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Tecnologia Social em Assentamentos da Reforma Agrária
Protocolo do SIGProj:   286688.1554.36309.22112017
De:01/02/2018  à  01/02/2019
 
Coordenador-Extensionista
  Luís Guilherme Barbosa Rolim
Instituição
  UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Unidade Geral
  CT - Centro de Tecnologia
Unidade de Origem
  NIDES/CT - Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social
Resumo da Ação de Extensão
  Esta proposta surge da demanda de agricultores por melhorar as condições de vida nos assentamentos da reforma agrária, o que pode significar um diferencial também na sua atividade produtiva. Entende-se que a solução desta demanda precisa da contribuição de técnicos ou especialistas que possam construir, de forma dialógica, com a estrutura necessária e as tecnologias pertinentes. Como parte da metodologia de pesquisa, se reconhece a importância de um envolvimento ativo dos assentados que garanta a sustentabilidade no tempo das soluções através da inserção nesses projetos dos valores, dos interesses e dos costumes da comunidade. Assim o projeto se propõe a atuação crítica por meio da assessoria às necessidades prioritárias dos assentamentos da agricultura familiar do estado do Rio de Janeiro. Para isto se usará uma pesquisa-ação na qual pretende-se desenvolver tecnologias sociais que deem conta das demandas. Dentre estes processos temos, o desenvolvimento do Projeto Energético dentro do PDA do assentamento Irmã Dorothy, o desenvolvimento do Projeto de Saneamento Ecológico do PDS do assentamento Osvaldo de Oliveira em Macaé-RJ e a assessoria à inclusão digital no assentamento Roseli Nuñes em Piraí-RJ. O projeto será desenvolvido de forma continuada, sendo o período inicial de 12 meses focado nos municípios mencionados.
Palavras-chave
   Reforma Agrária, Acesso à energia, Saneamento Ecológico, Inclusão Digital, Tecnologia Social
Público-Alvo
  As três assessorias que visam se desenvolver como parte do projeto têm como foco principal três assentamentos da reforma agrária e suas famílias. No município de Quatis são 30 famílias, no município de Piraí, 39 famílias, e no município de Macaé, 78 famílias. Assim vai se trabalhar inicialmente com 147 famílias, com uma média de 3 pessoas por família. Porém, pela sua articulação com o MST, e deles com Via Campesina, existe a possibilidade de que assentados de outras regiões participem de parte do processo. Esse trabalho precisará não só da orientação de docentes e técnicos com experiência nestas áreas, mas também de estudantes de mestrado para contribuir com o desenvolvimento de questões e metodologias de pesquisa, e de estudantes de graduação que serão os principais encarregados de desenvolver o acompanhamento.
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
   NIDES 39387453 SOLTEC 39387780 LAFAE 25628638
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