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Patologização e Medicalização da Educação: Enfrentamentos possíveis
Protocolo do SIGProj:   287342.1565.296287.23112017
De:02/03/2018  à  02/08/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Karla Paulino Tonus
Instituição
  IFSP - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Unidade Geral
  PRX - Pró Reitoria de Extensão
Unidade de Origem
  PEP - Presidente Epitácio
Resumo da Ação de Extensão
  Autores apontam um crescente aumento no número de crianças medicalizadas a partir do diagnóstico de TDAH e outras condições pretensamente responsáveis pela não aprendizagem daqueles que não correspondem ao ideal de bons alunos (COLLARES, C. L. & MOYSÉS, M. A. A. 1994, 1996). Os mesmo autores (idem) apontam que professores e familiares buscam nos diagnósticos médicos a resposta para a dificuldade de alunos em aprender e se adaptar. Nesse sentido, o sucesso no tratamento médico condiciona o sucesso na aprendizagem. Assim, a patologização dos problemas escolares tem justificado a exclusão de alunos do sistema escolar, sobretudo alunos filhos das classes trabalhadoras que, ainda que permaneçam na escola, não conseguem se apropriar dos conteúdos. É preciso questionar a patologização como justificativa para a não aprendizagem e opor a ela argumentos pedagógicos e culturais que possam ser superados a fim de que a responsabilidade pelo não aprendizado deixe de ser uma possível condição biológica do aluno. É necessário tratar pedagogicamente as questões que são de cunho pedagógico e envolver os professores na reflexão sobre as condições que envolvem a medicalização da educação, as consequências para o aluno e a precarização do ensino. Nesta proposta, um grupo de até 30 professores e gestores da Educação Básica refletirá sobre patologização e medicalização da educação e os meios de enfrentamento dessas condições para que se ampliem as possibilidades de o aluno permanecer na escola com sucesso. Serão 15 encontros de 2 horas, a cada encontro um tema proposto para ser estudado e discutido.
Palavras-chave
   Desenvolvimento Humano, Fracasso Escolar, Medicalização, Patologização
Público-Alvo
  Este curso tem como público-alvo professores e gestores da Educação Básica que atuam no município de Presidente Epitácio, que podem ser da rede pública ou particular.
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
  
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