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Liga de Saúde Coletiva (18-02-2018)
Protocolo do SIGProj:   294298.1662.219536.22022018
De:01/04/2018  à  31/12/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Ana Paula Dossi de Guimarães e Queiroz
Instituição
  UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados
Unidade Geral
  FCS - Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde
Unidade de Origem
  Med. - Medicina
Resumo da Ação de Extensão
  A Liga de Saúde Coletiva foi criada por acreditar que a Atenção Primária em Saúde é um dos componentes ­chave de um sistema de saúde eficaz. Isso, visto que é a base para melhores indicadores de saúde, maior eficiência no fluxo dos usuários dentro do sistema, tratamento mais efetivo de condições crônicas, maior eficiência do cuidado, maior utilização de práticas preventivas, maior satisfação dos usuários e diminuição das iniquidades sobre o acesso aos serviços e o estado geral de saúde. Acreditamos que exista uma deficiência no ensino/extensão nessa área. E buscamos por meio do tripé ensino/pesquisa /extensão diminuir tal deficiência e inserir o acadêmico de medicina desde o inicio do curso em atividades que promovam a integração ensino ­- serviço comunidade, o entendimento e a vivência do funcionamento do SUS, aprimorando assim a formação médica. Assim, o projeto prevê a realização de estágios e vivências dos acadêmicos em uma Estratégia Saúde da Família (ESF), que possui como estratégia de expansão, qualificação e consolidação da atenção básica por favorecer uma reorientação do processo de trabalho com maior potencial de aprofundar os princípios, diretrizes e fundamentos da atenção básica, de ampliar a resolutividade e impacto na situação de saúde das pessoas e coletividades. O projeto também se propõe a realizar estágios e vivências dos acadêmicos de Medicina no Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança, por meio do acompanhamento de consultas e procedimentos com o intuito de aproximar os futuros profissionais da saúde (acadêmicos de medicina) às especificidades da população indígena.
Palavras-chave
   Educação em saúde, Saúde das populações indígenas, Saúde Coletiva
Público-Alvo
  O público ­alvo compreende a população indígena das aldeias Bororó e Jaguapiru, uma vez que o Hospital e Maternidade Indígena Porta da Esperança será o cenário de pesquisa e extensão do projeto. Ao todo, 3000 pessoas aproximadamente terão contato com os acadêmicos ligados ao projeto e serão orientados e assistidos pelos estudantes.
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
   giuliacscm@gmail.com
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