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Bioprospecção e desenvolvimento de antiinfectivos de fontes naturais para geração de bioprodutos inovadores para saúde humana
Protocolo do SIGProj:   284426.1429.5135.13102017
De:19/10/2015  à  18/10/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Maria Lígia Rodrigues Macedo
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  FACFAN - Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição
Unidade de Origem
  PPGBB - Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biodiversidade
Resumo da Ação de Extensão
  As infecções adquiridas em serviços de saúde (IASS) representam uma das principais causas de mortalidade e aumento dos custos hospitalares sendo a crescente incidência de infecções nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) um dos fatores mais preocupantes. Os “outbreaks” de diversas espécies de bactérias em UTIs ocorrem com a maioria de espécies já comumente identificadas em tais unidades, indicando o poder de transmissão de resistência destes organismos. E essas infecções não estão restritas aos ambientes hospitalares, sendo presentes em todos os locais onde há assistência ao paciente, envolvendo sistemas de não-internação, como enfermarias, ambulatórios e consultórios, se manifestando durante a internação ou até mesmo após a alta, podendo se relacionar com a internação ou com procedimentos hospitalares. Os patógenos comumente envolvidos na etiologia das IASS são bactérias, fungos e vírus, no entanto, merecem destaque as bactérias, pois estão relacionadas a 87% dos casos, representando desta maneira, os principais agentes causadores de IASS. Muitas constituem a microbiota humana as quais convivem de forma harmônica com nosso organismo, mas podem causar infecção em indivíduos imuno-deprimidos ou debilitados. Outras bactérias representam risco potencial por serem naturalmente patogênicas, com maior virulência, podendo causar infecções esporádicas ou epidêmicas, independente do estado do hospedeiro (OMS, 2002; ANVISA, 2006). a busca de novos compostos antimicrobianos é de importância indiscutível. Neste contexto, os inibidores de peptidases (IPs) e peptídeos surgem como uma nova geração de compostos terapêuticos, os quais demonstram um potencial inovador relacionado às características peculiares destas moléculas e ao alto potencial antimicrobiano que estes apresentam.
Palavras-chave
   biocidas, peptideos, inibidores de peptidases, microorganismos, infecções hospitalares
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade CONCLUÍDA
Contato
  
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