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CONSUMO IDEAL DE URÉIA EXTRUSADA NA DIETA DE BOVINOS
Protocolo do SIGProj:   264729.1430.152526.30032017
De:20/02/2017  à  20/12/2020
 
Coordenador-Extensionista
  Luis Carlos Vinhas Ítavo
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  FAMEZ - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Unidade de Origem
  PPGCA - Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal
Resumo da Ação de Extensão
  Os microrganismos ruminais são capazes de produzir proteína microbiana a partir de amônia e esqueleto carbônico, o nitrogênio não proteico (NNP) pode ser uma das fontes de amônia. Assim a substituição de fontes de proteína verdadeira por nitrogênio não proteicos (NNP) é uma opção viável para redução nos custos de produção, visto que são mais econômicos (R$ por kg de proteína), ao se considerar a mesma quantidade de nitrogênio. Uma fonte alternativa de NNP são as de liberação lenta de amônia, onde o produto formado é resultante da extrusão do amido com a uréia. A utilização de uréia extrusada se dá pela recomendação do fabricante, que usa como base os valores indicados de uréia seguindo a regra de 40 g de uréia/100 kg PV, diante dos aspectos abordados, o objetivo deste trabalho é determinar o nível ideal de uréia extrusada para o consumo de bovinos, sem que haja problemas metabólicos, visando explorar o potencial máximo de produção dos animais. As dietas serão formuladas segundo o NRC (1996) para ganhos médios de 1,25 kg/dia para novilhos de corte cruzados com aproximadamente 300 kg de peso corporal. As dietas serão isoprotéicas. Serão fornecidas as dietas de confinamento, na proporção volumoso:concentrado de 40:60, com base na matéria seca.
Palavras-chave
   Amiréia, Nitrogênio não proteico, Produção Microbiana
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
  
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