IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina

PROEX Nº 06/2013 - APROEX N° 02/2013 - TESTE - PROEX N° 02/2013 - EDITAL DE APOIO A PEQUENOS PROJETOS - teste

Este edital não possui texto de chamada.



EDITAL PROEX Nº 09/2013 APROEX – Nº 02/2013 APOIO A PEQUENOS PROJETOS PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO A PROJETOS DE EXTENSÃO DO IFSC FLUXO CONTÍNUO EXECUÇÃO: ATÉ NOVEMBRO DE 2013. Em consonância com a Lei número 11.892 de 29 de dezembro de 2008, no artigo 7o, inciso IV e a Resolução Normativa do CEPE/IFSC número 17 de 12 de abril de 2010, a Reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC, Profª. Maria Clara Kaschny Schneider, no uso de suas atribuições legais, torna público o lançamento do Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão, de acordo com as disposições deste Edital. 1. PREÂMBULO O Edital do Programa Institucional de Apoio a Pequenos Projetos de Extensão atende ao programa de bolsas de extensão, conforme a Deliberação CEPE/IFSC número 17 de 12 de abril de 2010, com ênfase em atividades acadêmicas e na pesquisa aplicada que contribuam para o acesso ao saber, diminuição das desigualdades sociais, fortalecimento dos arranjos produtivos locais, bem como a consolidação da Extensão como atividade institucional. 2. OBJETIVOS O presente Edital tem por objetivo: 2.1 Fomentar as atividades de extensão no IFSC, articuladas com o ensino e a pesquisa aplicada, a serem desenvolvidas em 2013, oportunizando a participação da comunidade acadêmica no desenvolvimento de projetos de extensão com aporte de recursos institucionais por meio do Programa de Bolsas de Extensão. 2.2 Consolidar e institucionalizar as atividades Extensão no âmbito dos Campi do IFSC. 2.3 Estimular a produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos, culturais, artísticos e desportivos obtidos a partir de pesquisas aplicadas. 2.4 Fortalecer a imagem institucional do IFSC perante a sociedade e contribuir com o desenvolvimento regional de Santa Catarina. 3. LINHAS DE EXTENSÃO No âmbito deste edital serão consideradas atividades de extensão passíveis de apoio os pequenos projetos que tenham vínculo direto com a comunidade externa e que sejam desenvolvidos nas seguintes áreas temáticas estabelecidas pela Política Nacional de Extensão: 1. Comunicação 2. Cultura 3. Direitos Humanos e Justiça 4. Educação 5. Meio Ambiente 6. Saúde 7. Tecnologia e Produção 8. Trabalho 4. ABRANGÊNCIA A abrangência a que se refere este edital está vinculada as Linhas e Temáticas de Extensão discriminadas na Tabela 1 do Anexo 1 deste Edital. 5. REQUISITOS DO PROPONENTE E BOLSISTAS 5.1 Poderão ser proponentes os servidores (docentes e técnico-administrativos) que fazem parte do quadro permanente do IFSC, com projetos aprovados no Câmpus em que estão vinculados (CERES, Departamento de Ensino Pesquisa e Extensão e Direção) com currículo lattes atualizado 5.1.1 Caso o proponente seja técnico administrativo que não tenha formação superior completa deverá ter um docente entre os membros da equipe executora para orientação do aluno bolsista. 5.2 A quantidade de projetos que cada servidor poderá submeter é livre, desde que cada projeto seja inédito. 5.3 O coordenador do projeto não pode: ser ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC e ser lotado na Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas. 5.4 O aluno deverá estar regularmente matriculado em cursos do IFSC e dispor de carga horária para o desenvolvimento das atividades de extensão. 5.5 O aluno não pode ter duas matrículas em cursos da Rede Federal de Ensino, ter vínculo empregatício e ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou de qualquer outra Instituição. 6. APOIO CONCEDIDO E VIGÊNCIA DAS BOLSAS 6.1 Dos recursos: Os recursos desse Edital contemplarão o montante de R$ 115.500,00 para aplicação em pequenos projetos. Sendo deste R$ 59.500,00 para bolsa ao coordenador e R$ 56.000,00 para aluno extensionista. Serão apoiados projetos até o limite de recursos financeiros disponibilizados no âmbito desse Edital. 6.2 Para o coordenador do projeto: O coordenador do projeto contemplado receberá apoio por meio de uma (1) bolsa para o servidor coordenador do projeto no valor de R$ 850,00 (oitocentos e cinquenta reais) para o desenvolvimento do projeto. 6.2.1 O valor integral da bolsa deverá ser utilizado no desenvolvimento do projeto, o detalhamento dos gastos será realizado no relatório final do projeto. A alteração do detalhamento de despesas poderá ser realizada pelo coordenador, desde que justificada e comprovada no momento da prestação de contas. 6.3 Para o aluno extensionista: O aluno dos projetos aprovados receberão apoio por meio de uma (01) bolsa de extensão, no valor de R$ 400,00, pelo período mínimo de 1 mês e no máximo de 2 meses, a partir da aprovação do projeto, conforme o cronograma. As bolsas a que este edital se refere serão disponibilizadas em conformidade com a disponibilidade orçamentário-financeira. 8. ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS 8.1 As propostas deverão atender às seguintes diretrizes: IMPACTO SOCIAL, AMBIENTAL E/OU ECONÔMICO – caracterizado pela ação transformadora sobre os problemas sociais; contribuição à inclusão de grupos sociais; desenvolvimento de meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimento; ampliação de oportunidades educacionais e do acesso a processos de formação e qualificação; contribuição na formulação, implementação; acompanhamento das políticas públicas prioritárias ao desenvolvimento local, regional e nacional e articulação com o mundo do trabalho priorizando a inserção do estudante. RELAÇÃO DIALÓGICA COM OS DEMAIS SETORES DA SOCIEDADE – caracterizada pela interação e intercâmbio do conhecimento, experiências, tecnologias, metodologias acumulados no IFSC com instituições e organizações; desenvolvimento de parcerias institucionais internas e externas ao IFSC. 8.2 Estruturação da proposta: 8.2.1 A proposta do projeto deverá conter: a. Descrição da justificativa de forma coerente; b. Clareza e precisão dos objetivos e metas; c. Explicitação dos procedimentos metodológicos; d. Indicação do público-alvo e do número estimado de pessoas beneficiadas; e. Cronograma de execução detalhado, considerando os prazos de trâmite de aprovação do projeto e a entrega dos relatórios do projeto; f. Descrição do processo de acompanhamento e avaliação, com a explicitação dos indicadores e da sistemática de avaliação; g. Explicitar o plano de trabalho do bolsista; h. Detalhamento da infraestrutura existente para a execução da proposta. 9. SUBMISSÃO 9.1 As propostas deverão ser cadastradas na internet por meio do uso da plataforma eletrônica Sigproj - disponibilizada no endereço http://sigproj.mec.gov.br. 9.2 A folha de pareceres (modelo anexo 3) deve ser impressa e ser assinada pela chefia imediata, pelo chefe de ensino e pelo diretor do campus e enviada via plataforma eletrônica no campo específico. 9.3 Os documentos (termos de compromisso do coordenador do projeto e do aluno – modelo anexos 4 e 5) devem ser preenchidos corretamente, assinados e enviados via formulário eletrônico nos campos específicos. 9.4 A submissão dos projetos de extensão pode ser a qualquer tempo (fluxo contínuo), levando em consideração: 9.4.1 Os prazos definidos no item 15 deste edital; 9.4.2 Projetos de extensão com execução até novembro de 2013; 9.4.3 Projetos com duração entre 1 e 2 meses; 9.4.4 Atendimento da normatização das atividades de extensão no IFSC; 9.4.5 Assinatura da folha de pareceres da Direção Geral do Campus; Departamento de Ensino Pesquisa e Extensão, Chefia imediata e CEREs (modelo anexo 3); 9.4.6 Equipe técnica do projeto sem pendências com a Diretoria de Extensão do IFSC; 9.4.7 Público alvo composto pela comunidade externa; 9.4.8 Participação de um aluno extensionista, com orientação de docente do IFSC; 9.4.9 O projeto não ter sido apoiado por outros editais da Reitoria do IFSC; 9.4.10 A relação com o desenvolvimento de atividades de pesquisa e ensino; 9.4.11 A previsão do impacto social para a comunidade externa do IFSC 9.4.12 O não atendimento dos itens acima poderá desclassificar a proposta, conforme os critérios de pontuação definidos no item 10 deste edital; 9.5 Não serão aceitas propostas entregues pessoalmente pelos proponentes. É obrigatório o envio via formulário eletrônico até às 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, do dia 05 de outubro de 2013, conforme define o calendário do presente Edital. A data do envio registrada pelo sistema servirá como comprovante ao atendimento deste requisito 9.6 Propostas apresentadas após a data limite de 05 de outubro de 2013 serão invalidadas. 10 ANÁLISE E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS 10.1 A seleção das propostas será efetuada por comissão de avaliação da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas. 10.2 O Edital prevê apenas apoio financeiro por meio de bolsas de Extensão a projetos que apresentem viabilidade em termos de pessoal qualificado para o seu desenvolvimento. 10.3 Serão analisados os quesitos descritos no quadro a seguir: Quesitos Item Edital Pontuação Peso a) Enquadramento com a linha do edital 2 Eliminatória --- b) Atendimento ao edital 2 Eliminatória --- c) Inclusão de um aluno extensionista 9.4 Eliminatória --- d) Público alvo composto pela comunidade externa 9.4 Eliminatória --- e) Preenchimento correto do formulário e envio de todos os documentos solicitados 9.4 Eliminatória --- f) Coerência entre objetivos, metodologia e resultados para comunidade externa 8.2 0 - 10 0,4 g) Aderência aos Objetivos do Milênio (www.nospodemos.org.br) 1 - Acabar com a fome e a miséria 2 - Oferecer educação básica de qualidade para todos 3 - Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres 4 - Reduzir a mortalidade infantil 5 - Melhorar a saúde das gestantes 6 - Combater a Aids, a malária e outras doenças 7 - Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente 8 - Estabelecer parcerias para o desenvolvimento 8.1 0 -10 0,2 h) Previsão de produtos de Extensão (artigo, vídeo, revista, livro, apostila, cartilha, jornais, CD entre outros) 8.1 0 -10 0,4 10.4 A proposta que não atender os quesitos a), b), c), d) e e) listados no item 10.3. será desclassificada. 10.5 A pontuação da proposta (P) será o resultado da soma das notas atribuídas pela Comissão de Avaliação, expressa por P = Σ (n), onde: P = pontuação final da proposta; n = nota do quesito. 11. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS 11.1 Será desclassificada a proposta que não atender aos quesitos a), b), c), d) e e) da tabela do item 10.3. 11.2 O julgamento e a classificação são atos exclusivos da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas que, em consequência, reserva-se o direito de desclassificar as propostas em desacordo com este edital ou ainda, que se revelarem manifestamente inexequíveis. 11.3 Durante o processo de análise, a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas poderá recomendar adequações as propostas. 12. DA EXECUÇÃO: 12.1 O trâmite de análise e aprovação da proposta será realizado no Sigproj. O coordenador do projeto deverá acompanhar o andamento da proposta cadastrada. 12.2 Os projetos poderão iniciar somente após receber o status de aprovado no Sigproj. 12.3 A implementação da bolsa do coordenador só será realizada, caso o coordenador não possua pendências com a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas. 12.3.1 Será considerada pendência o não encaminhamento de documentação solicitada em editais anteriores e a ausência de relatório final em projetos de extensão fluxo contínuo finalizados no ano de 2012. 12.4 O aluno extensionista só poderá iniciar as atividades de Extensão após implantação do seguro de Acidentes Pessoais por parte do IFSC, ou equivalente, que dê cobertura de despesas médicas e hospitalares nos eventuais casos de acidentes e sinistros que possam ocorrer nas atividades de exercício da iniciação à Extensão. 12.5 O projeto aprovado não poderá ser substituído. Sendo impossível sua execução, as bolsas serão canceladas. Neste caso, o coordenador deverá encaminhar à CERE e à Diretoria de Extensão, via memorando, uma comunicação por escrito com as devidas justificativas. 12.6 Concluído o projeto de extensão, o coordenador, juntamente com o aluno extensionista do projeto, deverá enviar via Sigproj o relatório final das atividades e relatório de atividades desenvolvidas pelo bolsista. 13. SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS 13.1 O coordenador do projeto deve apresentar os resultados finais da atividade de extensão no evento institucional destinado a este fim. 13.2 Apresentar os resultados do projeto em eventos nacionais de extensão sempre que possível. 13.3 O coordenador deve registrar no Currículo Lattes o projeto de extensão em desenvolvimento, além da produção vinculada ao projeto. 14. LIBERAÇÃO DAS BOLSAS 14.1 As bolsas do Programa de Institucional de Apoio a Projetos de Extensão serão liberadas somente após a aprovação do projeto via Sigproj e de acordo com o calendário de pagamentos da Pró-Reitoria de Administração do IFSC (anexo 2). 15. CALENDÁRIO Lançamento do Edital 29 de abril de 2013. Data para recebimento das propostas 29 de abril de 2013 a 05 de outubro de 2013. Data limite para envio das propostas Até 05 de outubro de 2013. Análise das propostas recebidas, divulgação dos resultados e liberação do seguro dos bolsistas Até trinta dias após o recebimento da proposta Prazo para Execução do Projeto Até 30 de novembro de 2013 Prazo para envio do Relatório Final e Relatório de atividades dos bolsistas via sigproj. Até 01 de dezembro de 2013. 15. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS 15.1 Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, respeitando o princípio da ampla defesa. 15.2 A submissão de projetos implicará a tácita aceitação das condições estabelecidas neste Edital e das normas vigentes no âmbito do IFSC, das quais o coordenador do projeto não poderá alegar desconhecimento. 15.3 A qualquer tempo, este Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, por motivo de interesse público, sem que isso implique direito à indenização de qualquer natureza. 15.4 O pagamento das bolsas concedidas por este edital estão condicionadas a disponibilidade orçamentário-financeira do IFSC. 15.5 Para situações não previstas no presente Edital, prevalecem as Normas e procedimentos do Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão, do IFSC. 15.6 Havendo saldo entre o montante de recursos disponibilizado e os recursos solicitados, estes serão aplicados no fomento da extensão nos editais vigentes em 2013. 15.7 A partir da aprovação do projeto de Extensão nesse Edital, o coordenador será automaticamente cadastrado no banco de avaliadores de projetos e artigos de Extensão. 15.8 Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos, contatando-se a Diretoria de Extensão do IFSC, pelo telefone (48) 3877-9011, por e-mail no endereço aproex@ifsc.edu.br ou pessoalmente no prédio da Reitoria, 1º andar, na Diretoria de Extensão. Florianópolis, 29 de abril de 2013. Maria Clara Kaschny Schneider Reitora do IFSC Anexo 01 Linhas de Extensão definidas pela Política Nacional de Extensão Número Linhas Forma de operacionalização mais frequente 1 Alfabetização, leitura e escrita Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos; formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas. 2 Artes cênicas Dança, teatro, técnicas circenses, performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; memória, produção e difusão cultural e artística. 3 Artes integradas Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da produção e da prática artística em um único programa integrado; memória, produção e difusão cultural e artística. 4 Artes plásticas Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação, apropriação; formação, memória, produção e difusão cultural e artística. 5 Artes visuais Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória, produção e difusão cultural e artística. 6 Comunicação estratégica Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em atividades de publicidade, propaganda e de relações públicas; suporte de comunicação a programas e projetos de mobilização social, a organizações governamentais e da sociedade civil 7 Desenvolvimento de produtos Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos. 8 Desenvolvimento regional Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas à elaboração de planos diretores, a soluções, tratamento de problemas e melhoria da qualidade de vida da população local, tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das ações; participação em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável – DLIS; participação e assessoria a conselhos regionais, estaduais e locais de desenvolvimento e a fóruns de municípios e associações afins; elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base recursos locais renováveis e práticas sustentáveis; permacultura; definição de indicadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilidade. 9 Desenvolvimento rural e questão agrária Constituição e/ou implementação de iniciativas de reforma agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica; planejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização rural; comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição de critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de impactos de políticas de desenvolvimento rural. 10 Desenvolvimento Tecnológico Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de viabilidade técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias. 11 Desenvolvimento urbano Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento de problemas das comunidades urbanas; urbanismo. 12 Direitos individuais e coletivos Apoio a organizações e ações de memória social, defesa, proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário e fundiário; assistência jurídica e judiciária, individual e coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de direitos humanos. 13 Educação profissional *Formação técnica profissional, visando a valorização, aperfeiçoamento e promoção de técnicas profissionais e inserção no mercado de trabalho. 14 Empreendedorismo Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de empresas, parques e pólos tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários e outras ações voltadas para a identificação, aproveitamento de novas oportunidades e recursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios, estimulando a pró-atividade. 15 Emprego e Renda Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda para empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia solidária, agricultura familiar, dentre outros. 16 Endemias e epidemias Planejamento, implementação e avaliação de metodologias de intervenção e de investigação tendo como tema o perfil epidemiológico de endemias e epidemias e a transmissão de doenças no meio rural e urbano; previsão e prevenção. 17 Espaços de ciência Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros; organização desses espaços. 18 Esporte e lazer Práticas esportivas, experiências culturais, atividades físicas e vivências de lazer para crianças, jovens e adultos, como princípios de cidadania, inclusão, participação social e promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos políticopedagógico das escolas; desenvolvimento de metodologias e inovações pedagógicas no ensino da Educação Física,Esportes e Lazer; iniciação e prática esportiva; detecção e fomento de talentos esportivos. 19 Estilismo Estilismo e moda 20 Fármacos e medicamentos Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde, em seus processos que envolvem a farmacoterapia; farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos, medicamentos e fitoterápicos. 21 Formação de professores (formação docente) Formação e valorização de professores, envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas e a inclusão no mercado de trabalho formal. 22 Gestão do trabalho Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho urbano e rural (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros). 23 Gestão informacional Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, privadas e do terceiro setor. 24 Gestão institucional Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas, privadas e do terceiro setor, governamentais e não-governamentais. 25 Gestão pública Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais). 26 Grupos sociais vulneráveis Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros, processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção. 27 Infância e adolescência Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), promoção, defesa e garantia de direitos; ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho infantil; desenvolvimento de metodologias de intervenção tendo como objeto enfocado na ação crianças, adolescentes e suas famílias. 28 Inovação tecnológica Introdução de produtos ou processos tecnologicamente novos e melhorias significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas diversas áreas do conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de produto ou processo aquela que tenha sido implementada e introduzida no mercado (inovação de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo). 29 Jornalismo Processos de produção e edição de notícias para mídias impressas e eletrônicas; assessorias e consultorias para órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia. 30 Jovens e adultos Processos de atenção (saúde, assistência social, etc), emancipação e inclusão; educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto a juventude e/ou a idade adulta. 31 Línguas estrangeiras Processos de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras e sua inclusão nos projetos político-pedagógicos das escolas; desenvolvimento de processos de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução. 32 Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem Metodologias e estratégias específicas de ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o ensino presencial e de pedagogia de formação inicial, educação continuada, educação permanente e formação profissional. 33 Mídias-artes Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital. 34 Mídias Veículos comunitários e universitários, impressos e eletrônicos (boletins,manuais,cartilhas, rádio, televisão, jornal, revistas,internet, etc); promoção do uso didático dos meios de educação e de ações educativas sobre as mídias. 35 Música Apreciação, criação e performance; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área musical; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área; memória, produção e difusão cultural e artística. 36 Organizações da sociedade civil e movimentos sociais e populares Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s, OSCIP’s, redes, cooperativas populares, sindicatos, dentre outros. 37 Patrimônio cultural, histórico, natural e imaterial Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore, manifestações religiosas populares), natural (natureza, meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras organizações culturais, coleções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos religiosos populares; valorização do patrimônio; memória, produção e difusão cultural e artística. 38 Pessoas com deficiências, incapacidades, e necessidades especiais Processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão de pessoas com deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais, síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre outras; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção individual e coletiva, tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e suas famílias. 39 Propriedade intelectual e patente Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e sobre propriedade intelectual e patente. 40 Questões ambientais Implementação e avaliação de processos de educação ambiental de redução da poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; preservação de recursos naturais e planejamento ambiental; questões florestais; meio ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio ambiente. 41 Recursos hídricos Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios municipais de recursos hídricos. 42 Resíduos sólidos Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para coletar, segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta seletiva, instalação de manejo de resíduos sólidos urbanos reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final (aterros sanitários e controlados), e remediação de resíduos a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo. 43 Saúde animal Processos e metodologias visando a assistência à saúde animal: prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e hospitais veterinários pedagógicos. 44 Saúde da família Processos assistenciais e metodologias de intervenção para a saúde da família. 45 Saúde e proteção no trabalho Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de trabalho e como público os trabalhadores urbanos e rurais; saúde ocupacional. 46 Saúde humana Promoção da saúde das pessoas, famílias e comunidades; humanização dos serviços; prestação de serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios, clínicas e hospitais universitários; assistência à saúde de pessoas em serviços especializados de diagnóstico, análises clínicas e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia, dentre outras. 47 Segurança alimentar e nutricional Incentivo à produção de alimentos básicos, auto-abastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar. 48 Segurança pública e defesa social Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias, dentro de uma compreensão global do conceito de segurança pública, visando proporcionar soluções e tratamento de problemas relacionados; orientação e assistência jurídica, judiciária, psicológica e social à população carcerária e seus familiares; assessoria a projetos de educação, saúde e trabalho aos apenados e familiares; questão penitenciária; violência; mediação de conflitos; atenção a vítimas de crimes violentos; proteção a testemunhas; policiamento comunitário. 49 Tecnologia da informação Desenvolvimento de competência informacional para identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital. 50 Temas específicos / Desenvolvimento humano Temas das diversas áreas do conhecimento, especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias, engenharias, lingüística, (letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização e aperfeiçoamento humano. 51 Terceira idade Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de emancipação e inclusão; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado na ação pessoas idosas e suas famílias. 52 Turismo Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negócios, religioso, etc) como setor gerador de emprego e renda; desenvolvimento de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção e divulgação de imagens em acordo com as especificidades culturais das populações locais. 53 Uso de drogas e dependência química Prevenção e limitação da incidência e do consumo de drogas; tratamento de dependentes; assistência e orientação a usuários de drogas; recuperação e reintegração social. Anexo 02 Calendário de pagamentos de bolsas* Mês Data de aprovação do projeto Data prevista para pagamento das bolsas da coordenação do projeto* Maio até 22/05/2013 07/06/2013 Junho até 21/06/2013 05/07/2013 Julho até 23/07/2013 07/08/2013 Agosto até 23/08/2013 06/09/2013 Setembro até 23/09/2013 07/10/2013 Outubro até 23/10/2013 07/11/2013 * As datas previstas são do Calendário de Pagamentos – 2013 do Departamento de Orçamento de Finanças do IF-SC (DOF). Anexo 3 – Modelo de folha de pareceres FOLHA DE PARECES EDITAL APROEX N° 02/2013/PROEX Declaramo-nos favoráveis à execução do projeto de extensão NOME DO PROJETO, permitindo sua submissão no Edital APROEX n° 02/2013/PROEX, para execução sob a coordenação de NOME DO SERVIDOR (A), tendo como equipe de execução: 1. Nome: ( ) Docente ( ) Técnico Administrativo ( ) Aluno Voluntário ( ) Parceiro Externo ( ) Voluntário Externo ( ) Aluno Extensionista (bolsista) Telefone: e-mail: Área / Departamento de Atuação: (repetir a relação de dados para todos os membros) Coordenador (a) de Área/Curso/Nível ou Chefe de Departamento Acadêmico: ___________________________ ___________________________________ Local e Data Assinatura e Carimbo Chefe de Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão: ___________________________ ___________________________________ Local e Data Assinatura e Carimbo Coordenador (a) de Extensão e Relações Externas: ___________________________ ___________________________________ Local e Data Assinatura e Carimbo Diretor (a) do Câmpus ___________________________ ___________________________________ Local e Data Assinatura e Carimbo Anexo 4 – Modelo de termo de compromisso do aluno bolsista PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À PROJETOS DE EXTENSÃO IF-SC APROEX nº02/2013/PROEX – CHAMADA 2013 TERMO DE COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE DO BOLSISTA Nome: CPF: E-mail: RG: Endereço: Nascimento: Telefone (s): Curso: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA: Com sede na Rua 14 de Julho, nº 150 – Coqueiros – Florianópolis/SC – CEP 88.075-010, por meio do presente instrumento particular, as partes supramencionadas firmam termos de compromisso e concessão de bolsa de extensão, nos seguintes itens: 1) Concederá ao BOLSISTA bolsa de extensão, para o desenvolvimento do Projeto de Extensão intitulado: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 2) A bolsa de extensão de que trata o item acima consistirá, no repasse, por parte do IF-SC, mediante depósito em conta corrente nº xxx, agência nº xxx, do Banco xxx, na quantia mensal de R$ 400,00 (trezentos e sessenta reais) a partir da data da assinatura do presente termo, em favor do BOLSISTA. 3) O BOLSISTA obriga-se a: a) ser aluno regularmente matriculado em curso do IF-SC e não possuir outra matrícula em curso regular de outra Instituição de Ensino; b) não possuir vínculo empregatício, estar estagiando e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IF-SC ou de qualquer outra Instituição; c) entregar ao coordenador do projeto documento que indique qualquer alteração no desenvolvimento dos trabalhos. d) cumprir as atividades de extensão estabelecidas no plano de trabalho do projeto de extensão; e) fazer referência, nas publicações e nos trabalhos apresentados, à condição de bolsista do IF-SC; f) participar de todas as atividades de extensão e seminários que forem organizados pela Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas; g) dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de extensão, respeitando, inclusive, o cumprimento da carga horária de vinte horas semanais (quatro horas por dia). h) devolver ao IF-SC, em valores atualizados, a(s) mensalidade(s) recebida(s) indevidamente, caso as obrigações deste Termo de Compromisso não sejam cumpridos. _______________________________ xxxxxxxx Aluno Bolsista _______________________________ xxxxxxxxxx Coordenador do Projeto ______________________________________ Golberi de Salvador Ferreira Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas Local, xx de xxxxxx de 201x. Anexo 5 – Modelo de termo de compromisso do coordenador PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO A PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL nº 02/2013/PROEX – CHAMADA 2013 TERMO DE COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE DO COORDENADOR DO PROJETO Nome: CPF: Campus: Fone: E-mail: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA: Com sede na Rua 14 de Julho, nº 150 – Coqueiros – Florianópolis/SC – CEP 88.075-010, por meio do presente instrumento particular, as partes supramencionadas firmam termos de compromisso e concessão de bolsa de apoio ao servidor, nos seguintes itens: 1) Concederá ao servidor coordenador do projeto uma bolsa para o desenvolvimento do Projeto de Extensão intitulado xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 2) A bolsa de coordenador, no valor de R$ 850,00, de que trata o item acima consistirá, no repasse, por parte do IF-SC, mediante depósito em agência nº xxxx, conta corrente nº xxxx, do Banco - Código xxx, a partir da data da assinatura do presente termo, em favor do COORDENADOR. 3) O COORDENADOR obriga-se a: a) ser servidor efetivo, docente ou técnico administrativo, do IF-SC, sem vínculo com outra Instituição e não ser ocupante de cargo de direção (CD) no IF-SC; b) cadastrar o projeto de extensão no seu currículo lattes; c) dispor de carga horária para desenvolvimento das atividades de extensão, assim como na preparação de pôsteres, artigos e resumos científicos de forma a não prejudicar suas atribuições como docente ou técnico administrativo no IF-SC, comprometendo-se divulgar as ações por meio de participação em congressos e publicação de artigos em revistas. d) executar o projeto dentro do prazo previsto no edital. e) usar obrigatoriamente 100% do valor bolsa de servidor coordenador do projeto para apoiar o desenvolvimento do projeto, apresentar Relatório Financeiro e Relato de Experiência, bem como arquivar as devidas comprovações; f) participar presencialmente de todos os eventos internos ou externos de divulgação da extensão dos IF-SC solicitados pela PPROEX e/ou pelo Coordenador de Extensão do Campus; g) devolver ao IF-SC, em caso de abandono da execução do projeto ou de não obediência ao prazo estabelecido, por qualquer motivo que não seja de força maior ou caso fortuito, o montante dos valores recebidos a qualquer título pelo desenvolvimento e execução do projeto de extensão/plano de trabalho, atualizados monetariamente, via Guia de Recolhimento da União (GRU). h) acompanhar o desenvolvimento do aluno no projeto de extensão, responsabilizando-se por informar o coordenador de extensão do seu Campus e a PROEX quando o aluno desistir, trancar matrícula, graduar-se, aquirir vínculo empregatício, ou receber outra bolsa do IFSC ou de outras instituições, ou não cumprir a carga horária relaciona a extensão, ou qualquer outro evento que justifique a exclusão do aluno como bolsista do projeto. i) o coordenador de projeto deve comunicar à PROEX caso assuma cargo de direção (CD) ou se desligue do IF-SC e, neste caso, seu projeto de extensão será automaticamente cancelado. _______________________________ xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Coordenador do Projeto ________________________________________ Golberi de Salvador Ferreira Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas Local, xx de xxxxxxx de 201x.