itens:

1)     Concederá ao servidor coordenador do projeto uma bolsa para o desenvolvimento do Projeto de Extensão intitulado xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

2)     A bolsa de coordenador, no valor de R$ 600,00, de que trata o item acima consistirá, no repasse, por parte do IFSC, mediante depósito em agência nº xxxx, conta corrente nº xxxx, do Banco - Código xxx, a partir da data da assinatura do presente termo, em favor do COORDENADOR.

3)     O COORDENADOR obriga-se a:

a)   ser servidor efetivo, docente ou técnico administrativo, do IFSC, sem vínculo com outra Instituição e não ser ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC;

b)  cadastrar o projeto de extensão no seu currículo lattes;

c)  desenvolver as atividades descritas no projeto, assim como a preparação de pôsteres, artigos e resumos científicos de forma a não prejudicar suas atribuições como docente ou técnico administrativo no IFSC, comprometendo-se a divulgar as ações por meio de participação em congressos e publicação de artigos em revistas.

d)   executar o projeto dentro do prazo previsto no edital.

e)  apresentar Relatório Final e Relato de Experiência, bem como arquivar as devidas comprovações (notas fiscais em nome do servidor) das despesas financeiras que houver com a execução do projeto;

f)   apresentar o projeto nos eventos internos ou externos de divulgação da extensão dos IFSC solicitados pela PROEX e/ou pelo Coordenador de Extensão do câmpus;

g)   devolver ao IFSC, em caso de abandono da execução do projeto ou de não obediência ao prazo estabelecido, por qualquer motivo que não seja de força maior ou caso fortuito, o montante dos valores recebidos a qualquer título pelo desenvolvimento e execução do projeto de extensão/plano de trabalho, atualizados monetariamente, via Guia de Recolhimento da União (GRU).

h)   acompanhar o desenvolvimento do aluno no projeto de extensão, responsabilizando-se por informar o coordenador de extensão do seu câmpus e a PROEX quando o aluno desistir, trancar matrícula, graduar-se, aquirir vínculo empregatício, ou receber outra bolsa do IFSC ou de outras instituições, ou não cumprir a carga horária relaciona a extensão, ou qualquer outro evento que justifique a exclusão do aluno como bolsista do projeto.

i)    o coordenador de projeto deve comunicar à PROEX caso assuma cargo de direção (CD) ou se desligue do IFSC e, neste caso, seu projeto de extensão será automaticamente cancelado.

                     _______________________________              

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Coordenador do Projeto

        ________________________________________

Golberi de Salvador Ferreira

Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas

 Local, xx de xxxxxxx de 201x.

Anexo 09



Modelo de Termo de Compromisso e Responsabilidade do Bolsista



Nome:

 

CPF:

 

E-mail:

 

RG:

 

Endereço:

 

Nascimento:

 

Telefone (s):

 

 

 

Curso:

 

 


INSTITUTO FederAL de Educação, CIÊNCIA E TECNOLOGIA de Santa CaTARINA: Com sede na Rua 14 de Julho, nº 150 – Coqueiros – Florianópolis/SC – CEP 88.075-010, por meio do presente instrumento particular, as partes supramencionadas firmam termos de compromisso e concessão de bolsa de extensão, nos seguintes itens:

1)      Concederá ao BOLSISTA bolsa de extensão, para o desenvolvimento do Projeto de Extensão intitulado: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

2)      A bolsa de extensão de que trata o item acima consistirá, no repasse, por parte do IFSC, mediante depósito em conta corrente nº xxx, agência nº xxx, do Banco xxx, na quantia mensal de R$ 400,00 (quatrocentos reais) a partir da data da assinatura do presente termo, em favor do BOLSISTA.

3)      O BOLSISTA obriga-se a:

a)     ser aluno regularmente matriculado em curso do IFSC e não possuir outra matrícula em curso regular de outra Instituição de Ensino;

b)    não possuir vínculo empregatício, estar estagiando e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou de qualquer outra Instituição;

c)     entregar ao coordenador do projeto documento que indique qualquer alteração no desenvolvimento dos trabalhos.

d)    cumprir as atividades de extensão estabelecidas no plano de trabalho do projeto de extensão;

e)     fazer referência, nas publicações e nos trabalhos apresentados, à condição de bolsista do IFSC;

f)     participar de todas as atividades de extensão e seminários que forem organizados pela Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas;

g)    dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de extensão, respeitando, inclusive, o cumprimento da carga horária de vinte horas semanais (quatro horas por dia).

h)     devolver ao IFSC, em valores atualizados, a(s) mensalidade(s) recebida(s) indevidamente, caso as obrigações deste Termo de Compromisso não sejam cumpridos.



_______________________________

xxxxxxxx

Aluno Bolsista

_______________________________

xxxxxxxxxx

Coordenador do Projeto


  ______________________________________

Golberi de Salvador Ferreira

Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas




Local, xx de xxxxxx de 201x.



Anexo 10


Modelo de Termo de Adesão ao Serviço Voluntário


Eu, __________________________________, nacionalidade, estado civil, profissão, portador (a) da RG nº ________________, data de nascimento ______/______/_________, inscrito (a) no CPF sob o nº ________________, residente e domiciliado (a) na ______________________________________, cidade, Estado; formado/cursando o curso _________________________ do/a _____________________________.


CONSIDERANDO:


O projeto de Extensão de ________________________________________, de nº _______________, que tem como título “____________________________________________________________”.


Pelo presente Termo de Adesão manifesto minha adesão ao Programa Institucional de Serviço Voluntário do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina a que se refere a Deliberação CEPE/IFSC nº 18, de 12/04/2010.


Declaro conhecer que, nos termos da Lei nº 9608 de 18/02/1998, a minha participação no referido Programa não é remunerada, não gera vínculo empregatício e nem obrigação trabalhista, previdenciária ou afim e que responderei pelos meus atos nas atividades que irei desenvolver:


1 - Atividades que serão por mim desenvolvidas:


2 - Horário(s) que disponho para atendimento às atividades (dias e horários):


3 - Local (is) em que essas atividades serão desenvolvidas:


4 - Declaro, ainda, observar as normas legais, estatutárias e regimentais que regem as atividades do IFSC na execução do serviço voluntário a que me proponho aceitar.


5 - O presente Termo de Adesão tem início a partir de sua aprovação e poderá ser rescindido a qualquer tempo (mediante preenchimento do Termo de Desligamento), por iniciativa de ambas as partes, bastando, para isso, que uma das partes notifique a outra.



Data de Início: ____/____/____ Data término: ____/____/____ (obrigatório o preenchimento)


Ressalva: o serviço voluntariado não poderá exceder ao prazo máximo de 6 meses.


(Cidade), em ____/____/____



________________________________________ ________________________________________

Assinatura do Proponente Assinatura do Voluntário


Aprovado em: ____/____/____ ______________________________________________

Assinatura do Diretor do câmpus

1Formação acadêmica e atuação profissional do autor principal

2Formação acadêmica e atuação profissional do autor secundário


Rua 14 de Julho, 150 - Coqueiros

88075-010 – Florianópolis/SC

Fone : (48) 3877.9011

http://www.ifsc.edu.br





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