IFSC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina

APROEX Nº 03/2016 - APROEX Nº 03/2016

Este edital não possui texto de chamada.



MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E RELAÇÕES EXTERNAS
APROEX Nº 03/2016
EDITAL PROEX Nº 09/2016
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO A
PROJETOS DE EXTENSÃO DO IFSC
EXECUÇÃO: NOVEMBRO DE 2016 A NOVEMBRO DE 2017
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Em consonância com a Lei número 11.892 de 29 de dezembro de 2008, no artigo 7o inciso IV e a Resolução
27/2014/CEPE/IFSC de 11 de julho de 2014, a Reitora do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia de Santa Catarina – IFSC, Profª. Maria Clara Kaschny Schneider, no uso de
suas atribuições legais, torna público o lançamento do Edital Proex 09/2016 do Programa Institucional
de Apoio a Projetos de Extensão, de acordo com as disposições deste Edital.
1. PREÂMBULO
O Edital do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão apoia atividades de extensão,
regulamentadas pela Resolução 20/2013/CS/IFSC de 20 de junho de 2013, com ênfase em atividades
acadêmicas e na pesquisa aplicada que contribuam para o acesso ao saber, diminuição das
desigualdades sociais, fortalecimento dos arranjos produtivos locais, bem como a consolidação da
Extensão como atividade institucional.
2. OBJETIVOS
O presente Edital tem por objetivos:
2.1. Fomentar as atividades de extensão no IFSC, articuladas com o ensino e a pesquisa, a serem
desenvolvidas por doze meses, oportunizando a participação da comunidade acadêmica no
desenvolvimento de projetos com aporte de recursos institucionais por meio do Apoio de Bolsas de
Extensão.
2.2. Consolidar e institucionalizar as atividades Extensão no âmbito dos câmpus do IFSC.
2.3. Contribuir para a formação profissional, cidadã e crítica dos alunos.
2.4. Estimular a produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos,
cultural, artístico e desportivo.
2.5. Incrementar o desenvolvimento de produtos de extensão;
2.6. Incentivar ações de inserção sócio-profissional dos alunos através da vinculação do projeto
com a área de formação do aluno;
2.7. Desenvolver atividades de extensão que contribuam para o alcance dos Objetivos do
Desenvolvimento do Milênio.
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2.8. Fomentar iniciativas de inovações sociais, as quais se caracterizam por novas soluções aos
problemas sociais, idealizadas, concebidas e aplicadas em conjunto com a comunidade.
3. ÁREAS TEMÁTICAS DE EXTENSÃO
No âmbito deste edital serão consideradas atividades de extensão passíveis de apoio os projetos que
tenham vínculo direto com a comunidade externa e que sejam desenvolvidos nas seguintes áreas
temáticas estabelecidas pela Política Nacional de Extensão:
a. Comunicação
b. Cultura
c. Direitos Humanos e Justiça
d. Educação
e. Meio Ambiente
f. Saúde
g. Tecnologia e Produção
h. Trabalho
4. ABRANGÊNCIA
A abrangência a que se refere este edital está vinculada às Linhas de Extensão discriminadas no Anexo
1 deste Edital.
5. APOIO CONCEDIDO E VIGÊNCIA DAS BOLSAS
Este edital contemplará até 11 projetos com execução em 12 meses. Cada proposta de
atividade de extensão contemplada fomentará três bolsistas: 2 (dois) alunos e 1 (um) servidor. O
servidor extensionista que coordena a proposta contemplada recebe 4 (quatro) parcelas de R$ 900,00
cada - repassadas pela PROEX nos meses de competência de novembro de 2016; fevereiro de 2017;
maio de 2017; e agosto de 2017. Os dois alunos extensionistas de cada projeto recebem uma bolsa
por mês, de novembro de 2016 a outubro de 2017, no valor de R$ 400,00 cada.
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5.1 Dos recursos: conforme projeto 14 do Plano Anual de Trabalho (PAT/PROEX) este edital
repassará R$ 145.200,00. Do total investido, R$ 39.600,00 serão repassados a servidores
extensionistas e R$ 105.600,00 para alunos extensionistas.
5.2 As bolsas a que esse edital se refere serão disponibilizadas em conformidade com a disponibilidade
orçamentário-financeira.
5.3 Os servidores que receberem bolsas devem reter todos os comprovantes de despesas para fins
de prestação de contas, na forma e cronograma estabelicido pela PROEX.
5.4 Nos 12 (doze)meses de execução do projeto contemplado o coordenador deve manter dois alunos
extensionistas com recebimento de bolsa PROEX. Nos casos em que se fizer necessária a substituição
de aluno bolsista o coordenador terá 30 dias para substituir, apresentando documentação do novo
discente. Se a substituição não ocorrer no prazo previsto, 30 dias, o coordenador será notificado pela
PROEX podendo ter a execução interrompida.
6. REQUISITOS E OBRIGAÇÕES DO SERVIDOR COORDENADOR E DO ALUNO BOLSISTA
6.1 Do coordenador do projeto:
6.1.1 Poderão ser proponentes os servidores (docentes e técnico-administrativos) que fazem parte do
quadro permanente do IFSC, sem vínculo empregatício com outra Instituição.
6.1.2 Não ser ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC.
6.1.3 Não poderá ser lotado na Diretoria de Extensão vinculada a Pró Reitoria de Extensão e
Relações Externas.
6.1.4 O coordenador do projeto deve submeter a proposta na plataforma SIGPROJ. Não é permitida a
submissão de proposta em CPF diferente do que coordenará o projeto. Ou seja, não é permitida
substituição de titularidade de coordenação em nenhuma das etapas do processo (da submissão ao
relatório final).
6.1.5 Cada servidor poderá concorrer como coordenador de apenas um projeto. Caso seja
submetidas mais de uma proposta em um mesmo CPF de coordenador proponente, a PROEX
considerará válida ao processo somente aquela com data mais recente.
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6.1.6 Dispor de carga horária para orientar o aluno extensionista no desenvolvimento das atividades
de extensão.
6.1.7 Gerenciar o andamento do projeto de extensão cumprindo critérios e cronograma estabelecidos
no edital e as metas do projeto, assim como encaminhar ao CERE qualquer dificuldade ocorrida que
inviabilize ou comprometa a execução do mesmo.
6.1.8 Não ter pendências com a Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas no ano de 2015.
6.1.8.1 Será considerada pendência a ausência de relatório final em projetos de extensão finalizados
no ano de 2015 fomentados pelos editais APROEX (incluindo aqueles fomentados com recurso dos
câmpus).
6.1.9 Encaminhar para o e-mail aproex@ifsc.edu.br, conforme o calendário, os seguintes documentos
solicitados pela Diretoria de Extensão para implementação das bolsas:
a. documentação do bolsista (termo de compromisso e atestado de matrícula)
b. documentação do coordenador (termo de compromisso)
c. folha de pareceres devidamente assinada
d. termo de voluntariado (se necessário)
6.1.8.1 – A documentação mencionada de “a” a “d” deverá ser encaminhada no período
indicado em cronograma, somente pelas coordenações de projetos contemplados. A falta do
cumprimento deste item implica desclassificação da proposta.
6.1.10 Encaminhar trabalho para ser apresentado no SEPEI de 2017 organizado pelo IFSC, de acordo
com os critérios definidos pelo evento. A não participação no evento será considerada uma pendência
junto a PROEX, comprometendo a participação em editais no ano subsequente ao evento.
6.1.11 Identificar nos trabalhos apresentados e publicados, o apoio concedido pelo IFSC: PROJETO
APOIADO COM RECURSOS DO IFSC / APROEX.
6.1.12 Registrar por meio de fotos, vídeos e outros, as atividades desenvolvidas no projeto.
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6.1.13 Concluído o projeto de extensão, o coordenador, junto ao aluno extensionista do projeto,
deverá encaminhar via SIGPROJ o relatório final das atividades.
6.1.14 Comprovar a submissão de artigo ou relato de experiência para Revistas Científicas ou de
Extensão por meio de anexo na plataforma SIGPROJ.
6.1.15 Acompanhar o desenvolvimento dos alunos bolsistas, responsabilizando-se por informar ao
coordenador de extensão do seu câmpus e à PROEX os casos de desistência da bolsa, trancamento
de matrícula, conclusão de curso, aquisição de vínculo empregatício, recebimento de mais uma bolsa
de extensão – seja ela do IFSC ou de qualquer outra instituição, não cumprimento da carga horária
relacionada ao desenvolvimento das atividades previstas no plano de trabalho do bolsista, bem como
qualquer evento que justifique o cancelamento da(s) bolsa(s);
6.2. Do aluno candidato à bolsa de Extensão:
6.2.1 Ser aluno regularmente matriculado em cursos técnicos e/ou graduação do IFSC.
6.2.2 Dispor de carga horária para o desenvolvimento das atividades de extensão.
6.2.3 Não possuir vínculo empregatício e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou de
qualquer outra Instituição.
6.2.4 Não possuir duas matrículas em cursos da Rede Federal de Ensino.
6.2.5 Participar presencialmente de eventos internos e externos de divulgação da extensão de acordo
com a demanda institucional.
6.2.6 Executar o projeto cumprindo o cronograma estabelecido e suas metas.
6.2.7 Seguir os procedimentos estabelecidos pelo IFSC para o pagamento das bolsas.
6.2.8 Elaborar, juntamente ao coordenador, o relatório final de desenvolvimento de atividades do
projeto.
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7. ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS
7.1 As propostas deverão atender às seguintes diretrizes:
7.1.1 Natureza acadêmica:
INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – caracterizada pela integração
da ação extensionista à formação acadêmica e cidadã do estudante. Promover, desenvolver e difundir
o conhecimento científico e tecnológico. Projetos desenvolvidos a partir do resultado de estudos sistemáticos
(pesquisas – conhecimento) do contexto sócio-econômico-cultural da comunidade cujas aspirações
se pretende atender. Aplicação dos resultados na pesquisa cientifica e tecnológica na sociedade
ou que as atividades desenvolvidas na sociedade subsidiem o desenvolvimento de pesquisas científicas
e tecnológicas que impactem no desenvolvimento regional.
INTERDISCIPLINARIDADE - caracterizada por trocas entre áreas de conhecimento, interação de modelos
e conceitos complementares, além da integração de metodologias, instrumentos e técnicas para
uma consistência teórica e operacional que estrutura o trabalho coletivo.
IMPACTO NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE – caracterizado pela contribuição à formação técnico-
científica, pessoal e social dos estudantes, explicitada em um plano de trabalho que contenha as
ações que serão desenvolvidas pelos estudantes durante a execução do projeto.
CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE PUBLICAÇÕES E PRODUTOS DE EXTENSAO – caracterizado
pela elaboração de produtos que sejam resultantes das ações dos programas e projetos.
7.1.2 Relação com a sociedade:
IMPACTO SOCIAL, AMBIENTAL E/OU ECONÔMICO – caracterizado pela ação transformadora sobre
os problemas sociais; contribuição à inclusão de grupos sociais; desenvolvimento de meios e processos
de produção, inovação e transferência de conhecimento; ampliação de oportunidades educacionais
e do acesso a processos de formação e qualificação; contribuição na formulação, implementação
e acompanhamento das políticas públicas prioritárias ao desenvolvimento local, regional e nacional
em articulação com o mundo do trabalho contribuindo para o alcance das metas dos objetivos de desenvolvimento
do milênio (ODM).
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RELAÇÃO DIALÓGICA COM OS DEMAIS SETORES DA SOCIEDADE – caracterizada pela interação
e intercâmbio do conhecimento, experiências, tecnologias, metodologias acumulados no IFSC com
instituições e organizações; desenvolvimento de parcerias institucionais internas e externas ao IFSC.
RELAÇÃO COM OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) - agenda mundial com
17 objetivos e 169 metas. Os ODS vêm sendo construídos em um processo de negociação mundial, que começou
em 2013. O Brasil vem participando das discussões e definições sobre os ODS, e tem como posição defender a
erradicação da pobreza como prioridade nas iniciativas para o desenvolvimento sustentável.
Figura 1 - Agenda de Desenvolvimento Sustentável
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São os objetivos:
1. Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares
2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição
3. Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos
4. Garantir educação inclusiva, equitativa e de qualidade
5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas
6. Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água
7. Garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável
8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável
9. Construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva
10. Reduzir a desigualdade entre os países e dentro deles
11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes
12. Assegurar padrões de consumo e produção sustentável
13. Tormar medidas urgentes para combater a mudança do clima
14. Conservar e promover o uso sustentável dos oceanos
15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável das florestas
16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável
17. Fortalecer os mecanismos de implementação e revitalizar a parceria global
RELAÇÃO COM O PROCESSO DE INSERÇÃO SOCIO-PROFISSIONAL – entendida como a interação
do indivíduo com os seus contextos sociais e profissionais significativos, que visem a inserção
profissional e de integração social de juventude, sobretudo de jovens das camadas populares, e outras
demandas sociais. Caracteriza-se por meio de ações como: incentivo ao primeiro emprego, cursos
de formação e qualificação profissional, ações empreendedoras, incentivo ao cooperativismo, entre
outros.
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DESENVOLVIMENTO DE INICIATIVAS DE INOVAÇÃO SOCIAL - novas soluções mais eficientes,
justas e sustentáveis para as demandas de interesse público (sociais, ambientais ou econômicas) cujos
valores criados atingem principalmente a sociedade como todo e não indivíduos em particular caracterizadas
por um ou mais elementos como:
1- Melhora a qualidade de vida e gera bem-estar social.
2- Envolvimento dos beneficiários no desenvolvimento do projeto (desde a concepção até a aplicação
com a corresponsabilidade do público atendido).
3- Potencial para ser replicada e se difundir para outras comunidades.
4- Diferencial frente as ações ou projetos existentes, para o público atendido, seu contexto, seu local
ou região.
5- Prática eficiente/eficaz, justo ou sustentável.
6- Parcerias diversas, ou de diferentes setores.
7.2 Estruturação da proposta:
A proposta do projeto deverá conter:
7.2.1 Justificativa: deverá contemplar a motivação da proposta e explicitar claramente a necessidade
de desenvolver o projeto no prazo de 12 meses.
7.2.2 Relação ensino pesquisa e extensão explicitada pela importância das ações do projeto para a
formação integral do aluno bolsista, relação do projeto com os eixos tecnológicos de atuação do Câmpus,
difusão de conhecimentos e metodologias, e relação com trabalhos de pesquisa desenvolvidos
pela equipe executora.
7.2.3 Clareza e precisão dos objetivos definidos;
7.2.4 Descrição dos procedimentos metodológicos, de forma precisa, atendendo aos objetivos definidos
e possibilitando a avaliação da viabilidade do projeto.
7.2.5 Indicação do público-alvo e do número de pessoas diretamente beneficiadas;
7.2.6 Cronograma de execução detalhado relacionado com os objetivos previstos na proposta e em
conformidade com o tempo de execução desse edital.
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7.2.7 Descrição dos critérios que serão avaliados por parte do publico atendido e pela equipe executora
do projeto, assim como a forma de sistematização da avaliação;
7.2.8 Elaboração do plano de trabalho do bolsista descrevendo as atividades que serão realizadas de
acordo com o cronograma proposto e relação na sua formação, conforme modelo no anexo 4;
7.2.9 Detalhamento da infra-estrutura existente para a execução da proposta.
7.2.10 Apresentação de carta de anuência de instituição parceira, de acordo com o modelo do anexo
5 desse edital.
8. CRITÉRIOS DE ADMISSIBILIDADE DE PROPOSTAS
8.1 As propostas deverão ser cadastradas na internet por meio do uso da plataforma eletrônica
Sigproj, disponibilizada no endereço http://sigproj.mec.gov.br.
8.2 A submissão dos projetos de extensão deve acompanhar os prazos estabelecidos no calendário,
levando em consideração:
8.2.1 Projetos de extensão com execução até 14 de novembro de 2017;
8.2.2 Projetos com duração de 12 meses;
8.2.3 Atendimento da diretrizes das atividades de extensão no IFSC;
8.2.4 Para projetos que prevejam a execução de cursos, esses devem seguir os trâmites de
aprovação institucional.
8.2.5 Público estratégico composto pela comunidade externa;
8.2.6 Participação de dois alunos extensionistas com bolsa, conforme critérios estabelecidos
pelo item 6 desse edital, com apresentação obrigatória de plano de trabalho individual para
cada aluno bolsista;
8.2.7 O coordenador proponente não possuir outro projeto em execução, com fomento APROEX
de editais anteriores;
8.2.8 A relação com o desenvolvimento de atividades de pesquisa e ensino;
8.2.9 A previsão do impacto social para a comunidade externa do IFSC;
8.2.10 O não atendimento dos itens acima poderá desclassificar a proposta, conforme os
critérios de pontuação definidos no item 9 deste edital.
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8.3 Somente serão consideradas para efeitos de pontuação, parcerias comprovadas na forma de
termo de cooperação técnica firmado entre parceiro e a instituição ou carta de anuência e apoio ao
projeto pelo parceiro externo
8.4 É obrigatório o envio das propostas via formulário eletrônico até as 23 horas e 59 minutos, horário
de Brasília, da data limite de envio estipulada em cada chamada, conforme define o calendário do
presente Edital. A data do envio registrada pelo sistema servirá como comprovante ao atendimento
deste requisito.
8.5 A Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas não se responsabiliza por propostas de projetos
não recebidas em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamento nas linhas de
comunicação, nem por documentos corrompidos.
9 ANÁLISE E CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS
9.1 A classificação das propostas será efetuada por avaliadores previamente cadastrados pela Pró-
Reitoria de Extensão e Relações Externas, interessados no processo de avaliação e que não tenham
solicitado apoio neste edital como coordenador.
9.2 A avaliação será realizada seguindo as seguintes etapas: análise documental (eliminatória),
análise do mérito da proposta (eliminatória) e análise do mérito do coordenador.
9.3 O Edital prevê apenas apoio financeiro por meio de bolsas de Extensão a projetos que
apresentem viabilidade em termos de infraestrutura, pessoal qualificado e tempo hábil para o seu
desenvolvimento.
9.4 As propostas serão analisadas segundo os critérios constantes no Anexo 2 deste Edital.
9.5 A pontuação da proposta (P) será o resultado da soma das notas atribuídas multiplicada pelos
respectivos pesos, expressa por P = Σ (n . p)/2, conforme Anexo 2, onde:
P = pontuação final da proposta;
n = nota do quesito;
p = peso do quesito.
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9.6 Será desclassificada a proposta que:
9.6.1 não atender aos quesitos 1, 2, 3 e 4 da tabela de pontuação;
9.6.2 tiver o coordenador com pendências na diretoria de extensão, conforme o item 6.1.7
9.6.3 não encaminhar, até a data prevista neste edital, a documentação do aluno, do coordenador e a
folha de pareceres devidamente assinada pelo câmpus, conforme o item 6.1.8
10. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS E PEDIDOS DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS
10.1 O julgamento e a classificação provisória e final são atos exclusivos da Comissão de Avaliação
que, em consequência, reserva-se o direito de desclassificar as propostas em desacordo com este
edital ou ainda, que se revelarem manifestamente inexequíveis.
10.2 Em caso de empate na pontuação provisória e final será considerada a maior pontuação obtida
nos seguintes quesitos, obedecida à ordem de prioridade estabelecida:
a. Mérito do projeto;
b. Análise do Currículo Lattes.
c. Impacto do projeto medido pelo critério quantitativo do público externo atendido pela proposta.
10.3 Os resultados (preliminar e final) do julgamento das solicitações de bolsas serão divulgados na
página institucional da EXTENSÃO.
10.4 Será admitido recurso contra o resultado provisório, que deverá vir assinado pelo coordenador da
proposta.
10.4.1 O recurso após assinado deverá ser escaneado – em formato PDF – e anexado à mensagem
eletrônica.
10.4.2 O recurso deverá ser remetido para o endereço eletrônico aproex@ifsc.edu.br com o seguinte
título para o campo assunto: RECURSO CONTRA O RESULTADO PROVISÓRIO DO EDITAL APROEX
03/2015.
10.4.3 Os recursos devem ser enviados até às 23 horas e 59 minutos, horário de Brasília, da data limite
da interposição de recursos (item14).
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10.5 A decisão dos recursos será dada a conhecer, coletivamente, por meio de divulgação do resultado
final a ser publicado na página institucional da EXTENSÃO.
10.6 A Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas não se responsabiliza por recursos não recebidos
em decorrência de eventuais problemas técnicos e congestionamento nas linhas de comunicação
nem por documentos corrompidos.
11. DA EXECUÇÃO:
11.1 Após divulgação do resultado deste edital, o coordenador deverá encaminhar ao e-mail
aproex@ifsc.edu.br a documentação necessárias para implementação da bolsa e do seguro (folha de
pareceres, termo de compromisso e atestado de matrícula do aluno bolsista, termo de adesão ao
voluntariado, termo de compromisso do coordenador do projeto, e folha de parecer devidamente
assinada de acordo com os anexos 6 a 9) de acordo com o calendário previsto no item 14.
11.2 O pagamento da bolsa do aluno é compulsório, não havendo nenhuma ocorrência contrária
informada à PROEX pelo coordenador do projeto ou pelo coordenador de extensão do câmpus.
11.3 O projeto selecionado não poderá ser substituído. Sendo impossível sua execução, as bolsas
serão canceladas. Neste caso, o coordenador deverá encaminhar à CERE e à Diretoria de Extensão,
via memorando, uma comunicação por escrito com as devidas justificativas.
12 SOCIALIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS
12.1 Apresentar os resultados do projeto em eventos de extensão, sempre que possível.
12.2 O coordenador deve registrar em seu Currículo da plataforma Lattes o projeto de extensão em
desenvolvimento, além da produção vinculada ao projeto.
13. LIBERAÇÃO DAS BOLSAS
As bolsas do Programa Institucional de Apoio a Projetos de Extensão serão liberadas somente após o
envio da documentação mencionada no item 11 e da implementação do seguro da/o aluna/o
extensionista – condicionada à disponibilidade financeira.
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14. CALENDÁRIO
LANÇAMENTO DO EDITAL 09 de setembro de 2016
DATA LIMITE PARA ENVIO DAS PROPOSTAS 25 de setembro às 23 horas e 59 minutos.
ANÁLISE DAS PROPOSTAS RECEBIDAS
26 de setembro de 2016 a 23 de outubro
de 2016
DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS PRELIMINARES 24 de outubro de 2016
PRAZO PARA ENVIO DE RECURSO 24 e 25 de outubro de 2016
DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS FINAIS 27 de outubro de 2016
PRAZO PARA ENVIO DA DOCUMENTAÇÃO DO(S)
ALUNO(S) EXTENSIONISTA(S) E OS TERMOS DE
COMPROMISSOS DO COORDENADOR E DO(S)
ALUNO(S) EXTENSIONISTA(S)
27 de outubro a 04 de novembro de 2016
INÍCIO DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS
CONTEMPLADOS
14 de novembro de 2016
PRAZO PARA TÉRMINO DA EXECUÇÃO DOS
PROJETOS
17 de novembro de 2017
PRAZO PARA ENVIO DO RELATÓRIO FINAL E RELATO
DE EXPERIÊNCIAS CONFORME ORIENTAÇÕES DA
PRÓ- REITORIA DE EXTENSÃO E RELAÇÕES
EXTERNAS
30 de novembro de 2017
APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS NO SEMINÁRIO DE
ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO DO IFSC
Em data a definir e que será encaminhada
às coordenadorias de extensão dos
câmpus e aos coordenadores de projetos.
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15 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS
15.1 Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Avaliadora, composta por membros da Pró-
Reitoria de Extensão e Relações Externas, Pró-Reitoria de Ensino e Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-
Graduação e Inovação, respeitando o princípio da ampla defesa.
15.2 A submissão de projetos implicará a tácita aceitação das condições estabelecidas neste Edital e
das normas vigentes no âmbito do IFSC, das quais o coordenador do projeto não poderá alegar
desconhecimento.
15.3 A qualquer tempo, este Edital poderá ser revogado ou anulado, no todo ou em parte, por motivo
de interesse público, sem que isso implique direito à indenização de qualquer natureza.
15.4 O pagamento das bolsas concedidas por este edital estão condicionadas a
disponibilidadeorçamentário-financeira do IFSC.
15.5 Para situações não previstas no presente Edital prevalecem as Normas e procedimentos do
Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão, do IFSC.
15.6 Havendo saldo entre o montante de recursos disponibilizado e os recursos solicitados, estes
serão aplicados no fomento da extensão nos editais vigentes em 2016/2017.
15.7 Para fins de certificação será considerado o máximo de 400 horas de atividades no projeto para
cada integrante da equipe e coordenação.
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15.8 Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos contatando-se a Diretoria de
Extensão do IF-SC, pelo telefone (48) 3877-9011, por e-mail no endereço aproex@ifsc.edu.br ou
pessoalmente no prédio da Reitoria, 1º andar, na Diretoria de Extensão.
Florianópolis, 05 de setembro de 2016.
Publicação autorizada pelo documento Sipac nº. 23292.016472/2016-17.
Maria Clara Kaschny Schneider
Reitora do IFSC
Maria Claudia de Almeida Castro
Pró-Reitora de Extensão e Relações Externas
André Dala Possa
Diretor de Extensão
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Anexo 1
Linhas de Extensão
Número Linhas Forma de operacionalização mais frequente
1 Alfabetização, leitura e escrita Alfabetização e letramento de crianças, jovens e adultos;
formação do leitor e do produtor de textos; incentivo à
leitura; literatura; desenvolvimento de metodologias de
ensino da leitura e da escrita e sua inclusão nos projetos
político-pedagógicos das escolas.
2 Artes cênicas Dança, teatro, técnicas circenses, performance;
formação, capacitação e qualificação de pessoas que
atuam na área; memória, produção e difusão cultural e
artística.
3 Artes integradas Ações multiculturais, envolvendo as diversas áreas da
produção e da prática artística em um único programa
integrado; memória, produção e difusão cultural e
artística.
4 Artes plásticas Escultura, pintura, desenho, gravura, instalação,
apropriação; formação, memória, produção e difusão
cultural e artística.
5 Artes visuais Artes gráficas, fotografia, cinema, vídeo; memória,
produção e difusão cultural e artística.
6 Comunicação
estratégica
Elaboração, implementação e avaliação de planos
estratégicos de comunicação; realização de assessorias
e consultorias para organizações de natureza diversa em
atividades de publicidade, propaganda e de relações
públicas; suporte
de comunicação a programas e projetos de mobilização
social, a organizações governamentais e da sociedade
civil
7 Desenvolvimento de
produtos
Produção de origem animal, vegetal, mineral e
laboratorial; manejo, transformação, manipulação,
dispensação, conservação e comercialização de produtos
e subprodutos.
8 Desenvolvimento
regional
Elaboração de diagnóstico e de propostas de
planejamento regional (urbano e rural) envolvendo
práticas destinadas à elaboração de planos diretores, a
soluções, tratamento de
problemas e melhoria da qualidade de vida da população
local, tendo em vista sua capacidade produtiva e
potencial de incorporação na implementação das ações;
participação
em fóruns Desenvolvimento Local Integrado e
Sustentável – DLIS; participação e assessoria a
conselhos regionais, estaduais e locais de
desenvolvimento e a fóruns de municípios
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e associações afins; elaboração de matrizes e estudos
sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como
base recursos locais renováveis e práticas sustentáveis;
permacultura; definição de indicadores e métodos de
avaliação de desenvolvimento, crescimento e
sustentabilidade.
9 Desenvolvimento
rural e questão agrária
Constituição e/ou implementação de iniciativas de
reforma agrária, matrizes produtivas locais ou regionais e
de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica;
planejamento do desenvolvimento rural sustentável;
organização
rural; comercialização; agroindústria; gestão de
propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos
de reforma agrária; educação para o desenvolvimento
rural; definição de critérios e de políticas de fomento para
o meio rural; avaliação de impactos de políticas de
desenvolvimento rural.
10 Desenvolvimento Tecnológico Processos de investigação e produção de novas
tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de
consumo e produção (inclusive tecnologias sociais,
práticas e protocolos de produção de bens e serviços);
serviços tecnológicos; estudos de viabilidade técnica,
financeira e econômica; adaptação de tecnologias.
11 Desenvolvimento
urbano
Planejamento, implementação e avaliação de processos
e metodologias visando proporcionar soluções e o
tratamento de problemas das comunidades urbanas;
urbanismo.
12 Direitos individuais e
coletivos
Apoio a organizações e ações de memória social, defesa,
proteção e promoção de direitos humanos; direito agrário
e fundiário; assistência jurídica e judiciária, individual e
coletiva, a instituições e organizações; bioética médica e
jurídica; ações educativas e preventivas para garantia de
direitos humanos.
13 Educação profissional *Formação técnica profissional, visando a valorização,
aperfeiçoamento e promoção de técnicas profissionais e
inserção no mercado de trabalho.
14 Empreendedorismo Constituição e gestão de empresas juniores, préincubadoras,
incubadoras de empresas, parques e pólos
tecnológicos, cooperativas e empreendimentos solidários
e outras ações
voltadas para a identificação, aproveitamento de novas
oportunidades e recursos de maneira inovadora, com
foco na criação de empregos e negócios, estimulando a
pró-atividade.
15 Emprego e Renda Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de
trabalho, emprego e renda para empreendedores, setor
informal, proprietários rurais, formas
cooperadas/associadas de produção, empreendimentos
produtivos solidários, economia solidária, agricultura
familiar, dentre outros.
16 Endemias e epidemias Planejamento, implementação e avaliação de
metodologias de intervenção e de investigação tendo
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como tema o perfil epidemiológico de endemias e
epidemias e a transmissão
de doenças no meio rural e urbano; previsão e
prevenção.
17 Espaços de ciência Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e
tecnológicos em espaços de ciência, como museus,
observatórios, planetários, estações marinhas, entre
outros; organização desses espaços.
18 Esporte e lazer Práticas esportivas, experiências culturais, atividades
físicas e vivências de lazer para crianças, jovens e
adultos, como princípios de cidadania, inclusão,
participação social e
promoção da saúde; esportes e lazer nos projetos
políticopedagógico das escolas; desenvolvimento de
metodologias e inovações pedagógicas no ensino da
Educação Física,Esportes e Lazer; iniciação e prática
esportiva; detecção e
fomento de talentos esportivos.
19 Estilismo Estilismo e moda
20 Fármacos e
medicamentos
Uso correto de medicamentos para a assistência à saúde,
em seus processos que envolvem a farmacoterapia;
farmácia nuclear; diagnóstico laboratorial; análises
químicas, físico-químicas, biológicas, microbiológicas e
toxicológicas de fármacos, insumos farmacêuticos,
medicamentos e fitoterápicos.
21 Formação de professores
(formação docente)
Formação e valorização de professores, envolvendo a
discussão de fundamentos e estratégias para a
organização
do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento
profissional, a valorização, a garantia de direitos
trabalhistas
e a inclusão no mercado de trabalho formal.
22 Gestão do trabalho Estratégias de administração; ambiente empresarial;
relações de trabalho urbano e rural (formas associadas
de produção, trabalho informal, incubadora de
cooperativas
populares, agronegócios, agroindústria, práticas e
produções caseiras, dentre outros).
23 Gestão informacional Sistemas de fornecimento e divulgação de informações
econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições
públicas, privadas e do terceiro setor.
24 Gestão institucional Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos
e instituições públicas, privadas e do terceiro setor,
governamentais e não-governamentais.
25 Gestão pública Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise
do impacto dos fatores sociais, econômicos e
demográficos nas políticas públicas (movimentos
populacionais, geográficos e econômicos, setores
produtivos); formação, capacitação e qualificação de
pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou
potenciais).
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26 Grupos sociais
vulneráveis
Questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de
diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros,
processos de atenção (educação, saúde, assistência
social, etc), de emancipação, de respeito à identidade e
inclusão;
promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento
de metodologias de intervenção.
27 Infância e
adolescência
Processos de atenção (educação, saúde, assistência
social, etc), promoção, defesa e garantia de direitos;
ações especiais de prevenção e erradicação do trabalho
infantil; desenvolvimento de metodologias de intervenção
tendo como objeto enfocado na ação crianças,
adolescentes e suas famílias.
28 Inovação tecnológica Introdução de produtos ou processos tecnologicamente
novos e melhorias significativas a serem implementadas
em produtos ou processos existentes nas diversas áreas
do
conhecimento; considera-se uma inovação tecnológica de
produto ou processo aquela que tenha sido implementada
e introduzida no mercado (inovação de produto) ou
utilizada no processo de produção (inovação de
processo).
29 Jornalismo Processos de produção e edição de notícias para mídias
impressas e eletrônicas; assessorias e consultorias para
órgãos de imprensa em geral; crítica de mídia.
30 Jovens e adultos Processos de atenção (saúde, assistência social, etc),
emancipação e inclusão; educação formal e não formal;
promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento
de metodologias de intervenção, tendo como objeto a
juventude e/ou a idade adulta.
31 Línguas estrangeiras Processos de ensino/aprendizagem de línguas
estrangeiras e sua inclusão nos projetos políticopedagógicos
das escolas; desenvolvimento de processos
de formação em línguas estrangeiras; literatura; tradução.
32 Metodologias e
estratégias de
ensino/aprendizagem
Metodologias e estratégias específicas de
ensino/aprendizagem, como a educação a distância, o
ensino presencial e de pedagogia de formação inicial,
educação continuada,
educação permanente e formação profissional.
33 Mídias-artes Mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital.
34 Mídias Veículos comunitários e universitários, impressos e
eletrônicos (boletins,manuais,cartilhas, rádio, televisão,
jornal, revistas,internet, etc);
promoção do uso didático dos meios de educação e de
ações educativas sobre as mídias.
35 Música Apreciação, criação e performance; formação,
capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área
musical; produção e divulgação de informações,
conhecimentos e material
didático na área; memória, produção e difusão cultural e
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artística.
36 Organizações da
sociedade civil e movimentos
sociais e populares
Apoio à formação, organização e desenvolvimento de
comitês, comissões, fóruns, associações, ONG’s,
OSCIP’s, redes,
cooperativas populares, sindicatos, dentre outros.
37 Patrimônio cultural,
histórico, natural e imaterial
Preservação, recuperação, promoção e difusão de
patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais
móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço
urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança,
artesanato, folclore,
manifestações religiosas populares), natural (natureza,
meio ambiente) material e imaterial (culinária, costumes
do povo), mediante formação, organização, manutenção,
ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros
culturais, arquivos e outras organizações culturais,
coleções e acervos; restauração de bens móveis e
imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e
promoção do folclore, do artesanato, das tradições
culturais e dos movimentos
religiosos populares; valorização do patrimônio; memória,
produção e difusão cultural e artística.
38 Pessoas com deficiências,
incapacidades, e
necessidades especiais
Processos de atenção (educação, saúde, assistência
social, etc), de emancipação e inclusão de pessoas com
deficiências, incapacidades físicas, sensoriais e mentais,
síndromes, doenças crônicas, altas habilidades, dentre
outras;
promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento
de metodologias de intervenção individual e coletiva,
tendo como objeto enfocado na ação essas pessoas e
suas famílias.
39 Propriedade
intelectual e patente
Processos de identificação, regulamentação e registro de
direitos autorais e sobre propriedade intelectual e patente.
40 Questões ambientais Implementação e avaliação de processos de educação
ambiental de redução da poluição do ar, águas e solo;
discussão da Agenda 21; discussão de impactos
ambientais de empreendimentos e de planos básicos
ambientais; preservação de recursos naturais e
planejamento ambiental; questões florestais; meio
ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio
ambiente.
41 Recursos hídricos Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar
e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos
hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da
poluição; arbitragem de conflitos; participação em
agências e comitês
estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos
estaduais, comitês e consórcios municipais de recursos
hídricos.
42 Resíduos sólidos Orientação para desenvolvimento de ações normativas,
operacionais, financeiras e de planejamento com base
em critérios sanitários, ambientais e econômicos, para
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coletar,
segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para
elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de
gestão integrada de resíduos sólidos urbanos, coleta
seletiva, instalação
de manejo de resíduos sólidos urbanos reaproveitáveis
(compostagem e reciclagem), destinação final (aterros
sanitários e controlados), e remediação de resíduos a céu
aberto; orientação à organização de catadores de lixo.
43 Saúde animal Processos e metodologias visando a assistência à saúde
animal: prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação
de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e
hospitais veterinários pedagógicos.
44 Saúde da família Processos assistenciais e metodologias de intervenção
para a saúde da família.
45 Saúde e proteção no
trabalho
Processos assistenciais, metodologias de intervenção,
ergonomia, educação para a saúde e vigilância
epidemiológica ambiental, tendo como alvo o ambiente de
trabalho e como público os trabalhadores urbanos e
rurais; saúde ocupacional.
46 Saúde humana Promoção da saúde das pessoas, famílias e
comunidades; humanização dos serviços; prestação de
serviços institucionais em ambulatórios, laboratórios,
clínicas e hospitais
universitários; assistência à saúde de pessoas em
serviços especializados de diagnóstico, análises clínicas
e tratamento; clínicas odontológicas, de psicologia, dentre
outras.
47 Segurança alimentar e
nutricional
Incentivo à produção de alimentos básicos, autoabastecimento,
agricultura urbana, hortas escolares e
comunitárias, nutrição, educação para o consumo,
regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa
do consumo alimentar.
48 Segurança pública e
defesa social
Planejamento, implementação e avaliação de processos
e metodologias, dentro de uma compreensão global do
conceito de segurança pública, visando proporcionar
soluções e tratamento de problemas relacionados;
orientação e assistência jurídica, judiciária, psicológica e
social à população carcerária e seus familiares;
assessoria a projetos de educação, saúde e trabalho aos
apenados e familiares;
questão penitenciária; violência; mediação de conflitos;
atenção a vítimas de crimes violentos; proteção a
testemunhas; policiamento comunitário.
49 Tecnologia da informação Desenvolvimento de competência informacional para
identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar,
sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes
impressas ou eletrônicas; inclusão digital.
50 Temas específicos /
Desenvolvimento humano
Temas das diversas áreas do conhecimento,
especialmente de ciências humanas, biológicas, sociais
aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias,
engenharias, lingüística,
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(letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização
e aperfeiçoamento humano.
51 Terceira idade Planejamento, implementação e avaliação de processos
de atenção (educação, saúde, assistência social, etc), de
emancipação e inclusão; promoção, defesa e garantia de
direitos; desenvolvimento de metodologias de
intervenção, tendo como objeto enfocado na ação
pessoas idosas e suas famílias.
52 Turismo Planejamento e implementação do turismo (ecológico,
cultural, de lazer, de negócios, religioso, etc) como setor
gerador de emprego e renda; desenvolvimento de novas
tecnologias para avaliações de potencial turístico;
produção
e divulgação de imagens em acordo com as
especificidades culturais das populações locais.
53 Uso de drogas e
dependência química
Prevenção e limitação da incidência e do consumo de
drogas; tratamento de dependentes; assistência e
orientação a usuários de drogas; recuperação e
reintegração social.
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Anexo 2
Pontuação para Avaliação do Projeto de Extensão
Quesitos eliminatórios
1. Atendimento a área e linha de extensão Eliminatória
2. Caracterização do público estratégico (externo ao IFSC) Eliminatória
3. Apresentação dos Planos de trabalho dos bolsistas* Eliminatória
Quesitos classificatórios Pontuação Peso
Mínima Máxima
1. Justificativa do projeto 0,0 10,0 1,00
Sem identificação da motivação 00
Necessidade observada, mas não referenciada em bases
externas
03
Problema existente e fundamentação explícita 06
Demanda explícita da comunidade externa e fundamentação bem
elaborada
10
2. Relação com atividades de pesquisa 0,0 10,0 0,50
Não apresenta relação 00
Apresenta relação indireta, mas não há potencial 05
Apresenta relação direta e há potencial explícito 10
3. Relação com atividades de ensino (processo formativo) 0,0 10,0 0,50
Não apresenta relação 00
Apresenta relação indireta, mas não há potencial 05
Apresenta relação direta e há potencial explícito 10
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4. Objetivos
4.1 Conformidade com a linha proposta e com o perfil do público 0,0 10,0 0,50
Insuficiente 00
Regular 05
Bom 07
Excelente 10
4.2 Clareza na definição dos objetivos 0,0 10,0 0,50
Insuficiente 00
Regular 05
Bom 07
Excelente 10
5. Metodologia 0,0 10,0 1,00
Imprecisa 00
Satisfatória 05
Precisa 10
6. Apresenta ações de inserção profissional 00 10 0,25
Não apresenta relação 00
Apresenta relação indireta 05
Apresenta relação direta 10
7. Apresenta elementos de Inovação social 00 10 0,25
Não apresenta 00
Apresenta pelo menos 1 elemento 05
Apresenta mais de 1 elemento 10
8. Prevê desenvolvimento de produtos de extensão** 00 10 0,25
Não prevê 00
Prevê 10
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9. Atende aos ODS? 0,0 10,0 0,25
Não atende 00
Atende pelo menos 1 ODS 05
Atende mais de 1 ODS 10
10. Acompanhamento e Avaliação do projeto 0,0 10,0 1,00
Insuficiente 00
Regular 05
Bom 07
Excelente 10
11. Qualidade dos Planos de Trabalho dos alunos 0,0 10,0 1,00
Insatisfatório 00
Regular 05
Bom 07
Excelente 10
12. Viabilidade de execução em 12 meses 0,0 10,0 1,00
Inviável e descrita insatisfatoriamente no projeto 00
Viabilidade satisfatória, mas poderia mellhorar a descrição no
projeto/ cronograma
05
Viável 07
Viável, detalhada e bem alinhada no projeto e cronograma 10
13. Parceiros externos (instituições de ensino, empresas,
associações, outros órgãos estaduais e municipais)
comprovado por meio de carta de anuência ou Cooperação
Técnica/ Convênio.
0,0 10,0 1,00
Não apresenta parceiros 00
Apresenta 1 ou mais parceiros 10
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14. Qualificação do público estratégico mencionado no
projeto como comunidade externa
0,0 10,0 1,00
Maioria externo, fruto de demanda 0,0
Minoria externo, sem descrição da origem da demanda 10,0
Nota máxima possível 10,00
* Os planos de trabalho deverão ser anexados à proposta no momento da submissão (SIGPROJ).
** São considerados produtos de Extensão: vídeo, revista, apostila, cartilha, jornais, CD entre outros.
Seção II
Experiência do coordenador em projetos de extensão, nos últimos 5 anos
(Extração da plataforma Lattes)
1. Experiência como coordenador em projetos de extensão 0,0 10,0 5,00
Não tem experiência 00
Coordenou 1 projeto 02
Coordenou 2 projetos 04
Coordenou 3 projetos 06
Coordenou 4 ou mais projetos 10
2. Participação na equipe executora em projetos de Extensão 0,0 10,0 2,00
Não tem experiência 0,0
Participou de 1 projeto 02
Participou de 2 projetos 04
Participou de 3 projetos 06
Participou de 4 ou mais projetos 10
3. Experiência como coordenador em projetos de Extensão
aprovados em editais externos, durante seu exercício no IFSC
0,0 10,0 3,00
Não tem experiência 0,0
Coordenou 1 projeto 05
Coordenou 2 projetos ou mais 10
Nota máxima possível 10,00
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Anexo 3
Modelo de Relato de Experiência
Título e subtítulo do trabalho
Nome do autor principal – e-mail1
Nome do segundo autor – e-mail (se houver)2
RESUMO
Inserir texto do resumo em fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas. Inserir texto
do resumo em fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas. Inserir texto do resumo
em fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas.
PALAVRAS-CHAVE
Primeira palavra. Segunda palavra. Terceira palavra. Quarta palavra. Quinta palavra. (mínimo de três, máximo
de cinco palavras-chave, separadas por pontos)
ABSTRACT
Escreva o abstract em inglês, usando fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas.
Escreva o abstract em inglês, usando fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas.
Escreva o abstract em inglês, usando fonte Times New Roman 12, espaço simples, em no máximo seis linhas.
KEYWORDS
Primeira palavra. Segunda palavra. Terceira palavra. Quarta palavra. Quinta palavra. (mínimo de três, máximo
de cinco palavras-chave, separadas por pontos)
1 RELATO DE EXPERIÊNCIA (descrição do relato incluindo justificativa, método e resultados)
Comece aqui a redação de seu texto, em fonte Times New Roman 12, espaço 1,5. As margens do
documento devem ser de 3cm (nas laterais) e 2,5cm (superior e inferior). O texto completo do relato de
experiência, incluindo título, resumo, palavras-chave, abstract, keywords, relato, referências bibliográficas e
notas de rodapé, deve ter no mínimo 5 mil e no máximo 10 mil caracteres (com espaços).
Se você estiver utilizando o software Microsoft Word, proceda da seguinte maneira para contar os
caracteres do documento: na aba “Revisão”, clique em “Contar palavras” e selecione a opção “Incluir caixas de
texto, notas de rodapé e de fim”. Verifique o número de caracteres na mesma caixa, na linha “Caracteres com
espaços”. Caso esse número seja superior a 35 mil caracteres, você terá que reduzir seu trabalho.
Se você estiver utilizando o software LibreOffice, proceda da seguinte maneira para contar os caracteres
do documento: na aba “Ferramentas”, clique em “Contagem de palavras”. Verifique o número de caracteres na
parte “Documento inteiro”, na linha “Caracteres”. Caso esse número seja superior a 35 mil caracteres, você terá
que reduzir seu trabalho.
1Formação acadêmica e atuação profissional do autor principal
2Formação acadêmica e atuação profissional do autor secundário
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O formato do texto deve ser justificado. Não dê dois espaços entre um parágrafo e outro nem utilize
recuo.
O trabalho deve ter numeração de páginas no rodapé, à direita
As figuras, as tabelas e os quadros deverão ser referenciados no texto em ordem consecutiva e
identificados, em negrito, por número arábico precedido da palavra correspondente (Fig. 1, Tab. 1), seguido de
respectiva legenda, figurando o mais próximo possível do texto em que foram referenciados, não necessitam ser
separados dele por uma linha em branco.
As figuras, os quadros e a sua legenda devem ser centralizados na extensão da largura da página (Fig.
1). A identificação das figuras e dos quadros deve ser na parte inferior; das tabelas, na parte superior, alinhada à
margem esquerda. A referência da fonte, quando não de autoria própria, deve ser colocada logo abaixo da
figura, tabela ou quadro, em letra maiúscula / minúscula, precedida da palavra FONTE. As anotações e as
numerações devem ser formatadas em fonte Times New Roman, tamanho 12.
Figura 1: Marca da Revista Caminho Aberto.
FONTE: Dados desta pesquisa.
As tabelas e os quadros, de preferência, deverão estar em preto e branco. Figuras coloridas e
fotografias de alta qualidade podem ser incluídas no artigo. Para reduzir o tamanho e preservar a resolução
gráfica, os arquivos das imagens devem ser convertidos para o formato JPG (JPEG) com resolução de 300 dpi,
antes de inseri-los no texto.
As figuras e as fotos gravadas necessitam ter um tamanho mínimo de 9 x 7cm e devem ser salvas em
arquivos próprios com respectivo número de referência no texto. Por exemplo, o arquivo Figura 3.JPG
corresponde à Figura 3 citada no texto.
As legendas das figuras, dos quadros e das tabelas não devem exceder três linhas. A segunda e a terceira
linhas tem recuos, como mostrado na legenda da Tabela 1.
Tabela 1 - Protocolos x frequência de operação
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Norma 1 Norma 2 Norma 3 Tecnologia
802.11b 802.11g 802.11a Bluetooth
2,4 GHz 2,4 GHz 5 GHz 2,45 GHz
FONTE: Dados desta pesquisa.
Anotações e valores numéricos nela incluídos devem ter tamanhos compatíveis com o da fonte usada
no texto do trabalho, e todas as unidades devem ser expressas no sistema S.I. (métrico). As unidades são
incluídas apenas nas primeiras linha/coluna, conforme for apropriado. As tabelas devem ser colocadas tão perto
quanto possível de sua primeira citação no texto. Deixa-se uma linha simples em branco entre a tabela, seu
título e o texto. O estilo de borda da tabela é simples de 1 pt.
Para citações e referências em seu trabalho, siga com rigor as diretrizes da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT), em especial a NBR 6023/2002, para referências, e a NBR 10520/2002, para citações.
De acordo com a NBR 10520/2002, as citações diretas de até três linhas devem aparecer entre aspas,
no corpo do texto. Quando a citação tiver mais de três linhas, ela deve aparecer separada do corpo do texto, em
recuo, com fonte um ponto menor e espaço simples. Nos dois casos, deve-se acrescentar a referência do autor
original, na forma (SOBRENOME, ano, página).
A NBR 10520/2002 determina também que as citações indiretas – ou seja, aquelas nas quais as ideias
do autor original são apresentadas em paráfrase – devem ser seguidas de referência ao autor original, de forma
semelhante ao caso das citações diretas, porém sem o número da página, desta forma (SOBRENOME, ano).
As referências bibliográficas devem ser listadas ao final do texto, dentro das diretrizes da NBR
6023/2002, em espaço simples, justificado, com um espaço entre uma referência e outra. O modelo padrão para
referência de obra com um autor é:
SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo da obra. Número da edição. Cidade: Editora, ano.
Quando há dois ou três autores, o padrão é:
SOBRENOME DO AUTOR 1, Nome; SOBRENOME DO AUTOR 2, Nome. Título da obra: subtítulo da obra.
Número da edição. Cidade: Editora, ano.
Quando há mais de três autores, utiliza-se o seguinte padrão:
SOBRENOME DO AUTOR PRINCIPAL, Nome et al. Título da obra: subtítulo da obra. Número da edição.
Cidade: Editora, ano.
Para os demais casos, recomenda-se a consulta ao texto integral da NBR 6023 ou ao tutorial disponível
para acesso livre no portal da Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC):
http://portalbu.ufsc.br/normalizacao-de-trabalhos-2/
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2 REFERÊNCIAS (organizadas de acordo com a NBR 6023/2002)
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação - artigo em
publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio de Janeiro, 2003a.
______. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002a.
______. NBR 10520: informação e documentação – citações em documentos – apresentação. Rio de janeiro,
2002b.
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Anexo 4
Modelo de Plano de Trabalho Individual do Aluno
(Atenção: este edital exige dois alunos bolsistas e o proponente deverá
apresentar um plano para cada aluno bolsista, visto serem individuais)
1. Título do projeto de extensão:
2. Nome do orientador:
3. Curso de vinculação pretendida:
4. Descreva de que forma as atividades propostas no projeto podem colaborar com a
formação profissional ofertada pelo IFSC.
5. Descrição das atividades que serão realizadas por aluno em processo formativo
(utilize tópicos numerados, quantos forem necessário. Demonstre aos avaliadores o que seu
bolsista fará em linhas gerais nos 12 meses)
6. Qual a relação do coordenador proponente com o curso de vinculação pretendida?
7. Enquanto coordenador de projeto de extensão que venha a ser contemplado, você
consegue relacionar as atividades que serão realizadas por aluno bolsista com o currículo do
curso de vinculação pretendida? Descreva brevemente possíveis vínculos.
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Anexo 5
Modelo de Carta de Intenção
Eu,________________________________, representante da (empresa ou instituição de ensino ou
associação ou cooperativa ou orgão)_______________________, declaro que tenho interesse de
firmar parceria com o IFSC, por meio do projeto de Extensão (título do projeto de Extensão)
___________________, com o objetivo de____________.
________________( assinatura do representante)_________________
( nome do representante )
Nota explicativa: nos casos em que houver necessidade de formalização de Termo de Cooperação
Técnica, a mesma deverá ocorrer dentro dos procedimentos legais previstos pela PROEX.
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Anexo 6
Modelo de Folha de Pareceres
(Atenção: deve ser enviada conforme prazo de cronograma, apenas para
propostas selecionadas. O não envio implica desclassificação)
Declaramo-nos favoráveis A EXECUÇÃO do projeto de extensão NOME DO PROJETO, selecionado
no Edital APROEX n° 03/2015, sob a coordenação de NOME DO SERVIDOR, tendo como equipe os
seguintes membros e suas respectivas cargas horárias:
Nome:
( ) Docente ( ) Técnico Administrativo ( ) Aluno Voluntário
( ) Parceiro Externo ( ) Voluntário Externo ( ) Aluno Extensionista
Telefone:____________e-mail:_____________________________________
Área / Departamento de Atuação:__________________________________
Carga horária para execução do projeto:____________________________
___________________________ ___________________________________
Local e Data Nome do Servidor
(repetir a relação de dados para todos os membros envolvidos incluindo o coordenador )
O presente documento regulariza a execução das atividades de extensão no Câmpus em acordo com
todos os membros envolvidos no projeto de extensão e apresentados nesse documento. Esse
documento deve ser encaminha no prazo de 5 dias após a divulgação do resultado final do edital para
a implementação da bolsa.
Coordenador de Área/Curso/Nível ou Chefe de Departamento Acadêmico:
___________________________ ___________________________________
Local e Data Assinatura e Carimbo
Chefe de Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão:
___________________________ ___________________________________
Local e Data Assinatura e Carimbo
Coordenador de Extensão e Relações Externas:
___________________________ ___________________________________
Local e Data Assinatura e Carimbo
Diretor do Câmpus
___________________________ ___________________________________
Local e Data Assinatura e Carimbo
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Anexo 7
TERMO DE COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE DO COORDENADOR DO PROJETO
Nome:
CPF:
câmpus:
Fone:
E-mail:
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA, sede na rua 14 de
Julho, nº 150 – Coqueiros – Florianópolis/SC – CEP 88.075-010, por meio do presente instrumento particular, as
partes supramencionadas firmam termos de compromisso e concessão de bolsa de apoio ao servidor, nos
seguintes itens:
1) Concederá ao servidor coordenador do projeto uma bolsa para o desenvolvimento do Projeto de Extensão
intitulado xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
2) A bolsa de coordenador consistirá no repasse, por parte do IFSC, mediante depósito no Banco xxxx – Código
do banco xxx, agência nº xxxx, conta corrente nº xxxx, conforme valores e cronograma estabelecidos no edital,
em favor do COORDENADOR.
3) O COORDENADOR obriga-se a:
a) ser servidor efetivo, docente ou técnico administrativo, do IFSC, sem vínculo com outra Instituição e não ser
ocupante de cargo de direção (CD) no IFSC;
b) desenvolver as atividades descritas no projeto, assim como a preparação de pôsteres, artigos e resumos
científicos de forma a não prejudicar suas atribuições como docente ou técnico administrativo no IFSC,
comprometendo-se a divulgar as ações por meio de participação em congressos e publicação de artigos em
revistas.
c) executar o projeto dentro do prazo previsto no edital.
d) apresentar Relatório Final na plataforma Sigproj;
e) apresentar o projeto nos eventos internos ou externos de divulgação da extensão dos IFSC quando solicitado
pela PROEX ou pela Coordenadoria de Extensão do seu câmpus;
f) devolver ao IFSC, em caso de abandono da execução do projeto ou de não obediência ao prazo estabelecido,
por qualquer motivo que não seja de força maior ou caso fortuito, o montante dos valores recebidos a qualquer
título pelo desenvolvimento e execução do projeto de extensão/plano de trabalho, atualizados monetariamente,
via Guia de Recolhimento da União (GRU).
g) acompanhar o desenvolvimento do aluno no projeto de extensão, responsabilizando-se por informar a
Coordenadoria de Extensão do seu câmpus e a PROEX quando o aluno desistir, trancar matrícula, graduar-se,
adquirir vínculo empregatício, ou receber outra bolsa do IFSC ou de outras instituições, ou não cumprir a carga
horária relaciona a extensão, ou qualquer outro evento que justifique a exclusão do aluno como bolsista do
projeto.
h) comunicar à PROEX caso assuma cargo de direção (CD) ou se desligue do IFSC e, neste caso, seu projeto
de extensão será sumariamente cancelado.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenador do Projeto
Maria Claudia de Almeida Castro
Pró-Reitora de Extensão e Relações Externas
Local, xx de xxxxxxx de 201x.
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Anexo 8
TERMO DE COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE DO ALUNO BOLSISTA
Nome: CPF:
E-mail: RG:
Endereço: Nascimento:
Telefone (s):
Curso:
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA: Com sede na
Rua 14 de Julho, nº 150 – Coqueiros – Florianópolis/SC – CEP 88.075-010, por meio do presente instrumento
particular, as partes supramencionadas firmam termos de compromisso e concessão de bolsa de extensão, nos
seguintes itens:
1) Concederá ao ALUNO BOLSISTA bolsa de extensão para o desenvolvimento do Projeto de Extensão
intitulado:
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
2) A bolsa de extensão de que trata o item acima consistirá no repasse, por parte do IFSC, mediante
depósito no Banco xxxx, código do banco – xxx, agência nº xxx, conta corrente nº xxxx, na quantia mensal de
R$ 400,00 (quatrocentos reais) a partir da data da assinatura do presente termo, em favor do ALUNO
BOLSISTA.
3) O ALUNO BOLSISTA obriga-se a:
a) manter-se regularmente matriculado em curso do IFSC e não possuir outra matrícula em curso regular de
outra Instituição de Ensino Federal;
b) não possuir vínculo empregatício, estar estagiando e/ou ser beneficiário de outro tipo de bolsa do IFSC ou
de qualquer outra Instituição;
c) entregar ao coordenador do projeto documento que indique qualquer alteração no desenvolvimento dos
trabalhos.
d) cumprir as atividades de extensão estabelecidas no plano de trabalho do projeto de extensão;
e) fazer referência, nas publicações e nos trabalhos apresentados, à condição de bolsista do IFSC;
f) participar de todas as atividades de extensão e seminários que forem organizados pela Pró-Reitoria de
Extensão e Relações Externas, quando notificado para tal;
g) dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de extensão, respeitando, inclusive, o cumprimento
da carga horária de vinte horas semanais (quatro horas por dia).
h) devolver ao IFSC via GRU, em valores atualizados, valores recebidos indevidamente, caso as obrigações deste Termo
de Compromisso não sejam cumpridas.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Coordenador do Projeto
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Aluno Bolsista
Local, xx de xxxxxxx de 201x.
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Anexo 9
Modelo de Termo de Adesão ao Serviço Voluntário
Eu, __________________________________, nacionalidade, estado civil, profissão, portador (a) da RG nº
________________, data de nascimento ______/______/_________, inscrito (a) no CPF sob o nº
________________, residente e domiciliado (a) na ______________________________________, cidade,
Estado; formado/cursando o curso _________________________ do/a _____________________________.
CONSIDERANDO:
O projeto de Extensão de ________________________________________, de nº _______________, que tem
como título “____________________________________________________________”.
Pelo presente Termo de Adesão manifesto minha adesão ao Programa Institucional de Serviço Voluntário do
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina a que se refere a Deliberação
CEPE/IFSC nº 18, de 12/04/2010.
Declaro conhecer que, nos termos da Lei nº 9608 de 18/02/1998, a minha participação no referido Programa não
é remunerada, não gera vínculo empregatício e nem obrigação trabalhista, previdenciária ou afim e que
responderei pelos meus atos nas atividades que irei desenvolver:
1 - Atividades que serão por mim desenvolvidas:
2 - Horário(s) que disponho para atendimento às atividades (dias e horários):
3 - Local (is) em que essas atividades serão desenvolvidas:
4 - Declaro, ainda, observar as normas legais, estatutárias e regimentais que regem as atividades do IFSC na
execução do serviço voluntário a que me proponho aceitar.
5 - O presente Termo de Adesão tem início a partir de sua aprovação e poderá ser rescindido a qualquer tempo
(mediante preenchimento do Termo de Desligamento), por iniciativa de ambas as partes, bastando, para isso,
que uma das partes notifique a outra.
Data de Início: ____/____/____ Data término: ____/____/____ (obrigatório o preenchimento)
Ressalva: o serviço voluntariado não poderá exceder ao prazo máximo de 6 meses.
(Cidade), em ____/____/____
________________________________________ ________________________________________
Assinatura do Proponente Assinatura do Voluntário
Aprovado em: ____/____/____ ______________________________________________
Assinatura do Diretor do câmpus
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