UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro

RUA 2019 - Edital de Resgistro Unico de Ações de Extensão (RUA) 2019

Este edital não possui texto de chamada.



PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO REGISTRO ÚNICO DE AÇÕES DE EXTENSÃO (RUA) EDIÇÃO 2019 Prazos de submissão: I – Até 04 de novembro de 2018 para ações com início proposto a partir do primeiro dia do 1º período acadêmico da graduação em 2019; II – Até 06 de maio de 2019 para ações com início proposto a partir do primeiro dia do 2º período acadêmico da graduação em 2019; A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ), por intermédio da PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO (PR-5), convoca a Comunidade Universitária da UFRJ a apresentar solicitações de registro de NOVAS ações de extensão, ou edições novas de cursos e eventos, de acordo com as normas definidas neste edital. 1. OBJETIVOS 1.1. O Registro Único de Ações de Extensão (RUA) tem como objetivos gerais: a. Incluir as ações de extensão da UFRJ no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) para fins de inscrição dos estudantes de graduação e de pós-graduação nas equipes executoras das Ações de Extensão da universidade. b. Sistematizar e publicizar as Ações de Extensão para fins de integralização da Extensão nos cursos de graduação da UFRJ (Resoluções do CEG Nº 02/13, 03/2014 e 04/2014). c. Registrar as Ações de Extensão para possibilitar o planejamento das unidades de origem, visando garantir as condições de execução. d. Organizar, institucionalmente, as Ações de Extensão da UFRJ na forma de Programas Articulados. 1.2. O Registro Único de Ações de Extensão (RUA) tem como objetivos específicos: a. Registrar novas ações de extensão. b. Registrar novas edições de eventos já registrados em edital RUA anterior. c. Registrar novas turmas de cursos já registrados em edital RUA anterior. 1.3 . O Registro Único de Ações de Extensão (RUA) tem como objetivos de gestão: a. Divulgar as Ações de Extensão para acesso da comunidade extra universitária. b. Possibilitar a produção de dados da extensão para fins de gerar de indicadores de avaliação da extensão na UFRJ e nacionalmente. c. Subsidiar com dados os processos de análise e avaliação da progressão da carreira docente e dos técnico-administrativos de acordo com seus respectivos planos. d. Subsidiar com dados os processos de planejamento e distribuição da carga-horária de trabalho docente. e. Subsidiar com dados a Comissão Temporária de Alocação de Vagas Docentes (COTAV). f. Subsidiar com dados a distribuição de Técnicos Administrativos nas unidades acadêmicas. g. Subsidiar com dados o planejamento e a distribuição de recursos para os Centros e Unidades da UFRJ. h. Habilitar as Ações de Extensão para participação nos editais de fomento, sejam internos ou externos a UFRJ. 2. DIRETRIZES GERAIS E CONCEITUAIS 2.1. A Extensão Universitária é um processo interdisciplinar educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre universidade e outros setores da sociedade . 2.2. As ações de Extensão Universitária devem ser integradas e articuladas sendo organizadas em PROGRAMAS ARTICULADOS (Anexo 1). São eles: 1) Construindo Cidades Humanas e Saudáveis: Articulação Campo-Cidade; 2) Cuidando da Vida: Metabolismo Natural e Metabolismo Social; 3) Expressões e Linguagens: Saberes em Movimento; 4) Transformação das Forças Produtivas Sociais; 5) Educação Pública, Formação Permanente e Educação Popular; 6) Internacionalismo, Identidades e Prazer; 7) Memória Cultural, Social e da Terra; 8) Complexo de Formação de Professores. 2.3. As diretrizes que devem orientar a formulação e implementação das ações de Extensão Universitária, são as seguintes: Interação dialógica, Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade, Indissociabilidade ensino – pesquisa – extensão, Impacto na formação do estudante, Impacto na transformação social, descritas no Anexo 2. 2.4. As Ações de Extensão Universitária devem ter como público prioritário e majoritário membros da comunidade externa à UFRJ, caracterizando o foco da ação na atenção às demandas dos demais setores da sociedade. a. Estudantes dos cursos de graduação ou pós-graduação, atuantes nas Ações de Extensão, para fins de creditação da sua carga horária, não são considerados como público, e sim como membros da equipe executora. b. As Ações de Extensão podem incluir em seu público membros da comunidade universitária, desde que sejam em quantitativo minoritário. c. Docentes e Técnicos Administrativos em Educação que atuam na realização de uma Ação de Extensão não são considerados público da própria. d. No que se refere exclusivamente a Cursos de Extensão (classificados como: iniciação, atualização, aperfeiçoamento, treinamento e qualificação profissional) o público de cada curso deve ser identificado com os programas de formação existentes na UFRJ (ver Anexo 3): i. Programa de Formação Continuada de Profissionais de Educação da Rede Pública de Ensino Básico, ii. Programa de Formação Continuada de Servidores Públicos, iii. Programa de Educação Popular iv. Programa de Formação Profissional. 2.5. Toda Ação de Extensão, por seu caráter acadêmico de formação, deverá obrigatoriamente ter em sua equipe executora a participação efetiva de estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação da UFRJ. a. Estudantes regularmente matriculados em cursos de pós-graduação ou ensino básico da UFRJ também podem participar da equipe executora da Ação de Extensão. b. Para as unidades que possuem curso de graduação é obrigatória a inclusão da Extensão nos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPC) para que seja computada na integralização curricular de seus respectivos cursos. 2.6. Poderão ser proponentes (coordenadores) de ação de extensão docentes ou técnico administrativos em educação da UFRJ, que façam parte do quadro permanente ativo e em exercício na UFRJ: a. Para fins de creditação curricular, os proponentes (coordenadores) das ações de Extensão deverão ser docentes ou técnico-administrativos em educação, com formação de nível superior, bem como as equipes responsáveis pelo desenvolvimento e execução das ações deverão conter pelo menos um docente da UFRJ como orientador (conforme a resolução CEG 02/2013). b. Docentes ou técnicos administrativos em educação aposentados, professores substitutos e Colaboradores Voluntários da UFRJ podem participar na equipe de execução de qualquer ação de extensão, mas não na coordenação. 2.7. As equipes executoras das ações de extensão devem ser compostas majoritariamente por membros da UFRJ. 2.8. Fica vedada a cobrança de taxas de inscrição ou manutenção (por exemplo, mensalidades, anualidades ou qualquer tipo de parcelamento) do participante ou da equipe executora para a realização de ações de Extensão Universitária na UFRJ, de acordo com o princípio constitucional de gratuidade do ensino público. 3. ORIENTAÇÕES GERAIS 3.1. O registro de uma ação de extensão deverá seguir as seguintes etapas: 1) O proponente (coordenador) deverá preencher a proposta no Sistema de Informação e Gestão de Projetos (SIGProj), salvá-la e imprimi-la para tramitá-la nas instâncias devidas (NÃO FAZER A SUBMISSÃO AINDA). 2) O proponente (coordenador) deverá encaminhar o formulário impresso, o cronograma de atividades (modelo no Anexo 4) e, caso haja, declaração de parceria externa (Anexo 5), para apreciação da Coordenação ou Comissão de Extensão (ou equivalente) da instância universitária à qual está vinculado, para esta exarar parecer acadêmico informando a relevância da ação, contribuição esperada para o desenvolvimento social, econômico e educacional da região e o atendimento às diretrizes da extensão (cf. orientação de INEP). 3) A Comissão ou Coordenação de Extensão (ou equivalente) da instância universitária à qual o proponente (coordenador) está vinculado deverá encaminhar a proposta e o parecer para o Colegiado máximo da referida instância. 4) O Colegiado máximo da instância à qual o proponente (coordenador) está vinculado avaliará academicamente a proposta com base no parecer exarado pela Comissão ou Coordenação de Extensão (ou equivalente) da instância. 5) Após a aprovação no Colegiado máximo da instância à qual o proponente (coordenador) está vinculado, a proposta deve ser encaminhada para homologação no Conselho de Centro ou instância superior equivalente, se houver. 6) Após homologação no Conselho de Centro, o proponente (coordenador) deverá concluir o preenchimento da proposta no sistema SIGProj, anexando os documentos de comprovação da aprovação e homologação da mesma: a. Parecer da Coordenação ou Comissão de Extensão (exarado nos últimos 12 meses); b. Ata ou extrato de ata da reunião do Colegiado máximo ou declaração do presidente do Colegiado máximo (emitida nos últimos 12 meses) – modelo de declaração no Anexo 6; c. Ata ou extrato de ata da reunião do Conselho de Centro ou instância superior equivalente ou declaração de seu presidente (emitida nos últimos 12 meses) – modelo de declaração no Anexo 7; d. Cronograma de atividades Anexo 4; e. Declaração de parceria externa, quando houver (emitida nos últimos 12 meses) – modelo no Anexo 5. e por fim submetê-la no sistema; 7) A proposta submetida será encaminhada para a Plenária de Extensão ou Conselho de Extensão Universitária (quando de sua implantação) e distribuída para seus membros a fim de que se realize a avaliação da adequação da proposta às normativas da extensão conforme: §3º do Art. 1º da Resolução do CONSUNI 13/2012; Resoluções do CEG Nº 02/2013, 03/2014 e 04/2014, Resoluções Nº 01/2016 e Nº 02/2016 da Extensão Universitária; 8) Após aprovação na Plenária de Extensão ou Conselho de Extensão Universitária (quando de sua implantação) as ações são registradas no sistema em uso pela Pró-Reitoria de Extensão da UFRJ e enviadas para publicização no SIGA, de modo a cumprir o calendário acadêmico da graduação. 3.2. O registro da ação de extensão é um obrigatório para participação nos Editais de fomento da Pró-Reitoria de Extensão. 3.3. Com o objetivo de organizar a apresentação institucional as Ações de Extensão da UFRJ e potencializar a integração e articulação da extensão na UFRJ o proponente deve vincular sua proposta a um dos PROGRAMAS ARTICULADOS (Anexo 1). a. As Ações de Extensão organizadas nos Programas já existentes poderão optar em permanecer na forma atual ou integrar-se a um dos Programas Articulados. b. Excetuando-se os programas articulados, os demais programas existentes NÃO ESTÃO abertos a vinculação sem autorização de seu coordenador. c. Ressalta-se que a vinculação a um Programa Articulado tem objetivo de organizar o conjunto de Ações de Extensão da UFRJ, não alterando a dinâmica da realização das ações propostas. 3.4. As propostas de Ações de Extensão deverão ser apresentadas nas modalidades Projeto, Curso e Evento (Anexo 3). Entende-se por: PROJETO: Ação processual e contínua, de caráter educativo, social, artístico, cultural ou tecnológico, com objetivo específico, prazo determinado de no mínimo doze meses de execução e que responda à totalidade das diretrizes da extensão. CURSO: Ação pedagógica de caráter teórico e/ou prático, presencial ou à distância, planejada e organizada de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 (oito) horas e critérios de avaliação definidos, em conformidade com as Resoluções Nº 01 e 02/2016 da Pró-Reitoria de Extensão/UFRJ. a) O proponente de Curso de Extensão da UFRJ deverá indicar no tem 1.6 do formulário SIGProj um dos quatro Programas de Formação que melhor se relaciona com seu público-alvo, sendo eles: Programa de Formação Continuada de Profissionais de Educação da Rede Pública de Ensino Básico, Programa de Formação Continuada de Servidores Públicos, Programa de Educação Popular e Programa de Formação Profissional (As definições de cada programa encontram-se no Anexo 3). b) Os coordenadores de cursos já registrados no sistema da Pró-Reitoria de Extensão (com turmas concluídas em 2016, 2017 ou 2018), que desejem abrir NOVAS TURMAS do mesmo curso, deverão submetê-las ao edital RUA 2019. Nesse caso, desde que as alterações no curso (carga horária, objetivos ou conteúdo programático), não ultrapassem o percentual de 20% (vinte por cento), não há necessidade de uma nova avaliação acadêmica, sendo identificadas pela Coordenação de Formação Acadêmica de Extensão (COFAEX) e aprovadas na Plenária de Extensão ou Conselho de Extensão Universitária (quando de sua implantação). EVENTO: Ação institucional de caráter eventual classificada quanto ao interesse, número de participantes e metodologia, que implica na apresentação e/ou exibição pública e troca livre de conhecimento ou produto cultural, artístico, esportivo, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido no âmbito da extensão universitária ou que pretenda convocar a comunidade externa a desenvolver ações de extensão junto à UFRJ. Esta ação deve ser voltada a um público-alvo majoritariamente e prioritariamente externo à UFRJ. a) Os coordenadores de eventos já registrados na PR-5 (com edição concluída em 2016, 2017 ou 2018), que desejem realizar uma nova edição do mesmo evento, deverão cadastrá-la no edital RUA 2019. Nesse caso, desde que as alterações no evento (carga horária e objetivos), não ultrapassem o percentual de 20% (vinte por cento), não há necessidade de uma nova avaliação acadêmica, sendo identificadas pela Coordenação de Formação Acadêmica de Extensão (COFAEX) e aprovadas na Plenária de Extensão ou Conselho de Extensão Universitária (quando de sua implantação). 3.3. É recomendável que os coordenadores das ações de extensão busquem parcerias externas visando o desenvolvimento e exequibilidade das propostas. O modelo de documento de declaração de parceria consta no Anexo 5. 4. INSCRIÇÃO 4.1. Deverão submeter propostas para registro neste edital as seguintes ações de extensão: a. Novas ações de extensão; b. Novas edições de cursos e eventos já registrados nos editais RUA; 4.2. A proposta de registro de novas ações e novas turmas de cursos ou novas edições de eventos deve ser submetida ao SIGPROJ nos prazos abaixo referidos, salvo se calendário diferente for divulgado pela Pró-Reitoria de Extensão: I – até 04 de novembro de 2018 para ações com início proposto a partir do primeiro dia do 1º período acadêmico da graduação em 2019; II – até 06 de maio de 2019 para ações com início proposto a partir do primeiro dia do 2º período acadêmico da graduação em 2019; Parágrafo Único No caso de cursos por demanda de institucionais, o julgamento poderá se dar fora do calendário supracitado. 4.3. As propostas deverão ser enviadas pelos coordenadores exclusivamente por meio do uso do SIGProj, disponibilizado no endereço http://SIGProj1.mec.gov.br/, de acordo com o calendário e as orientação de tramitação deste Edital. 4.4. O proponente receberá, imediatamente após o envio, um Recibo Eletrônico de Protocolo da sua proposta enviada pelo sistema SIGProj. 4.5. Todas as informações prestadas são de responsabilidade do proponente (coordenador). 5. DISPOSIÇÕES FINAIS 5.1. Nenhuma ação nova deve ser iniciada antes de seu registro definitivo. 5.2. Em caso de não realização de ação de extensão, o coordenador deverá informar imediatamente à COFAEX (cofaex@pr5.ufrj.br), com justificativa e a ciência da Coordenação ou Comissão de Extensão da Unidade (ou equivalente) para que a ação tenha seu status alterado no SIGPROJ e seja retirada do SIGA. 5.3. Em caso de cancelamento de ação de extensão em andamento, o coordenador deverá informar imediatamente à COFAEX (cofaex@pr5.ufrj.br), com uma justificativa do cancelamento, a ciência da Coordenação ou Comissão de Extensão da Unidade (ou equivalente) e submeter relatório final ao SIGPROJ, para que a ação tenha seu status alterado no SIGPROJ e seja retirada do SIGA. 5.4. Em caso de interrupção temporária da ação de extensão o coordenador informar imediatamente à COFAEX (cofaex@pr5.ufrj.br), com uma justificativa e a ciência da Coordenação ou Comissão de Extensão da Unidade (ou equivalente). 5.5. Todas as ações de extensão aprovadas para registro deverão apresentar seus resultados na Semana de Integração Acadêmica (SIAc) realizada anualmente pela UFRJ. 5.6. Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Extensão. 5.7. Informações adicionais poderão ser obtidas pelo site da Pró-Reitoria de Extensão http://www.pr5.ufrj.br/, na Coordenação de Formação Acadêmica de Extensão pelo e-mail: cofaex@pr5.ufrj.br – Tel.: 3938-0496 e nas Coordenações de Extensão dos Centros e Unidades da UFRJ. Rio de Janeiro, 6 de junho de 2018. Maria Mello de Malta Pró-Reitora de Extensão Universidade Federal do Rio de Janeiro ANEXOS ANEXO 1: PROGRAMAS ARTICULADOS O objetivo maior da apresentação dos editais da Pró-Reitoria de Extensão na forma de Programas Articulados, disponíveis no Sistema de Gestão e Informação de Projetos (SIGPROJ), é organizar a ação de Extensão na Universidade Federal do Rio de Janeiro a fim de qualificar a apresentação institucional e social das atividades existentes, potencializar recursos e ampliar as atividades com vistas a facilitar o processo de implementação da creditação da Extensão na UFRJ. 1. CONSTRUINDO CIDADES HUMANAS E SAUDÁVEIS: ARTICULAÇÃO CAMPO-CIDADE O mundo se tornou hegemonicamente urbano. Até os anos de 1950, apenas 29,6% da população mundial era urbana. Atualmente, conforme a ONU, 54% dos seres humanos vivem em áreas urbanas. Esta rápida transformação da forma de ocupação do espaço pelos seres humanos teve impacto expressivo no produzir e no viver tanto no campo como nas cidades, o que traz questões sociais, tecnológicas e de saúde que precisam ser enfrentadas. A urbanização é uma condição global e o Brasil, que hoje possui 85% de sua população vivendo em cidades, torna-se um lócus paradigmático: produz cidades cada vez mais problemáticas, marcadas pela profunda desigualdade, como é possível depreender da análise dos indicadores sociais nas diversas regiões das megacidades, mas também nas polarizações regionais, em que coexistem espaços que asseguram alta qualidade de vida e espaços em que a vida social é brutalizada pela barbárie. Mas as cidades são espaços de luta e de resistência, de intensa produção cultural, criações estas que anunciam possibilidades de real democratização dos espaços urbanos. Temas cruciais como transporte, saneamento, meio ambiente, segurança do povo, saúde, educação pública, cultura, biodiversidade, urbanismo e paisagismo, economia, soberania alimentar, infância, energia, podem lastrear novos campos de diálogo entre a universidade e a cidade. 2. CUIDANDO DA VIDA: METABOLISMO NATURAL E METABOLISMO SOCIAL A vida e as formas de relação dos seres humanos entre si e com a natureza conformam relações metabólicas entre as relações sociais e a natureza, em que, dialeticamente, a natureza é cultura e os seres humanos são natureza. A saúde e a sustentabilidade socioambiental, conforme pode ser evidenciado pelos estudos sobre o clima, as cidades e o campo estão sob graves ameaças em virtude da forma dominante de sociometabolismo imposto pelo capital, assentado em gastos excessivos de energia, bens da natureza e em formas brutais de exploração do trabalho. A despeito do grande desenvolvimento das forças produtivas, permanece fundamental discutir as suas finalidades, os benefícios efetivamente alcançados e qual é o seu direcionamento social. Programas articulados que possibilitam explorar as conexões entre as ciências da natureza e a vida social são demandas sociais inadiáveis, como se depreende dos desafios advindos dos conflitos socioambientais. 3. EXPRESSÕES E LINGUAGENS: SABERES EM MOVIMENTO As linguagens poéticas são a trama da tessitura inventiva e criativa necessária para o desenvolvimento da imaginação inventiva e para assegurar a condição intelectual universal dos seres humanos. Como formas sociais de expressão do pensamento e afetação, as linguagens são capazes de buscar a inserção, dispersão e superação às diferentes visões de mundo. Manifestas individual e/ou coletivamente, as linguagens constroem simbolismos, criam significados, procuram sentido e legitimam ações, transversando hoje, largos campos de articulação. Os espaços de apresentação da arte, ciência e cultura são igualmente entendidos como instrumentos expressivos das linguagens do conhecimento e como importantes espaços de sociabilidade. As inovações tecnológicas para efetivação da existência e interação social humana, também fazem parte significativa deste programa. 4. TRANSFORMAÇÃO DAS FORÇAS PRODUTIVAS SOCIAIS As forças produtivas sociais são indissociáveis das relações sociais de produção, compreendendo formas de trabalho, as tecnologias produtivas, os bens naturais transformados e os produtos materiais e simbólicos das relações sociais mediadas pelas forças produtivas, sendo as expressões concretas do processo do fazer material e simbólico historicamente produzidos. As contradições entre a pujança das forças produtivas e as ásperas condições de vida dos que vivem do próprio trabalho e, ainda, entre o ‘desenvolvimento’ e os problemas socioambientais estão exigindo, crescentemente, conhecimento sobre as formas de organização da produção material da vida, questionando o sentido dominante da tecnologia e do desenvolvimento. A história do desenvolvimento das forças produtivas precisa ser questionada culturalmente, incorporando as práticas e conhecimentos que ensejaram a concepção universal de ser humano, nas lutas sociais, e de direitos sociais universais, considerando as diversas possibilidades da condição humana. 5. EDUCAÇÃO PÚBLICA, FORMAÇÃO PERMANENTE E EDUCAÇÃO POPULAR A universidade pública compõe uma dimensão fundamental da educação pública. A educação pública como direito social universal se inscreve em grandes possibilidades temáticas de estudos, reflexões e ações que potencializam o pensamento e o fazer crítico. Atualmente, centros de pensamento desvinculados do setor público atuam intensamente no conjunto da educação brasileira, abrangendo desde material pedagógico até modelos organizacionais baseados em parcerias público-privadas que, na prática, suprimem o público, situação agravada pela enorme supremacia da formação de professores no setor privado-mercantil. Articular o conhecimento produzido nas universidades com as práticas transformadoras dos movimentos sociais e outras iniciativas auto-organizadas é um desafio estimulante e de alta prioridade, objetivando retomar a centralidade da esfera pública na educação pública brasileira. Desafios na formação docente, envolvendo todas as áreas do conhecimento, bem como no conhecimento dos problemas da educação brasileira exigem uma atuação estreitamente articulada entre os sujeitos que criam a educação pública, a universidade, as entidades que representam os educadores, bem como movimentos sociais envolvidos na garantia da educação pública e, necessariamente, os diversos âmbitos do Estado que devem assegurar o direito universal à educação pública, laica, gratuita e histórico-crítica. 6. INTERNACIONALISMO, IDENTIDADES E PRAZER As identidades dos povos se revelam em suas formas de trabalho, relações sociais, cosmovisões, fazeres pedagógicos, festividades e usos culturais dos recursos econômicos. As representações identitárias também revelam as questões dos oprimidos pelo padrão social dominante, - de classe, ético, étnico, de gênero, religião, nacionalidade e, mais amplamente, cultural. Neste escopo, cabe destacar, ainda, a interdição moral, religiosa e política da diversidade das formas de prazer. Compreender e promover a autoestimação do outro como forma identitária do seu reconhecimento na sociedade é parte da construção de projetos e políticas públicas mais abrangentes, validados horizontal e universalmente por todos os sujeitos envolvidos. A forma de organização econômica, a política, a justiça, a formas da consciência social, territórios e internacionalismo são elementos-chave para a crítica ao racismo, à “colonialidade do poder” e à “colonialidade do saber”. 7. MEMÓRIA CULTURAL, SOCIAL E DA TERRA O registro da memória e os estudos históricos são constituintes da consolidação dos saberes humanos sobre as culturas que os constroem, o ambiente em que vivem e as suas transformações. O resgate, a construção, a referência e a visibilidade dos diferentes passados que habitam a sociedade presente constituem-se em uma tarefa necessária para reparar e impedir a propagação de injustiças sociais e promover uma sociedade socialmente justa e que recusa a suposta desigualdade da humanidade dos seres humanos. As marcas deixadas pelas transformações na sociedade são muitas vezes violentas: a escravidão, a pobreza, os regimes ditatoriais, as alterações do clima, da geologia e das formas de produção no campo e na cidade. A sociedade só poderá ser justa se houver conhecimento socialmente produzido a respeito de suas memórias e histórias. O levantamento e preservação da memória cultural, social e da terra, nas questões que interferem e constrangem os povos, tornam-se suportes importantíssimos na problematização e produção de suas soluções, assim como são campos e territórios de permanência da riqueza plural das visões de mundo e de celebração da vida. 8. COMPLEXO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES O Complexo de Formação de Professores da Rede de Ensino Básico, se sustenta na concepção de uma formação de professores construída dentro da própria profissão. A docência é entendida como uma atividade profissional, com saberes e práticas específicos, que não podem ser reduzidos a subcategorias de conhecimentos associados a outras atividades ou profissões. Portanto, a formação de professores é reconhecida como uma formação profissional, com características próprias, exercida com autonomia, que deve ser construída a partir da produção e da reflexão sobre esses saberes e práticas específicos numa política integrada e interdisciplinar de formação inicial e continuada de professores que atuam na formação de trabalhadores/as da educação, em diálogo com profissionais, escolas e redes. ANEXO 2: DIRETRIZES DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA As propostas deverão atender às seguintes diretrizes da Extensão Universitária, adotadas pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX): INTERAÇÃO DIALÓGICA – A diretriz Interação Dialógica orienta o desenvolvimento de relações entre Universidade e setores sociais marcadas pelo diálogo e troca de saberes, superando-se, assim, o discurso da hegemonia acadêmica e substituindo-o pela ideia de aliança com movimentos, setores e organizações sociais. Não se trata mais de “estender à sociedade o conhecimento acumulado pela Universidade”, mas de produzir, em interação com a sociedade, um conhecimento novo. Um conhecimento que contribua para a superação da desigualdade e da exclusão social e para a construção de uma sociedade mais justa, ética e democrática. Esse objetivo pressupõe uma ação de mão dupla: da Universidade para a sociedade e da sociedade para a Universidade. Isto porque os atores sociais que participam da ação, sejam pessoas inseridas nas comunidades com as quais a ação de Extensão é desenvolvida, sejam agentes públicos (estatais e não-estatais) envolvidos na formulação e implementação de políticas públicas com as quais essa ação se vincula, também contribuem com a produção do conhecimento. Eles também oferecem à Universidade os saberes construídos em sua prática cotidiana, em seu fazer profissional ou vivência comunitária. Para que a interação dialógica contribua nas direções indicadas é necessária a aplicação de metodologias que estimulem a participação e a democratização do conhecimento, colocando em relevo a contribuição de atores não-universitários em sua produção e difusão. São necessárias também a apropriação e a democratização da autoria dos atores sociais, assim como sua participação efetiva em ações desenvolvidas nos espaços da própria Universidade Pública. Por se situar no campo das relações, pode-se dizer que a diretriz Interação Dialógica atinge o cerne da dimensão ética dos processos de Extensão Universitária. INTERDISCIPLINARIDADE E INTERPROFISSIONALIDADE – Por muitas décadas, as tecnologias de intervenção social têm oscilado entre visões holistas, destinadas a aprender a complexidade do todo, mas condenadas a ser generalistas e, visões especializadas, destinadas a tratar especificidades, mas caracterizadas pelo parcelamento do todo. A diretriz de Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade para as ações extensionistas busca superar essa dicotomia, combinando especialização e consideração da complexidade inerente às comunidades, setores e grupos sociais, com os quais ser desenvolvem as ações. INDISSOCIABILIDADE ENSINO/PESQUISA/EXTENSÃO – Esta diretriz reafirma a Extensão Universitária com processo acadêmico. Nessa perspectiva, o suposto é que as Ações de Extensão adquirem maior efetividade se estiverem vinculadas ao processo de formação de pessoas– Ensino – e de geração de conhecimento – Pesquisa. Assim, no âmbito da relação entre Ensino e Pesquisa, a diretriz Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão inaugura possibilidades importantes na trajetória acadêmica do estudante e do professor. IMPACTO NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE– As atividades de Extensão universitária constituem aportes decisivos à formação do estudante, seja pela ampliação do universo de referência que ensejam, seja pelo contato direto com as grandes questões contemporâneas que possibilitam. Esses resultados permitem enriquecimento da experiência discente em termos teóricos e metodológicos, ao mesmo tempo em que abrem espaços para reafirmação e materialização dos compromissos éticos e solidários da Universidade Pública brasileira. Neste sentido, a participação do estudante nas Ações de Extensão Universitária deve estar sustentada em iniciativas que viabilizem a flexibilização curricular e a integralização de créditos. IMPACTO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL – Esta diretriz reafirma a Extensão Universitária como o mecanismo por meio do qual se estabelece a inter-relação da universidade com os outros setores da sociedade, com vistas a uma atuação transformadora, voltada para os interesses e necessidades da maioria da população e propiciadora do desenvolvimento social e regional, assim como para o aprimoramento das políticas públicas. ANEXO 3 – MODALIDADES DE AÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE PUBLICO POR PROGRAMA DE FORMAÇÃO As modalidades de Ação de Extensão da UFRJ são assim classificadas: PROJETO: Ação processual e contínua, de caráter educativo, social, cultural ou tecnológico, com objetivo específico, prazo determinado de no mínimo doze meses de execução e que responda à totalidade das diretrizes da extensão. CURSO: Ação pedagógica de caráter teórico e/ou prático, presencial ou à distância, planejada e organizada de modo sistemático, com carga horária mínima de 8 (oito) horas e critérios de avaliação definidos, em conformidade com as Resoluções Nº 01 e 02/2016 da Pró-Reitoria de Extensão/UFRJ. As propostas de Cursos de Extensão Universitária, no que se refere à modalidade de ensino, ou seja, o principal tipo de mediação entre alunos e professores nos processos de ensino e aprendizagem, são classificadas como: a) PRESENCIAL – Modalidade educacional na qual os alunos realizam atividades didáticas e avaliações na presença do professor/instrutor. As atividades presenciais devem apresentar no mínimo 80% (oitenta por cento) da carga horária total do curso. b) A DISTÃNCIA – Modalidade educacional na qual os alunos e professores/tutores utilizam meios e tecnologias de informação e comunicação a fim de desenvolver atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Sua carga horária computada compreende atividades realizadas em ambientes virtuais, on line, e momentos presenciais obrigatórios que devem representar no máximo 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso. Quanto aos seus objetivos, os Cursos de Extensão Universitária destinam-se a mais ampla difusão e democratização do conhecimento produzido no âmbito da UFRJ e a troca de saberes com os demais setores da sociedade, tendo a seguinte classificação: a. INICIAÇÃO – Oferecer noções introdutórias em uma área específica do conhecimento. b. ATUALIZAÇÃO – Atualizar e ampliar conhecimentos, habilidades ou técnicas, revendo e/ou apresentando novas aquisições técnico-científicas ou culturais em qualquer área do conhecimento. c. TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL – Treinar e qualificar em atividades profissionais específicas, promovendo o aprimoramento de técnicas necessárias ao desempenho profissional. d. APERFEIÇOAMENTO – Complementar, ampliar e desenvolver o nível de conhecimento teórico-prático em determinada área do saber universitário. É destinado unicamente a graduados, com carga horária mínima de 180h (cento e oitenta horas) horas e carga horária máxima de 359h (trezentos e cinquenta e nove horas). Os Cursos de Extensão da UFRJ são organizados em quatro grandes Programas de Formação, coordenados pela Pró-Reitoria de Extensão, de acordo com seu público-alvo. Esta informação deverá ser incluída no formulário SIGProj - campo INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA AVALIAÇÃO DA PROPOSTA (item 1.6 – abaixo do resumo): 1. PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DA REDE PÚBLICA DE ENSINO BÁSICO Este programa busca reunir todas as iniciativas de formação que tenham como público-alvoosprofissionaisdeeducaçãoqueatuemnaEducaçãoBásicaarticulando-ascomsua formação inicial em nível médico ou superior e ainda com iniciativas de formação continuadas no nível de pós-graduação. 2. PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES PÚBLICOS Este programa busca reunir todas as iniciativas deformação que tenham como público-alvo os trabalhadores do setor público, em seus diversos ambientes organizacionais, articulando-as com sua formação inicial em nível básico, médio ou superior e ainda com iniciativas de formação continuada no nível de pós-graduação. 3. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO POPULAR Este programa busca reunir todas as iniciativas de formação que tenham como público-alvo membros da sociedade civil e participantes de movimentos sociais organizados apresentando-se como ações de formação de preparação para acesso à educação em qualquer nível, inclusive o universitário e aos direitos de cidadania, articulando-as com a formação inicial em nível básico, médio ou superior e ainda com iniciativas de formação continuadas no nível de pós-graduação. 4. PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL Este programa busca reunir todas as iniciativas de formação que tenham como público-alvo, profissionais do setor privado, profissionais liberais ou organizações de economia mista, articulando-as com sua formação inicial em nível médio ou superior e ainda com iniciativas de formação continuadas no nível de pós-graduação. EVENTO: Ação institucional de caráter eventual classificada quanto ao interesse, número de participantes e metodologia, que implica na apresentação e/ou exibição pública e troca livre de conhecimento ou produto cultural, artístico, esportivo, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido no âmbito da extensão universitária ou que pretenda convocar a comunidade externa a desenvolver ações de extensão junto à UFRJ. Esta ação deve ser voltada a um público-alvo majoritariamente e prioritariamente externo à UFRJ. De acordo com o interesse, os eventos podem ser classificados como técnico, social, científico, esportivo e artístico. Quanto ao número de participantes e metodologia, eles podem ser categorizados de acordo com a classificação a seguir. CLASSIFICAÇÃO DEFINIÇÃO Congresso e Seminário -Evento de extensão de âmbito regional, nacional ou internacional, em geral com duração de até 7 dias, que reúne participantes de uma comunidade científica ou profissional ampla. Eventos como Conferência Nacional de Extensão, Reunião Anual de Extensionistas, Congresso de Extensão, Seminário de Extensão, Encontro de Extensionistas, Simpósio Jornada de Extensão, Colóquio de Extensão, Fórum de Extensão, etc. O congresso de extensão pode apresentar um conjunto de atividades de extensão (mesas redondas, palestras, conferências, apresentação de trabalhos, cursos, minicursos, oficinas/workshops). Os cursos de extensão incluídos no congresso, com duração igual ou superior a 8 horas devem, também, ser registrados e certificados como curso. Ciclo de debates - Encontros sequenciais que visam a discussão de temas específicos relacionados a extensão que podem ter o formato de Ciclo, Circuito, Semana e outros. Exposição - Exibição pública e promoção de resultados de ação de extensão na forma de obras de arte, curadorias, produtos, serviços, entre outros, que podem ter o formato de Exposição, Feira, Salão, Mostra, Lançamento, Vernissage. Espetáculo - Demonstração pública de ações de extensão na forma de eventos artísticos e culturais que sejam resultados de ações de extensão, tais como: Recital, Sarau, Concerto, Show, Apresentação teatral, Exibição de cinema e televisão, Musicais e interpretação musical. Evento esportivo - Campeonato, torneio, olimpíada, apresentação esportiva, entre outras ações de extensão. Festival - Série de ações de extensão na forma de eventos, espetáculos artísticos, culturais ou esportivos, realizados concomitantemente, em geral em edições periódicas. Campanhas - Ação pontual de mobilização que visa a um objetivo definido de divulgação da extensão. Para que as modalidades descritas acima sejam consideradas como eventos de extensão, não basta atender apenas às características de cada uma delas, mas explicitar nas propostas as diretrizes que caracterizam as ações de extensão desde seu planejamento. ANEXO 4: MODELO DE CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Atividades Participantes Período de execução ANEXO 5: MODELO DE DECLARAÇÃO DE PARCERIA (Usar papel timbrado da Instituição parceira) DECLARAÇÃO DE PARCERIA Declaramos para fins de comprovação junto a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que a/o (nome da instituição parceira), inscrito no (CNPJ ou inscrição semelhante da instituição) apoia o (projeto, curso ou evento), intitulado (nome do projeto, curso ou evento), coordenado por (nome do coordenador), da(o) (nome da unidade a qual o coordenador está vinculado). A parceria estabelecida para a execução da ação de extensão consiste em (Especificar que tipo de apoio a instituição parceira está oferecendo. Por exemplo: cessão de espaço físico, fornecimento de material didático, fornecimento de lanches para o público alvo, mobilização para divulgação, etc ), durante o período de (especificar o período da parceria). Rio de Janeiro, .....de.............de 2018. Assinatura ____________________________ Nome completo do representante da Instituição Cargo ou função que exerce na Instituição carimbo OBS: Completar os campos em negrito com as informações da instituição parceira. ANEXO 6: MODELO DE DECLARAÇÃO DE APROVAÇÃO (Usar papel timbrado) DECLARAÇÃO DE APROVAÇÃO NA UNIDADE Declaro para fins de comprovação junto a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que o (projeto, curso ou evento), intitulado (nome do projeto, curso ou evento), coordenado por (nome do coordenador), foi aprovado pela(o) Congregação (ou órgão equivalente) da(o) (nome da unidade a qual o coordenador está vinculado), realizada em (data da aprovação). Rio de Janeiro, ..... de ............. de ........ . ____________________________________ Assinatura e carimbo do Diretor da Unidade OBS: Completar os campos em negrito. ANEXO 7: MODELO DE DECLARAÇÃO DE HOMOLOGAÇÃO (Usar papel timbrado) DECLARAÇÃO DE HOMOLOGAÇÂO NO COLEGIADO DE CENTRO Declaro para fins de comprovação junto a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que o (projeto, curso ou evento), intitulado (nome do projeto, curso ou evento), coordenado por (nome do coordenador), foi homologado pelo Conselho de Centro (ou órgão equivalente) da(o) (nome do Centro a qual o coordenador está vinculado), realizada em (data da aprovação). Rio de Janeiro, ..... de ............. de ........ . ____________________________________ Assinatura e carimbo do Decano OBS: Completar os campos em negrito.