IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina

APROEX – Nº 01/2014 - APROEX – Nº 01/2014 -

O Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão apoia as atividades de extensão, regulamentadas pela Resolução Normativa número 20 de 20 de maio de 2013, com ênfase em atividades acadêmicas que contribuam para o acesso ao saber e a diminuição das desigualdades sociais, bem como ao fortalecimento da Extensão como atividade institucional.



UNIDADE CONTINENTE

APROEX – Nº 01/2014/PROEX

 

 

 

 

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO A PROJETOS DE EXTENSÃO DO IFSC

 

 

 

 

 

EXECUÇÃO:10 DE Março DE 2014 A 10 de AGOSTO DE 2014.

    

Em consonância com a Lei número 11.892 de 29 de dezembro de 2008, no artigo 7o, inciso IV e a Resolução Normativa do CEPE/IFSC número 17 de 12 de abril de 2010, a Reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa CatarinaIF-SC, Profª. Maria Clara Kaschny Schneider, no uso de suas atribuições legais, torna público o lançamento do Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão, de acordo com as disposições deste Edital.

 

1.  PREÂMBULO

O Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão apoia as atividades de extensão, regulamentadas pela Resolução Normativa número 20 de 20 de maio de 2013, com ênfase em atividades acadêmicas que contribuam para o acesso ao saber e a diminuição das desigualdades sociais, bem como ao fortalecimento da Extensão como atividade institucional.

 

2.  OBJETIVOS

O presente Edital tem por objetivo:

2.1         Fomentar as atividades de extensão no IFSC, articuladas com o ensino e a pesquisa, a serem desenvolvidas de 10 de março de 2014 a 10 de agosto de 2014, oportunizando a participação da comunidade acadêmica no desenvolvimento de projetos de extensão com aporte de recursos institucionais por meio do Apoio a Bolsas de Extensão.

2.2         Consolidar e institucionalizar as atividades Extensão no âmbito dos Câmpus do IFSC.

2.3         Contribuir para a formação profissional, cidadã e crítica dos alunos.

2.4         Estimular a produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos, cultural, artístico e desportivo.

2.5         Estimular o desenvolvimento de atividades de extensão que contribuam para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

 

 

3.            ÀREAS TEMÁTICAS DE EXTENSÃO

No âmbito deste edital serão consideradas atividades de extensão passíveis de apoio os projetos que tenham vínculo direto com a comunidade externa e que sejam desenvolvidos nas seguintes áreas temáticas estabelecidas pela Política Nacional de Extensão:

 

3.1         Comunicação

3.2         Cultura

3.3         Direitos Humanos e Justiça

3.4         Educação

3.5         Meio Ambiente

3.6         Saúde

3.7         Tecnologia e Produção

3.8         Trabalho

 

4.            ABRANGÊNCIA

A abrangência a que se refere este edital está vinculada as Linhas e Temáticas de Extensão discriminadas na Tabela 1 do Anexo 1 deste Edital.

 

5.            PROPONENTE

6.1 Poderão ser proponentes os servidores (docentes e técnico-administrativos) que fazem parte do quadro permanente do IFSC, com projetos aprovados no Campus em que estão vinculados (CERES, Departamento de Ensino Pesquisa e Extensão, Direção), sem pendências nos projetos de extensão no ano de 2013 na Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas. 

6.2 Cada servidor poderá concorrer como coordenador de apenas um projeto, solicitando bolsa apoio ao servidor, não estando impedido de participar de outras propostas como coordenador solicitando somente apoio para alunos ou como membro da equipe.

 

7.            APOIO CONCEDIDO E VIGÊNCIA DAS BOLSAS

7.1 Dos recursos: Os recursos desse Edital contemplarão 45 (quarenta e cinco) bolsas para coordenador do projeto e 150 (cento e cinquenta) bolsas para alunos extensionistas por um período de 5 meses. Em cada projeto poderão ser solicitados, no máximo, 3 (três) alunos extensionistas.

7.2 Para o coordenador do projeto: O coordenador do projeto contemplado poderá receber apoio por meio de uma (1) bolsa para o servidor coordenador do projeto no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) por mês, durante 5 meses, pelas atividades desenvolvidas durante o projeto, a título de apoio ao desenvolvimento do projeto.

7.2.1 O apoio de R$ 500,00 (quinhentos reais) R$ 600,00 (seiscentos reais) subsidiará o desenvolvimento das atividades que constam no projeto de extensão para o alcance das metas e objetivos propostos.

7.3 Para os alunos extensionistas: Os alunos dos projetos aprovados receberão apoio por meio de uma (01) bolsa de extensão cada um, no valor de R$ 400,00, durante 05 meses, para apoiar as atividades previstas no projeto. As bolsas a que este edital se refere serão disponibilizadas em conformidade com a disponibilidade orçamentário-financeira.

 

8.   REQUISITOS E OBRIGAÇÕES DO SERVIDOR COORDENADOR E DO ALUNO BOLSISTA

8.1  Do coordenador do projeto:

a. Ser servidor efetivo (docente ou técnico administrativo) do IFSC, sem vínculo empregatício com outra Instituição e ter currículo Lattes atualizado.

b. Não ser ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC.

c. O coordenador do projeto não poderá ser lotado na Diretoria de Extensão vinculada a Pró Reitoria de Extensão e Relações Externas .

d. Coordenar somente um projeto de extensão encaminhado para este edital, solicitando bolsa de apoio para o servidor.

e. Dispor de carga horária para orientar o(s) aluno(s) extensionista(s) no desenvolvimento das atividades de extensão e participar das reuniões mensais de acompanhamento do projeto

f.Gerenciar o andamento do projeto de extensão cumprindo critérios e cronograma estabelecidos no edital e as metas do projeto; solicitar, quando necessário, a troca de bolsistas conforme procedimentos estabelecidos pela PROEX.

g. Solicitar apenas uma bolsa de coordenador do projeto vinculado este edital.

h.  Não ter pendências com a Pró Reitoria de Extensão e Relações Externas no ano de 2013.

i. Participar presencialmente do SEPEI e outros eventos de extensão da instituição bem como de eventos externos de divulgação da extensão, produzindo material gráfico e audiovisual necessário para os eventos. 

j. Apresentar o projeto nos eventos, identificando nos trabalhos apresentados e as publicações, o apoio concedido pelo IFSC: PROJETO APOIADO COM RECURSOS DO IFSC / APROEX.

k. Encaminhar trabalhos de extensão para serem apresentados no SEURS e organizar a participação dos alunos no evento. 

l. Encaminhar relatório final que apresente as atividades desenvolvidas, seus resultados e impactos. 

m. Registrar por meio de fotos, vídeos e outros, as atividades desenvolvidas no projeto.

n. Participar indispensavelmente das reuniões periódicas de acompanhamento do projeto coordenadas pela CERE (Coordenadoria de Extensão e Relação Externa) do Campus, relatando em ata o desenvolvimento das atividades descritas no projeto aprovado. O calendário de reuniões está descrito no Anexo 02.

o. Encaminhar à CERE:

§  Qualquer dificuldade ocorrida que inviabilize ou comprometa a execução do projeto.

§  A documentação do bolsista (ficha cadastral, termo de compromisso e atestado de matrícula), até data limite prevista neste edital.

§  A ficha de substituição de bolsista, quando necessário, com no mínimo trinta (30) dias antecedentes ao último mês de execução de projeto.

p. Caso o proponente seja técnico administrativo que não tenha formação superior completa deverá ter um docente entre os membros da equipe executora para orientação do aluno bolsista.

 

8.2. Do aluno candidato à bolsa de Extensão:

a.   Ser aluno regularmente matriculado em cursos do IFSC.

b.  Dispor de carga horária para o desenvolvimento das atividades de extensão.

c.   Não possuir vínculo empregatício e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou de qualquer outra Instituição.

d.  Não possuir duas matrículas em cursos da Rede Federal de Ensino.

e.   Participar presencialmente do SEPEI e eventos internos e externos de divulgação da extensão de acordo com a demanda institucional. 

f.    Executar o projeto cumprindo o cronograma estabelecido e suas metas.

g.  Seguir os procedimentos estabelecidos pela PROEX para o pagamento das bolsas.

h.  Elaborar relatório de desenvolvimento de atividades ao final do projeto.

 

 

9.   ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS

9.1  As propostas deverão atender às seguintes diretrizes:

 

9.1.1. Natureza acadêmica:

 

INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃOcaracterizada pela integração da ação extensionista à formação técnica e cidadã do estudante. Promover, desenvolver e difundir o conhecimentos científicos e tecnológicos.  Projetos desenvolvidos a partir do resultado de estudos sistemáticos (pesquisas – conhecimento) do contexto sócio-econômico-cultural da comunidade cujas aspirações se pretende atender. Aplicação dos resultados na pesquisa cientifica e tecnológica na sociedade ou que as atividades desenvolvidas na sociedade subsidiem o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas que impactem no desenvolvimento regional.

INTERDISCIPLINARIDADE - caracterizada por trocas entre áreas de conhecimento, interação de modelos e conceitos complementares, além da integração de metodologias, instrumentos e técnicas para uma consistência teórica e operacional que estrutura o trabalho coletivo.

IMPACTO NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTEcaracterizado pela contribuição à formação técnico-científica, pessoal e social dos estudantes, explicitada em um plano de trabalho que contenha as ações que serão desenvolvidas pelos estudantes durante a execução do projeto. 

CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE PUBLICAÇÕES E PRODUTOS DE EXTENSAOcaracterizado pela elaboração de produtos que sejam resultantes das ações dos programas e projetos conforme Anexo xx.

 

9.1.2. Relação com a sociedade:

 

IMPACTO SOCIAL, AMBIENTAL E/OU ECONÔMICOcaracterizado pela ação transformadora sobre os problemas sociais; contribuição à inclusão de grupos sociais; desenvolvimento de meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimento; ampliação de oportunidades educacionais e do acesso a processos de formação e qualificação; contribuição na formulação, implementação e acompanhamento das políticas públicas prioritárias ao desenvolvimento local, regional e nacional em articulação com o mundo do trabalho contribuindo para o alcance das metas dos objetivos de desenvolvimento do milênio (ODM). 

RELAÇÃO DIALÓGICA COM OS DEMAIS SETORES DA SOCIEDADEcaracterizada pela interação e intercâmbio do conhecimento, experiências, tecnologias, metodologias acumulados no IFSC com instituições e organizações; desenvolvimento de parcerias institucionais internas e externas ao IFSC.

RELAÇÃO COM OS OBJETIVOS DO MILÊNIO - As metas do milênio foram estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, com o apoio de 191 nações, e ficaram conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). São eles:

1 - Acabar com a fome e a miséria

2 - Oferecer educação básica de qualidade para todos

3 - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

4 - Reduzir a mortalidade infantil

5 - Melhorar a saúde das gestantes

6 - Combater a Aids, a malária e outras doenças

7 - Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

8- Estabelecer parcerias para o desenvolvimento

Visando alinhar e potencializar as ações do IFSC em prol dos ODM, o projeto deve explicitar como contribui para os objetivos do milênio.

 

9.2  Estruturação da proposta:

9.2.1 A proposta do projeto deverá conter:

a. Descrição da justificativa de forma coerente;

b. Clareza e precisão dos objetivos definidos;

c. Explicitação dos procedimentos metodológicos;

d. Indicação do público-alvo e do número estimado de pessoas beneficiadas;

e. Cronograma de execução detalhado;

f. Descrição do processo de acompanhamento e avaliação, com a explicitação dos indicadores e da sistemática de avaliação;

g. Explicitar o plano de trabalho de cada bolsista ou grupo de bolsistas;

h. Detalhamento da infra-estrutura existente para a execução da proposta.

 

10.  SUBMISSÃO

 

 

10.1 As propostas deverão ser cadastradas na internet por meio do uso da plataforma eletrônica Sigproj - disponibilizada no endereço http://sigproj.mec.gov.br.

10.2 A folha de pareceres (anexo do formulário) deve ser impressa e ser assinada pelo coordenador de extensão do campus, pela chefia imediata, pelo chefe de ensino e pelo diretor do campus e enviada via plataforma eletrônica no campo específico.

10.3 Os documentos (termos de compromisso do coordenador do projeto e do aluno) devem ser preenchidos corretamente, assinados e enviados via formulário eletrônico nos campos específicos após aprovação do projeto que ficará disponível com status “ a reformular” com a especificação em parecer solicitando a documentos, conforme prazo estabelecido no calendário.

10.4 A submissão dos projetos de extensão deve acompanhar os prazos estabelecidos no calendário. levando em consideração:

10.4.1 Projetos de extensão com execução até agosto de 2014;

10.4.2 Projetos com duração de 5 (cinco) meses;

10.4.3 Atendimento da normatização das atividades de extensão no IFSC;

10.4.4 Assinatura da folha de pareceres da Direção Geral do Campus; Departamento de Ensino Pesquisa e Extensão, Chefia imediata e CEREs no formulário da proposta;

10.4.5 Equipe técnica do projeto sem pendências com a Diretoria de Extensão do IFSC no ano de 2013;

10.4.6 Público alvo composto pela comunidade externa;

10.4.7 Participação de aluno extensionista, com orientação de docente do IFSC conforme critérios estabelecidos pelo item 8 desse edital;

10.4.8 O projeto não ter sido apoiado por outros editais da Reitoria do IFSC;

10.4.9 A relação com o desenvolvimento de atividades de pesquisa e ensino;

9.4.10 A previsão do impacto social para a comunidade externa do IFSC

9.4.11 O não atendimento dos itens acima poderá desclassificar a proposta, conforme os critérios de pontuação definidos no item 10 deste edital;

10.5 Não serão aceitas propostas entregues pessoalmente pelos proponentes. É obrigatório o envio via formulário eletrônico até às 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, do dia 09 de novembro de 2013 17 de novembro de 2013, conforme define o calendário do presente Edital. A data do envio registrada pelo sistema servirá como comprovante ao atendimento deste requisito.

 

10.6 Propostas apresentadas após a data limite de 09 de novembro de 2013 17 de novembro de 2013 serão invalidadas.

 

11 ANÁLISE E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS

 

11.1 A seleção das propostas será efetuada por uma Comissão da Avaliação constituída por membros da Pro Reitoria de Extensão e Relações Externas, Pro Reitoria de Ensino, Pro Reitoria de Pesquisa Pós Graduação e Inovação, Coordenadores de Extensão e Relações Externas e demais servidores interessados no processo de avaliação que não tenham solicitado apoio neste edital.  

 

11.2 O Edital prevê apenas apoio financeiro por meio de bolsas de Extensão a projetos que apresentem viabilidade em termos de infraestrutura e pessoal qualificado para o seu desenvolvimento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11.3 As propostas serão analisadas segundo os critérios constantes no quadro a seguir:

Quesitos

Item Edital

Pontuação

Peso

Mínima

Máxima

1.Atendimento a área e linha de extensão

3

Eliminatória

 

2.Caracterização do público-alvo

8.2

Eliminatória

 

3.Plano de trabalho do bolsista

8.2

Eliminatória

 

4.Inserção de aluno extensionista

9.5.7

Eliminatória

 

5.Experiência do coordenador em projetos de extensão cadastrados na Pró Reitoria de Extensão e Relações Externas em 2012 e 2013*

7.1

0,0

10,0

0,075

6.Experiência do coordenador no desenvolvimento de ações de extensão cadastradas na Pró Reitoria de Extensão e Relações Externas em 2012 e 2013*

7.1

0,0

10,0

0,025

7.Participação na equipe executora em projetos de Extensão nos últimos 5 anos*

7.1

0,0

10,0

0,025

8.Experiência como coordenador em projetos e Extensão aprovados em editais externos*

7.1

0,0

10,0

0,1

9.Apresentação de trabalhos em eventos de extensão ou artigos de Extensão publicados*

7.1

0,0

10,0

0,1

10.Desenvolvimento de produtos de Extensão nos últimos 3 anos*

7.1

0,0

10,0

0,05

11.Justificativa da proposta

8.2

0,0

10,0

0,175

12.Objetivos e metas

8.2

0,0

10,0

0,2

13.Metodologia

8.2

0,0

10,0

0,15

14.Acompanhamento e Avaliação

8.2

0,0

10,0

0,05

15.Parceiros externos (instituições de ensino, empresas, associações, outros órgãos estaduais e municipais) Comprovado por meio de termo de cooperação técnica firmado entre o parceiro e a instituição ou carta de ciência e apoio ao projeto pelo parceiro externo com possível desenvolvimento de termo de cooperação.

8.1.2

0,0

10,0

0,05

 

* A participação em eventos de extensão, publicação de artigos de extensão, coordenação e participação de projetos de extensão e desenvolvimento de produtos de extensão serão analisadas conforme dados extraídos do currículo Lattes. 

 

11.4  A pontuação da proposta (P) será o resultado da soma das notas atribuídas pela Comissão de Avaliação multiplicada pelos respectivos pesos, expressa por P = Σ (n . p), onde:

P = pontuação final da proposta;

n = nota do quesito;

p = peso do quesito.

 

12.   DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS E PEDIDOS DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS

12.1 Será desclassificada do resultado provisório a proposta que:

a) Não atender ao quesito 1,2, 3 e 4 da tabela de pontuação.

12.2 O julgamento e a classificação provisória e final são atos exclusivos da Comissão de Avaliação que, em consequência, reserva-se o direito de desclassificar as propostas em desacordo com este edital ou ainda, que se revelarem manifestamente inexequíveis.

12.3 Durante o processo de análise, a Comissão de Avaliação poderá recomendar adequações as propostas.

12.4. Em caso de empate na pontuação provisória e final será considerada a maior pontuação obtida nos seguintes quesitos, obedecida à ordem de prioridade estabelecida:

a. Natureza acadêmica;

b. Relação com a sociedade.

12.5. Os resultados (preliminar e final) do julgamento das solicitações de bolsas serão divulgados no  site da EXTENSÃO.

12.6. Será admitido recurso contra o resultado provisório, que deverá vir assinado pelo coordenador da proposta.

11.6.1 O recurso após assinado deverá ser escaneadoem formato PDFe anexado à mensagem eletrônica.

11.6.2 O recurso deverá ser remetido para o endereço eletrônico aproex@ifsc.edu.br com o seguinte título para o campo assunto: RECURSO CONTRA O RESULTADO PROVISÓRIO DO EDITAL APROEX 03 2013.

11.6.3 Os recursos devem ser enviados até às 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, da data limite da interposição de recursos (item 15).

12.7 A decisão dos recursos será dada a conhecer, coletivamente, por meio de divulgação do resultado final a ser publicado no site da EXTENSÃO.

12.8 A Pró Reitoria de Extensão e Relações Externas não se responsabiliza por recursos não recebidos em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamento nas linhas de comunicação nem por documentos corrompidos.

 

13.  DA EXECUÇÃO:

13.1       Após divulgação do resultado deste edital, conforme item 15, os coordenadores deverão encaminhar a CERE a documentação dos coordenadores e do(s) aluno(s) extensionista(s).

13.2       Os projetos aprovados poderão iniciar suas atividades após o envio da documentação para cadastro (ficha cadastral e atestado de matrícula do(s) aluno(s) extensionista(s) e os termos de responsabilidade assinados pelo coordenador e pelo(s) aluno(s) extensionista(s)) conforme o prazo estabelecido no item 15.

13.3       O(s) aluno(s) extensionista(s) poderão iniciar as atividades de Extensão após implantação do seguro de Acidentes Pessoais por parte do IF-SC, ou equivalente, que cobertura de despesas médicas e hospitalares nos eventuais casos de acidentes e sinistros que possam ocorrer nas atividades de exercício da iniciação à Extensão.

13.4       O pagamento das bolsas de alunos e servidores será realizado mediante entrega à Diretoria de Extensão da Ata de Reunião que será realizada nos campi, pelas CERE, de acordo com calendário descrito no Anexo 03.

13.5       O projeto selecionado não poderá ser substituído. Sendo impossível sua execução, as bolsas serão canceladas. Neste caso, o coordenador deverá encaminhar à CERE e à Diretoria de Extensão, via memorando, uma comunicação por escrito com as devidas justificativas.

13.6       Se o coordenador for contemplado em edital de outro Programa de Apoio do IF-SC que conceda bolsa ao servidor, o coordenador do projeto deverá optar pela utilização integral do recurso da bolsa em apenas um dos Programas de Apoio. Nos outros Programas de Apoio, o servidor receberá apenas o recurso destinado à viabilidade de execução do projeto, cujo valor deve estar descrito no Formulário do Projeto, sendo necessária a comprovação dos itens descritos e adquiridos.

13.7       Concluído o projeto de extensão, o coordenador, juntamente com o(s) aluno(s) extensionista(s) do projeto, deverá enviar a CERE o relatório final das atividades e relato de experiências.

 

14    SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS

14.1       Ao final da execução dos projetos de extensão e de acordo com o calendário deste edital, deve ocorrer a socialização dos conhecimentos adquiridos no desenvolvimento das atividades de extensão, por intermédio de artigo do tipo relato de experiência (Modelo de Relato de Experiência de Projetos de Extensão disponível na intranet do IFSC, no espaço da Diretoria de Extensão).

14.2       Os artigos do tipo relato de experiência, descrevendo o desenvolvimento das atividades de extensão, após aprovação da Diretoria de Extensão e do comitê de análise, serão disponibilizados na intranet do IFSC, visando à socialização e disseminação dos conhecimentos adquiridos.

14.3       O coordenador do projeto deve apresentar os resultados parciais ou finais da atividade de extensão no evento institucional destinado a este fim.

14.4       Apresentar os resultados do projeto em eventos nacionais de extensão sempre que possível.

14.5       O coordenador deve registrar no Currículo Lattes o projeto de extensão em desenvolvimento, além da produção vinculada ao projeto.

 

15.   Liberação das Bolsas

15.1 As bolsas do Programa de Institucional de Apoio a Projetos de Extensão serão liberadas somente após o envio da documentação mencionada no item 12.2 e da implementação do seguro do(s) aluno(s) extensionista(s).

 


16. CALENDÁRIO

Lançamento do Edital

16 de setembro de 2013

Data limite para envio das propostas

09 de novembro de 2013 às 23 horas e 59 minutos.      17 de novembro de 2013 às 23 horas e 59 minutos.

Análise das propostas recebidas

10 de novembro 18 de novembro a 17 de fevereiro de 2014

Divulgação dos Resultados

18 de fevereiro de 2014

Prazo para Envio de Recurso

19 de fevereiro de 2014

Divulgação dos Resultados Finais

21 de fevereiro de 2014

Prazo para envio da documentação do(s) aluno(s) extensionista(s) e os termos de compromissos do coordenador e do(s) aluno(s) extensionista(s)

24 a 28 de fevereiro de 2014

Prazo para Execução do Projeto

10 de março de 2014 a 10 de agosto de 2014

Prazo para envio do Relatório Final e Relato de Experiências conforme orientações da Pro Reitoria de Extensão e Relações externas.

10 de agosto de 2014

Envio dos Pôsteres e apresentação dos trabalhos no Seminário de Ensino Pesquisa e Extensão do IFSC

Em data a definir e que será encaminhada às CERES e Coordenadores do Projeto.

 

 

17.   DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS

17.1 Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, respeitando o princípio da ampla defesa.

17.2 A submissão de projetos implicará a tácita aceitação das condições estabelecidas neste Edital e das normas vigentes no âmbito do IFSC, das quais o coordenador do projeto não poderá alegar desconhecimento.

17.3       A qualquer tempo, este Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, por motivo de interesse público, sem que isso implique direito à indenização de qualquer natureza.

17.4       O pagamento das bolsas concedidas por este edital estão condicionadas a disponibilidade orçamentário-financeira do IFSC.

17.5       Para situações não previstas no presente Edital, prevalecem as Normas e procedimentos do Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão, do IFSC.

17.6       Havendo saldo entre o montante de recursos disponibilizado e os recursos solicitados, estes serão aplicados no fomento da extensão nos editais vigentes em 2014.

17.7       Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos, contatando-se a Diretoria de Extensão do IF-SC, pelo telefone (48) 3877-9011, por e-mail no endereço aproex@ifsc.edu.br ou pessoalmente no prédio da Reitoria, 1º andar, na Diretoria de Extensão.

 

Florianópolis, 04 de novembro de 2013.

 

 

 


Maria Clara Kaschny Schneider

Reitora do IF-SC

 

 

 

Anexo 01

 

Linhas de Extensão definidas pela Política Nacional de Extensão

 

Número

Linhas

Forma de operacionalização mais frequente

1

Alfabetização, leitura e escrita

 

Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos; formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas.

2

Artes cênicas

Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

3

Artes integradas

Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção e da prática artística em um único programa integrado; memória, produção e difusão cultural e artística.

4

Artes plásticas

Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação, apropriação; formação, memória, produção e difusão cultural e artística.

5

Artes visuais

Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória, produção e difusão cultural e artística.

6

Comunicação

estratégica

 

Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em atividades  de publicidade, propaganda e de relações públicas; suporte

de comunicação a programas e projetos de mobilização  social, a organizações  governamentais e da sociedade civil

7

Desenvolvimento de

produtos

 

Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos.

8

Desenvolvimento

regional

 

Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas à elaboração de planos diretores, a soluções, tratamento de

problemas e melhoria da qualidade de vida da população local, tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das ações; participação

em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável – DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais, estaduais e locais de desenvolvimento e a fóruns de municípios

e associações afins; elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base  recursos locais renováveis e práticas sustentáveis; permacultura; definição de indicadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilidade.

9

Desenvolvimento

rural e questão agrária

 

Constituição e/ou implementação de iniciativas de reforma  agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica; planejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização

rural; comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição  de critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de impactos de políticas de desenvolvimento rural.

10

Desenvolvimento Tecnológico

Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de viabilidade técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias.

11

Desenvolvimento

urbano

 

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas das comunidades urbanas; urbanismo.

12

Direitos individuais e

coletivos

 

Apoio a organizações e ações de memória social, defesa, proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência jurídica e judiciária, individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e

jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de direitos humanos.

13

Educação profissional

*Formação técnica profissional, visando a valorização, aperfeiçoamento e promoção de técnicas profissionais e inserção no mercado de trabalho.

14

Empreendedorismo

Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de empresas, parques e pólos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e outras ações

voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios, estimulando a pró-atividade.

15

Emprego e Renda

Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda para empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia solidária, agricultura familiar, dentre outros.

16

Endemias e epidemias

 

Planejamento, implementação e avaliação de metodologias de intervenção e de investigação tendo como tema o perfil  epidemiológico de endemias e epidemias e a transmissão

de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção.

17

Espaços de ciência

Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros; organização  desses espaços.

18

Esporte e lazer

Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências de lazer para crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão, participação social e

promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos políticopedagógico das escolas; desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas no ensino da Educação Física,Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção e

fomento de talentos esportivos.

19

Estilismo

Estilismo e moda

20

Fármacos e

medicamentos

 

Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde, em  seus processos que envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos.

21

Formação de professores (formação docente)

 

Formação e valorização de professores, envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização

do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas

e a inclusão no mercado de trabalho formal.

22

Gestão do trabalho

Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho urbano e rural (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas

populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros).

23

Gestão informacional

Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do terceiro setor.

24

Gestão institucional

 

Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas, privadas e do terceiro setor, governamentais e não-governamentais.

25

Gestão pública

 

Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais).

26

Grupos sociais

vulneráveis

 

Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão;

promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento  de metodologias de intervenção.

27

 Infância e

adolescência

 

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), promoção, defesa e garantia de direitos; ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho infantil; desenvolvimento de metodologias de intervenção tendo como objeto  enfocado na ação crianças, adolescentes e suas famílias.

28

Inovação tecnológica

Introdução de produtos ou processos  tecnologicamente novos e melhorias significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas diversas áreas do

conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de produto ou processo aquela que tenha sido implementada  e introduzida no mercado (inovação de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo).

29

Jornalismo

 

Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e eletrônicas; assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia.

30

Jovens e adultos

 

Processos de atenção (saúde, assistência social, etc), emancipação e inclusão; educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a  juventude e/ou a idade adulta.

31

Línguas estrangeiras

 

Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas; desenvolvimento de processos de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução.

32

Metodologias e

estratégias de ensino/aprendizagem

 

Metodologias e estratégias específicas de  ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o ensino presencial e de pedagogia de formação inicial, educação continuada,

educação permanente e formação profissional.

33

Mídias-artes

 

Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital.

34

Mídias

Veículos comunitários e universitários, impressos e eletrônicos (boletins,manuais,cartilhas, rádio, televisão, jornal, revistas,internet, etc);

promoção do uso didático dos meios de educação e de ações educativas sobre as mídias.

35

Música

Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área musical; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material

didático na área; memória, produção e difusão cultural e artística.

36

Organizações da

sociedade civil e movimentos

sociais e populares

 

Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s, OSCIP’s, redes,

cooperativas populares, sindicatos, dentre outros.

37

Patrimônio cultural,

histórico, natural e imaterial

Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore,

manifestações religiosas populares), natural (natureza, meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção,

ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras organizações culturais, coleções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos

religiosos populares; valorização do patrimônio; memória, produção e difusão cultural e artística.

38

Pessoas com deficiências, incapacidades, e necessidades especiais

Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão de pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais, síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras;

promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e coletiva, tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias.

39

Propriedade

intelectual e patente

 

Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e sobre propriedade intelectual e patente.

40

Questões ambientais

 

Implementação e avaliação de processos de educação ambiental de redução da poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; preservação de recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio ambiente.

41

Recursos hídricos

 

Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês

estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios municipais de recursos hídricos.

42

Resíduos sólidos

Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar,

segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva, instalação

de manejo de resíduos sólidos urbanos reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final (aterros sanitários e controlados), e remediação de resíduos a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo.

43

Saúde animal

Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal: prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e hospitais veterinários pedagógicos.

44

Saúde da família

Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde da família.

45

Saúde e proteção no

trabalho

 

Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de trabalho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional.

46

Saúde humana

Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização dos serviços; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais

universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados de diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia, dentre outras.

47

Segurança alimentar e

nutricional

 

Incentivo à produção de alimentos básicos, auto-abastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar.

48

Segurança pública e

defesa social

 

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias, dentro de uma compreensão global do conceito de segurança pública, visando proporcionar soluções e tratamento de problemas relacionados; orientação e assistência jurídica, judiciária, psicológica e social à população carcerária e seus familiares; assessoria a projetos de educação, saúde e trabalho aos apenados e familiares;

questão penitenciária; violência; mediação de conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos; proteção a testemunhas; policiamento comunitário.

49

Tecnologia da informação

Desenvolvimento de competência informacional para identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital.

50

Temas específicos /

Desenvolvimento humano

 

Temas das diversas áreas do conhecimento, especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias, engenharias, lingüística,

(letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização e aperfeiçoamento humano.

51

Terceira idade

Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão; promoção, defesa e garantia de

direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias.

52

Turismo

Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negócios, religioso, etc) como setor gerador de emprego e renda; desenvolvimento de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção

e divulgação de imagens em acordo com as especificidades culturais das populações locais.

53

Uso de drogas e

dependência química

 

Prevenção e limitação da incidência e do consumo de drogas; tratamento de dependentes; assistência e orientação a usuários de drogas; recuperação e reintegração social.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anexo 02

Pontuação para Avaliação do Projeto de Extensão

Quesitos

Item Edital

Pontuação

Peso

 

 

Mínima

Máxima

 

1. Atendimento a área e linha de extensão

3

Eliminatória

 

2. Caracterização do público-alvo

 

Eliminatória

 

3. Inserção de aluno extensionista

9.5.7

Eliminatória

 

4. Plano de trabalho do bolsista

8.2

Eliminatória

 

5. Experiência como coordenador em projetos de extensão cadastrados na Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas nos anos de 2011, 2012, 2013

7.1

00

10

0,075

Não tem experiência

 

0,0

 

Coordenou 1 projeto

 

02

 

Coordenou 2 projetos

 

04

 

Coordenou 3 projetos

 

06

 

Coordenou 4 ou mais projetos

 

10

 

6. Experiência como coordenador no desenvolvimento de ações de extensão cadastradas na Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas nos anos de 2011, 2012, 2013

7.1

00

10

0,025

Não tem experiência

 

00

 

Coordenou de 1 a 2 ações

 

03

 

Coordenou de 3 a 4 ações

 

06

 

Coordenou mais de 5 ações

 

10

 

7. Participação na equipe executora em projetos de Extensão nos anos de 2011, 2012, 2013.

 

0,0

10,0

0,025

Não tem experiência

 

0,0

 

Participou de 1 projeto

 

02

 

Participou de 2 projetos

 

04

 

Participou de 3 projetos

 

06

 

Participou de 4 ou mais projetos

 

10

 

8. Experiência como coordenador em projetos de Extensão aprovados em editais externos (com comprovação*)  durante seu exercício no IFSC

 

0,0

10,0

0,1

Não tem experiência

 

0,0

 

Coordenou 1 projeto

 

05

 

Coordenou 2 projetos ou mais

 

10

 

 

 

 

 

9.1 Apresentação de trabalhos em eventos de Extensão nos últimos 5 anos (com comprovação**)

 

0,0

10,0

0,05

Não tem trabalho apresentado ou publicado

 

00

 

Apresentou ou publicou 1 trabalho

 

02

 

Apresentou ou publicou 2 trabalhos

 

04

 

Apresentou ou publicou 3 trabalhos

 

06

 

Apresentou ou publicou 4 ou mais trabalhos

 

10

 

9.2 Artigos de Extensão publicados em Revistas de Extensão, Científica e/ou educacional nos últimos 5 anos (com comprovação**)

 

0,0

10,0

0,05

Não tem trabalho apresentado ou publicado

 

00

 

Apresentou ou publicou 1 trabalho

 

02

 

Apresentou ou publicou 2 trabalhos

 

04

 

Apresentou ou publicou 3 trabalhos

 

06

 

Apresentou ou publicou 4 ou mais trabalhos

 

10

 

10. Desenvolvimento de produto(s) de Extensão*** nos últimos 3 anos

 

00

10

0,05

Não desenvolveu produtos de Extensão

 

00

 

Desenvolveu 1 produto de Extensão

 

03

 

Desenvolveu 2 produtos de Extensão

 

06

 

Desenvolveu 3 ou mais produtos de Extensão

 

10

 

11. Justificativa do projeto

8.2

 

Relação com atividades de pesquisa

 

00

10

 

Apresenta relação

8.1.1

10

0,05

Não apresenta relação

 

00

 

Relação com atividades de ensino (processo formativo)

 

00

10

 

Apresenta relação

8,1,1

10

0,05

Não apresenta relação

 

00

 

Motivação/ demanda

 

00

10

0,075

Sem identificação de motivação

 

00

 

Necessidade observada

 

05

 

Problema existente

 

08

 

Demanda solicitada pela comunidade externa

 

10

 

12. Objetivos e metas

8.2

 

Conformidade com a linha proposta

 

00

10

 

Excelente

8.2

10

0,05

Bom

 

07

 

Regular

 

05

 

Insuficiente

 

00

 

Clareza na definição dos objetivos

8.2

00

10

 

Excelente

 

10

0,05

Bom

 

07

 

Regular

 

05