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DEPRESSÃO E ESQUIZOFRENIA: DIÁLOGO SOBRE UM DIAGNÓSTICO MAIS OBJETIVO
Protocolo do SIGProj:   304455.1639.96141.18042018
De:23/04/2018  à  23/04/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Ana Cristina Serafim da Silva
Instituição
  UFT - Universidade Federal do Tocantins
Unidade Geral
  CUM - Campus de Miracema
Unidade de Origem
  Psicol - Psicologia
Resumo da Ação de Extensão
  A informação visual é estruturada em padrões coerentes na forma de grupos, contornos e tonalidades. Diferentes estudos com diferentes grupos clínicos têm mostrado déficits no processamento perceptual de pacientes com Transtornos Neuropsiquiáticos.Serão apresentados nesta palestra, estudos sobre o processamento perceptual de tamanho em populações clínicas (depressão e esquizofrenia) utilizando-se quadros de Dalí e pranchas de Rorschach.Para isto, participaram desta série de estudos, grupos de pacientes com Depressão (GD), grupos de pacientes com Esquizofrenia (GE)grupos de pacientes sem transtorno neuropsiquiátrico (GC). As fotografias dos quadros e pranchas foram apresentadas a cada participante que era instruído a indicar a primeira figura que via em cada uma delas. O diâmetro de cada figura foi registrado em mm e transformado em Tang α - 1. Os resultados apontam que alterações em níveis diferenciados na percepção de forma e tamanho parecem depender do estado de gravidade do paciente, sendo esta uma possível medida para identificação de paciente que estejam progredindo para um estado de agravamento. Estes estudos, realizados sob a coordenação da professora Maria Lúcia de Bustamante Simas, no Laboratório de Percepção Visual (LabVis-UFPE) visam uma possível aplicabilidade destes conhecimentos nos processos de diagnóstico diferencial e acompanhamento terapêutico de pacientes com Esquizofrenia.
Palavras-chave
   Depressão, Esquizofrenia, Percepção visual.
Público-Alvo
  Os estudantes dos cursos de Psicologia, Serviço Social, Pedagogia e Educação Física
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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