IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina

APROEX – Nº 02/2014 - APROEX – Nº 02/2014 -

Este edital não possui texto de chamada.



UNIDADE CONTINENTE

EDITAL PROEX 10/2014

APROEX 02/2014

APOIO Aos pequenos PROJETOS

 

 

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO Aos PROJETOS DE EXTENSÃO DO IFSC

 

 

 

 

 

 

EXECUÇÃO: até NOVEMBRO de 2014.

Em consonância com a Lei número 11.892 de 29 de dezembro de 2008, no artigo 7o, inciso IV e a Resolução Normativa do CONSUP/IFSC número 20 de 2013, a Reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa CatarinaIFSC, Profª. Maria Clara Kaschny Schneider, no uso de suas atribuições legais, torna público o lançamento do Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão, de acordo com as disposições deste Edital.

 

1.  PREÂMBULO

O Edital do Programa Institucional de Apoio a Pequenos Projetos de Extensão  apoia atividades de extensão, regulamentadas pela Resolução Normativa número 20 de 20 de maio de 2013, com ênfase em atividades acadêmicas e na pesquisa aplicada que contribuam para o acesso ao saber, diminuição das desigualdades sociais, fortalecimento dos arranjos produtivos locais, bem como a consolidação da Extensão como atividade institucional.

 

2. OBJETIVOS

O presente Edital tem por objetivo:

2.1 Fomentar as atividades de extensão no IFSC, articuladas com o ensino e a pesquisa aplicada, a serem desenvolvidas em 2014, oportunizando a participação da comunidade acadêmica no desenvolvimento de projetos de extensão com aporte de recursos institucionais por meio do Apoio a Bolsas de Extensão.

2.2. Contribuir para a formação profissional, cidadã e crítica dos alunos.

2.3 Consolidar e institucionalizar as atividades Extensão no âmbito dos Câmpus do IFSC.

2.4 Estimular a produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais, artísticos e desportivos obtidos a partir de pesquisas aplicadas.

2.5 Fortalecer a imagem institucional do IFSC perante a sociedade e contribuir com o desenvolvimento regional de Santa Catarina.

 

3. ÁREAS TEMÁTICAS DE EXTENSÃO

No âmbito deste edital serão consideradas atividades de extensão passíveis de apoio os pequenos projetos que tenham vínculo direto com a comunidade externa e que sejam desenvolvidos nas seguintes áreas temáticas estabelecidas pela Política Nacional de Extensão:

 

1. Comunicação

2. Cultura

3. Direitos Humanos e Justiça

4. Educação

5. Meio Ambiente

6. Saúde

7. Tecnologia e Produção

8. Trabalho

 

4. ABRANGÊNCIA

A abrangência a que se refere este edital está vinculada as Linhas e Temáticas de Extensão discriminadas no Anexo 1 deste Edital.

 

5. APOIO CONCEDIDO E VIGÊNCIA DAS BOLSAS

5.1 Dos recursos: Os recursos desse Edital contemplarão o montante de R$ 112.000,00. para aplicação em pequenos projetos. Sendo deste R$ 56.000,00 para bolsa ao coordenador e R$  56.000,00 para aluno extensionista. Serão apoiados projetos até o limite de recursos financeiros disponibilizados no âmbito desse Edital.

5.2 Para o coordenador do projeto: O coordenador do projeto contemplado receberá apoio por meio de uma (1) bolsa para o servidor coordenador do projeto no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais)  para o desenvolvimento do projeto.

5.2.1 O valor integral da bolsa deverá ser utilizado no desenvolvimento do projeto, conforme detalhamento de investimentos previsto no Formulário do Projeto de Extensão. Alterações do detalhamento de despesas poderá ser realizada pelo coordenador, desde que justificada e comprovada no momento da prestação de contas.

5.3 Para o aluno extensionista: O aluno dos projetos aprovados receberão apoio por meio de uma (01) bolsa de extensão, no valor de R$ 400,00, pelo período de 2 meses, a partir da aprovação do projeto, conforme o cronograma. As bolsas a que este edital se refere serão disponibilizadas em conformidade com a disponibilidade orçamentário-financeira.

 

6. REQUISITOS E OBRIGAÇÕES DO SERVIDOR COORDENADOR E DO ALUNO BOLSISTA

6.1  Do coordenador do projeto:

6.1.1 Poderão ser proponentes os servidores (docentes e técnico-administrativos) que fazem parte do quadro permanente do IFSC, sem vínculo empregatício com outra Instituição, com projetos aprovados no câmpus em que estão vinculados (CERES, Departamento de Ensino Pesquisa e Extensão, Direção), sem pendências com a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas no ano de 2013.

6.1.2 Não ser ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC.

6.1.3 O coordenador do projeto não poderá ser lotado na Diretoria de Extensão vinculada a Pró Reitoria de Extensão e Relações Externas.

6.1.4 Dispor de carga horária para orientar o(s) aluno(s) extensionista(s) no desenvolvimento das atividades de extensão.

6.1.5 Encaminhar todos os documentos solicitados pela Diretoria de Extensão, quando da aprovação do projeto, para a implementação das bolsas.

6.1.6 Gerenciar o andamento do projeto de extensão cumprindo critérios e cronograma estabelecidos no edital e as metas do projeto.

6.1.7 Identificar nos trabalhos apresentados e publicados, o apoio concedido pelo IFSC: PROJETO APOIADO COM RECURSOS DO IFSC / APROEX.

6.1.8 Registrar por meio de fotos, vídeos e outros, as atividades desenvolvidas no projeto.

6.1.9 Concluído o projeto de extensão, o coordenador, junto ao(s) aluno(s) extensionista(s) do projeto, deverá encaminhar via sigproj o relatório final das atividades.

6.1.10 Encaminhar à CERE a documentação do bolsista (ficha cadastral, termo de compromisso e atestado de matrícula), até data limite prevista neste edital, assim como qualquer dificuldade ocorrida que inviabilize ou comprometa a execução do projeto

6.1.11 A equipe executora deverá ser composta por no mínimo um docente para orientação do aluno bolsista, caso o coordenador do projeto seja técnico administrativo sem formação superior completa.

6.1.12 O servidor poderá concorrer, como coordenador, a no máximo dois projetos.

 

6.2. Do aluno candidato à bolsa de Extensão:

6.2.1 Ser aluno regularmente matriculado em cursos do IFSC.

6.2.2 Dispor de carga horária para o desenvolvimento das atividades de extensão.

6.2.3 Não possuir vínculo empregatício e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou de qualquer outra Instituição.

6.2.4 Não possuir duas matrículas em cursos da Rede Federal de Ensino.

6.2.5 Participar presencialmente do SEPEI e eventos internos e externos de divulgação da extensão de acordo com a demanda institucional.

6.2.6 Executar o projeto cumprindo o cronograma estabelecido e suas metas.

6.2.7 Seguir os procedimentos estabelecidos pelo IFSC para o pagamento das bolsas.

6.2.8 Elaborar relatório de desenvolvimento de atividades ao final do projeto.

 

7. ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS

7.1  As propostas deverão atender às seguintes diretrizes:

 

7.1.1. Natureza acadêmica:

 

INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃOcaracterizada pela integração da ação extensionista à formação técnica e cidadã do estudante. Promover, desenvolver e difundir os conhecimentos científicos e tecnológicos. Projetos desenvolvidos a partir do resultado de estudos sistemáticos (pesquisas – conhecimento) do contexto sócio-econômico-cultural da comunidade cujas aspirações se pretende atender. Aplicação dos resultados na pesquisa científica e tecnológica na sociedade ou que as atividades desenvolvidas na sociedade subsidiem o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas que impactem no desenvolvimento regional.

INTERDISCIPLINARIDADE - caracterizada por trocas entre áreas de conhecimento, interação de modelos e conceitos complementares, além da integração de metodologias, instrumentos e técnicas para uma consistência teórica e operacional que estrutura o trabalho coletivo.

IMPACTO NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTEcaracterizado pela contribuição à formação técnico-científica, pessoal e social dos estudantes, explicitada em um plano de trabalho que contenha as ações que serão desenvolvidas pelos estudantes durante a execução do projeto.

CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE PUBLICAÇÕES E PRODUTOS DE EXTENSAOcaracterizado pela elaboração de produtos que sejam resultantes das ações dos programas e projetos.

7.1.2. Relação com a sociedade:

 

IMPACTO SOCIAL, AMBIENTAL E/OU ECONÔMICOcaracterizado pela ação transformadora sobre os problemas sociais; contribuição à inclusão de grupos sociais; desenvolvimento de meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimento; ampliação de oportunidades educacionais e do acesso a processos de formação e qualificação; contribuição na formulação, implementação e acompanhamento das políticas públicas prioritárias ao desenvolvimento local, regional e nacional em articulação com o mundo do trabalho contribuindo para o alcance das metas dos objetivos de desenvolvimento do milênio (ODM).

RELAÇÃO DIALÓGICA COM OS DEMAIS SETORES DA SOCIEDADEcaracterizada pela interação e intercâmbio do conhecimento, experiências, tecnologias, metodologias acumulados no IFSC com instituições e organizações; desenvolvimento de parcerias institucionais internas e externas ao IFSC.

RELAÇÃO COM OS OBJETIVOS DO MILÊNIO - as metas do milênio foram estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, com o apoio de 191 nações, e ficaram conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). São eles:

1 - Acabar com a fome e a miséria

2 - Oferecer educação básica de qualidade para todos

3 - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

4 - Reduzir a mortalidade infantil

5 - Melhorar a saúde das gestantes

6 - Combater a Aids, a malária e outras doenças

7 - Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

8- Estabelecer parcerias para o desenvolvimento

Visando alinhar e potencializar as ações do IFSC em prol dos ODM, o projeto deve explicitar como contribui para os objetivos do milênio.

7.2 Estruturação da proposta:

7.2.1 A proposta do projeto deverá conter:

a. Descrição da justificativa contemplando a motivação da proposta.

b. Relação ensino pesquisa e extensão explicitada pela importância das ações do projeto para a formação integral do aluno bolsista, relação do projeto com os cursos ofertados pelos câmpus, difusão de conhecimentos e metodologias, e relação com trabalhos de pesquisa desenvolvidos pela equipe executora.

c. Clareza e precisão dos objetivos definidos;

d. Descrição dos procedimentos metodológicos, de forma precisa, atendendo aos objetivos definidos e possibilitando a avaliação da viabilidade do projeto.

e. Indicação do público-alvo e do número de pessoas diretamente beneficiadas;

f. Cronograma de execução detalhado em conformidade com o tempo de execução previsto nesse edital;

g. Descrição dos critérios que serão avaliados por parte do publico atendido e pela equipe executora do projeto, assim como a forma de sistematização da avaliação;

h. Elaboração do plano de trabalho de cada bolsista descrevendo as atividades que serão realizadas de acordo com o cronograma proposto;

i. Comprovação de parcerias ou carta de intenção (modelo) quando for necessário.

 

8. SUBMISSÃO

 

 

8.1 As propostas deverão ser cadastradas na internet por meio do uso da plataforma eletrônica Sigproj, disponibilizada no endereço http://sigproj.mec.gov.br.

8.2 A folha de pareceres (anexo do formulário) deve ser impressa e assinada pelo coordenador de extensão do câmpus, pela chefia imediata, pelo chefe de ensino e pelo diretor do câmpus e enviada via plataforma eletrônica no campo específico.

8.3 A submissão dos projetos de extensão deverá atender o calendário específico de cada chamada (item 14.2) levando em consideração:

8.3.1 Os prazos definidos nas chamadas específicas;

8.3.2 Projetos de extensão com execução nas datas previstas no calendário da chamada;

8.3.3 Projetos com duração de 2 meses;

8.3.4 Atendimento da normatização das atividades de extensão no IFSC;

8.3.5 Equipe técnica do projeto sem pendências com a Diretoria de Extensão do IFSC no ano de 2013;

8.3.6 Público alvo composto pela comunidade externa ou mista (externa e interna);

8.3.7 Participação de um aluno extensionista, conforme critérios estabelecidos pelo item 6 desse edital;

8.3.8 O projeto não ter sido apoiado por outros editais da Reitoria do IFSC;

8.3.9 A relação com o desenvolvimento de atividades de pesquisa e ensino;

8.3.10 A previsão do impacto social para a comunidade externa do IFSC

8.3.11 O não atendimento dos itens acima poderá desclassificar a proposta, conforme os critérios de pontuação definidos no item 10 deste edital;

8.4 Somente serão consideradas parcerias comprovadas na forma de termo de cooperação técnica firmado entre parceiro e a instituição ou carta de ciência e apoio ao projeto pelo parceiro externo.

8.5 Em virtude do tempo de execução previsto para a execução dos projetos, estes não poderão contemplar cursos de extensão.

8.6 o serão aceitas propostas entregues pessoalmente pelos proponentes. É obrigatório o envio via formulário eletrônico até as 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, da data limite de envio estipulada em cada chamada, conforme define o calendário do presente Edital. A data do envio registrada pelo sistema servirá como comprovante ao atendimento deste requisito.

 

9 ANÁLISE E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS

9.1 A seleção das propostas será efetuada por comissão de avaliação da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas.

9.2 O Edital prevê apenas apoio financeiro por meio de bolsas de Extensão a projetos que apresentem viabilidade em termos de infraestrutura, pessoal qualificado e tempo para o seu desenvolvimento.

9.3 As propostas serão analisadas segundo os critérios constantes no quadro a seguir:

Quesitos

Item Edital

1.Atendimento a área e linha de extensão

3 e 4

2.Caracterização do público-alvo

7.2

3.Plano de trabalho do bolsista

7.2

4.Justificativa da proposta

7.2

5.Objetivos

7.2

6.Metodologia

7.2

7.Acompanhamento e Avaliação

7.2

8. Avaliação do Plano de trabalho bolsistas

7.2

9. Viabilidade de execução

7.2

10.Parceiros externos (instituições de ensino, empresas, associações, outros órgãos estaduais e municipais) Comprovado por meio de termo de cooperação técnica firmado entre o parceiro e a instituição ou carta de ciência e apoio ao projeto pelo parceiro externo com possível desenvolvimento de termo de cooperação.

7.2 e 8.4

 

9.4 A pontuação da proposta (P) será o resultado da soma das notas atribuídas pela Comissão de Avaliação, conforme Anexo 2, expressa por P = Σ (n), onde:

P = pontuação final da proposta;

n = nota do quesito.

 

 

10. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS

 

10.1 O julgamento e a classificação final são atos exclusivos da Comissão de Avaliação que, em consequência, reserva-se o direito de desclassificar as propostas em desacordo com este edital ou ainda, que se revelarem manifestamente inexequíveis.

10.2 Será desclassificada a proposta que não atender ao quesito 1,2 e 3 da tabela de pontuação e/ou não apresentar a folha de parecer com todas as assinaturas do câmpus.

10.3 Os resultados do julgamento das solicitações de bolsas serão divulgados no site da EXTENSÃO.

 

11.  DA EXECUÇÃO:

11.1 O trâmite de análise e aprovação da proposta será realizado no Sigproj. O coordenador do projeto deverá acompanhar o andamento da proposta cadastrada.

11.2 Os projetos poderão iniciar somente após receber o status de aprovado no Sigproj.

11.3 A implementação da bolsa do coordenador só será realizada, caso o coordenador não possua pendências com a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas.

11.3.1 Será considerada pendência o não encaminhamento de documentação solicitada em editais anteriores, a ausência de relatório final em projetos de extensão finalizados no ano de 2013 e o não comparecimento ao SEPEI 2013, caso tenha projetos aprovados pelo edital APROEX em 2013.

11.4 Os projetos aprovados poderão iniciar suas atividades após o envio da documentação para cadastro (atestado de matrícula do aluno extensionista, termos de responsabilidade assinados pelo coordenador e pelo aluno extensionista e termo de adesão ao serviço voluntário) conforme o prazo estabelecido no item 15.

11.5 O aluno extensionista poderá iniciar as atividades de Extensão após implantação do seguro de Acidentes Pessoais por parte do IFSC, ou equivalente, que cobertura de despesas médicas e hospitalares nos eventuais casos de acidentes e sinistros que possam ocorrer nas atividades de exercício da iniciação à Extensão.

11.6 Não será permitida a substituição de coordenador e/ou bolsistas.

11.7 O projeto aprovado não poderá ser substituído. Sendo impossível sua execução, as bolsas serão canceladas, e aquelas recebidas deverão ser restituídas. Neste caso, o coordenador deverá encaminhar à CERE e à Diretoria de Extensão, via memorando, uma comunicação por escrito com as devidas justificativas.

11.8 Concluído o projeto de extensão, o coordenador, juntamente com o aluno extensionista do projeto, deverá enviar via sigproj o relatório final das atividades e relatório de atividades desenvolvidas pelo bolsista.

 

12. SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS

12.1 O coordenador do projeto deve apresentar os resultados parciais ou finais das atividades de extensão no evento institucional destinado a este fim, SEPEI, por demanda da PROEXT. A não participação no evento quando solicitado pela PROEXT será considerada pendência para a participação em editais no ano subsequente ao evento.

12.2 Apresentar os resultados do projeto em eventos nacionais de extensão sempre que possível.

12.3 O coordenador deve registrar no Currículo Lattes o projeto de extensão em desenvolvimento, além da produção vinculada ao projeto.

 

13. Liberação das Bolsas

13.1 As bolsas do Programa de Institucional de Apoio a Projetos de Extensão serão liberadas somente após a aprovação do projeto via Sigproj e de acordo com o calendário de pagamentos da Pró-Reitoria de Administração do IFSC (item 14.2).

 

14. CALENDÁRIO

14.1 Calendário do Edital

Lançamento do Edital

01 de abril de 2014.

Data para recebimento das propostas

 Conforme calendário específico das chamadas

Data limite para envio das propostas

Conforme calendário específico das chamadas

Prazo de vigência deste edital

Até 30 de novembro de 2014

Prazo para envio do Relatório Final e Relatório de atividades dos bolsistas via sigproj.

Até 20 de dezembro de 2014.

 

14.2 Calendário das chamadas

Número da Chamada

Data de Lançamento da Chamada

Quantidade máxima de projetos aprovados

Prazo final para envio de propostas

Prazos de execução dos projetos

Pagamentos das bolsas

Chamada 01

01 de Abril

35

20 de abril

 15/05 – 15/07

05/05 – bolsa coordenador

05/06 e 05/07 – bolsas aluno

Chamada 02

30 de maio

20

20 de junho

15/08 – 15/10

05/08 – bolsa coordenador

05/09 e 05/10 – bolsas aluno

Chamada 03

30 de agosto

15

20 de setembro

15/10 – 15/12

05/10 – bolsa coordenador

05/11 e 05/12 – bolsas aluno

 

15. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS

15.1 Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de avaliação da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, respeitando o princípio da ampla defesa.

15.2 A submissão de projetos implicará a tácita aceitação das condições estabelecidas neste Edital e das normas vigentes no âmbito do IFSC, das quais o coordenador do projeto não poderá alegar desconhecimento.

15.3 A qualquer tempo, este Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, por motivo de interesse público, sem que isso implique direito à indenização de qualquer natureza.

15.4 O pagamento das bolsas concedidas por este edital estão condicionadas a disponibilidade orçamentário-financeira do IFSC.

15.5 O recebimento e análise dos projetos será feito até o limite orçamentário previsto para este edital, cabendo a PROEX aumentar o limite máximo de propostas aprovadas por chamada de acordo com a disponibilidade orçamentária.

15.6 Havendo saldo entre o montante de recursos disponibilizado e os recursos solicitados, estes serão aplicados no fomento da extensão nos editais vigentes em 2014.

15.7 A partir da aprovação do projeto de Extensão nesse Edital, o coordenador será automaticamente cadastrado no banco de avaliadores de projetos e artigos de Extensão.

15.8 Para situações não previstas no presente Edital, prevalecem as Normas e procedimentos do Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão, do IFSC.

15.9 Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos, contatando-se a Diretoria de Extensão do IFSC, pelo telefone (48) 3877-9011, por e-mail no endereço aproex@ifsc.edu.br ou pessoalmente no prédio da Reitoria, 1º andar, na Diretoria de Extensão.

Florianópolis, 01 de abril de 2014.

 

 

Maria Clara Kaschny Schneider

Reitora do IFSC

 

Anexo 01

 

Linhas de Extensão definidas pela Política Nacional de Extensão

 

Número

Linhas

Forma de operacionalização mais frequente

1

Alfabetização, leitura e escrita

 

Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos; formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas.

2

Artes cênicas

Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

3

Artes integradas

Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção e da prática artística em um único programa integrado; memória, produção e difusão cultural e artística.

4

Artes plásticas

Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação, apropriação; formação, memória, produção e difusão cultural e artística.

5

Artes visuais

Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória, produção e difusão cultural e artística.

6

Comunicação

estratégica

 

Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em atividades  de publicidade, propaganda e de relações públicas; suporte

de comunicação a programas e projetos de mobilização  social, a organizações  governamentais e da sociedade civil

7

Desenvolvimento de

produtos

 

Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos.

8

Desenvolvimento

regional

 

Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas à elaboração de planos diretores, a soluções, tratamento de

problemas e melhoria da qualidade de vida da população local, tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das ações; participação

em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável – DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais, estaduais e locais de desenvolvimento e a fóruns de municípios

e associações afins; elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base  recursos locais renováveis e práticas sustentáveis; permacultura; definição de indicadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilidade.

9

Desenvolvimento

rural e questão agrária

 

Constituição e/ou implementação de iniciativas de reforma  agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica; planejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização

rural; comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição  de critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de impactos de políticas de desenvolvimento rural.

10

Desenvolvimento Tecnológico

Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de viabilidade técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias.

11

Desenvolvimento

urbano

 

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas das comunidades urbanas; urbanismo.

12

Direitos individuais e

coletivos

 

Apoio a organizações e ações de memória social, defesa, proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência jurídica e judiciária, individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e

jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de direitos humanos.

13

Educação profissional

*Formação técnica profissional, visando a valorização, aperfeiçoamento e promoção de técnicas profissionais e inserção no mercado de trabalho.

14

Empreendedorismo

Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de empresas, parques e pólos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e outras ações

voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios, estimulando a pró-atividade.

15

Emprego e Renda

Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda para empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia solidária, agricultura familiar, dentre outros.

16

Endemias e epidemias

 

Planejamento, implementação e avaliação de metodologias de intervenção e de investigação tendo como tema o perfil  epidemiológico de endemias e epidemias e a transmissão

de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção.

17

Espaços de ciência

Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros; organização  desses espaços.

18

Esporte e lazer

Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências de lazer para crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão, participação social e

promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos políticopedagógico das escolas; desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas no ensino da Educação Física,Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção e

fomento de talentos esportivos.

19

Estilismo

Estilismo e moda

20

Fármacos e

medicamentos

 

Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde, em seus processos que envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos.

21

Formação de professores (formação docente)

 

Formação e valorização de professores, envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização

do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas

e a inclusão no mercado de trabalho formal.

22

Gestão do trabalho

Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho urbano e rural (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas

populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros).

23

Gestão informacional

Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do terceiro setor.

24

Gestão institucional

 

Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas, privadas e do terceiro setor, governamentais e não-governamentais.

25

Gestão pública

 

Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais).

26

Grupos sociais

vulneráveis

 

Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão;

promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento  de metodologias de intervenção.

27

 Infância e

adolescência

 

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), promoção, defesa e garantia de direitos; ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho infantil; desenvolvimento de metodologias de intervenção tendo como objeto  enfocado na ação crianças, adolescentes e suas famílias.

28

Inovação tecnológica

Introdução de produtos ou processos  tecnologicamente novos e melhorias significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas diversas áreas do

conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de produto ou processo aquela que tenha sido implementada  e introduzida no mercado (inovação de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo).

29

Jornalismo

 

Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e eletrônicas; assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia.

30

Jovens e adultos

 

Processos de atenção (saúde, assistência social, etc), emancipação e inclusão; educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a  juventude e/ou a idade adulta.

31

Línguas estrangeiras

 

Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas; desenvolvimento de processos de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução.

32

Metodologias e

estratégias de ensino/aprendizagem

 

Metodologias e estratégias específicas de  ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o ensino presencial e de pedagogia de formação inicial, educação continuada,

educação permanente e formação profissional.

33

Mídias-artes

 

Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital.

34

Mídias

Veículos comunitários e universitários, impressos e eletrônicos (boletins,manuais,cartilhas, rádio, televisão, jornal, revistas,internet, etc);

promoção do uso didático dos meios de educação e de ações educativas sobre as mídias.

35

Música

Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área musical; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material

didático na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

36

Organizações da

sociedade civil e movimentos

sociais e populares

 

Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s, OSCIP’s, redes,

cooperativas populares, sindicatos, dentre outros.

37

Patrimônio cultural,

histórico, natural e imaterial

Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore,

manifestações religiosas populares), natural (natureza, meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção,

ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras organizações culturais, coleções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos

religiosos populares; valorização do patrimônio; memória, produção e difusão cultural e artística.

38

Pessoas com deficiências, incapacidades, e necessidades especiais

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão de pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais, síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras;

promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e coletiva, tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias.

39

Propriedade

intelectual e patente

 

Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e sobre propriedade intelectual e patente.

40

Questões ambientais

 

Implementação e avaliação de processos de educação ambiental de redução da poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; preservação de recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio ambiente.

41

Recursos hídricos

 

Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês

estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios municipais de recursos hídricos.

42

Resíduos sólidos

Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar,

segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva, instalação

de manejo de resíduos sólidos urbanos reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final (aterros sanitários e controlados), e remediação de resíduos a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo.

43

Saúde animal

Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal: prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e hospitais veterinários pedagógicos.

44

Saúde da família

Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde da família.

45

Saúde e proteção no

trabalho

 

Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de trabalho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional.

46

Saúde humana

Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização dos serviços; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais

universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados de diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia, dentre outras.

47

Segurança alimentar e

nutricional

 

Incentivo à produção de alimentos básicos, auto-abastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar.

48

Segurança pública e

defesa social

 

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias, dentro de uma compreensão global do conceito de segurança pública, visando proporcionar soluções e tratamento de problemas relacionados; orientação e assistência jurídica, judiciária, psicológica e social à população carcerária e seus familiares; assessoria a projetos de educação, saúde e trabalho aos apenados e familiares;

questão penitenciária; violência; mediação de conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos; proteção a testemunhas; policiamento comunitário.

49

Tecnologia da informação

Desenvolvimento de competência informacional para identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital.

50

Temas específicos /

Desenvolvimento humano

 

Temas das diversas áreas do conhecimento, especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias, engenharias, lingüística,

(letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização e aperfeiçoamento humano.

51

Terceira idade

Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão; promoção, defesa e garantia de

direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias.

52

Turismo

Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negócios, religioso, etc) como setor gerador de emprego e renda; desenvolvimento de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção

e divulgação de imagens em acordo com as especificidades culturais das populações locais.

53

Uso de drogas e

dependência química

 

Prevenção e limitação da incidência e do consumo de drogas; tratamento de dependentes; assistência e orientação a usuários de drogas; recuperação e reintegração social.

 

 

Anexo 02

Pontuação para Avaliação do Projeto de Extensão

Quesitos

Item Edital

Pontuação

Peso

 

 

Mínima

Máxima

 

1. Atendimento a área e linha de extensão

3 e 4

Eliminatória

 

2. Caracterização do público-alvo

7.2

Eliminatória

 

3. Inserção de aluno extensionista

7.2

Eliminatória

 

4. Plano de trabalho do bolsista

7.2

Eliminatória

 

5. Folha de pareceres com todas as assinaturas

8.2

Eliminatória

 

6. Justificativa do projeto (Motivação/demanda)

7.2

00

10

10,0

Sem identificação de motivação

 

00

 

 

Necessidade observada

 

05

 

 

Problema existente

 

08

 

 

Demanda solicitada pela comunidade externa

 

10

 

 

7. Relação com atividades de pesquisa

7.1

00

10

10,0

Apresenta relação

 

10

 

Não apresenta relação

 

00

 

8. Relação com atividades de ensino (processo formativo)

7.1

00

10

10,0

Apresenta relação

 

10

 

Não apresenta relação

 

00

 

9. Objetivos e metas (Conformidade com a linha proposta)

7.2

00

10

15,0

Excelente

 

10

 

Bom

 

07

 

Regular

 

05

 

Insuficiente

 

00

 

10. Objetivos e metas (Clareza na definição dos objetivos)

7.2

00

10

15,0

Excelente

 

10

 

Bom

 

07

 

Regular

 

05

 

Insuficiente

 

00

 

11. Metodologia

7.2

00

10

20,0

Precisa

 

10

 

Satisfatória

 

05

 

Imprecisa

 

00

 

12. Acompanhamento e Avaliação do projeto

7.2

0,0

10,0

10,0

Excelente

 

10

 

Bom

 

07

 

Regular

 

05

 

Insuficiente

 

00

 

13. Parceiros externos (instituições de ensino federal, estadual ou municipal, empresas, associações, ONGs, órgãos federais estaduais e municipais, empresas privadas e profissionais externos) Comprovado por meio de termo de cooperação técnica firmado entre o parceiro e a instituição ou carta de ciência e apoio ao projeto pelo parceiro externo com possível desenvolvimento de termo de cooperação.

7.2 e 8.4

0,0

10,0

10,0

Não apresenta parceiros

 

00

 

Apresenta 1 parceiro

 

03

 

Apresenta 2 parceiros

 

06

 

Apresenta 3 ou mais parceiros

 

10