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Estudo da distribuição e do ciclo hidrogeoquímico do mercúrio no baixo e médio pantanal
Protocolo do SIGProj:   263510.1429.22727.13032017
De:06/03/2017  à  06/02/2020
 
Coordenador-Extensionista
  Lincoln Carlos Silva de Oliveira
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  INQUI - Instituto de Química
Unidade de Origem
  GAB/DIR - Gabinete do Diretor
Resumo da Ação de Extensão
  Lagos e baías são receptores da precipitação pluviométrica que carreiam grande quantidade de material oriundo da atmosfera e dos solos e que darão origem a sedimentos constituídos de partículas orgânicas e inorgânicas com diferentes tamanhos e composição química. Tais sedimentos desempenham importante função no processo de caracterização da poluição dos rios e lagos, sendo que o tamanho das partículas está inversamente ligado ao teor do metal presente. Mesmo quando as fontes de contaminação atmosféricas e/ou terrestres já tenham sido controladas, os perfis de sedimentos extraídos de lagos e baías são ideais para uma avaliação histórica da contaminação como no caso de mercúrio no bioma cerrado pantanal. A bioacumulação de mercúrio na biota ocorre preferencialmente em áreas de remanso, lagos marginais e reservatórios devido à formação de microambientes críticos que funcionam como reatores. Nos peixes, em torno de 90 a 100% do mercúrio está presente na forma de metilmercúrio, este é um fator preocupante que atinge diretamente os seres humanos, principalmente a população ribeirinha, cuja principal fonte de proteína animal é proveniente dos rios. Na bacia do Paraguai os teores de mercúrio encontrados no ambiente, foram atribuídos à atividade do garimpo de ouro nos rios Bento Gomes e Cuiabá. Apesar de se reportar ao século XVIII, esta atividade foi reiniciada nos anos 1980, e constitui uma grave ameaça ao bioma e ecossistemas aquáticos do Pantanal.
Palavras-chave
   Mercúrio, bioacumulação, ciclo hidrogeoquímico, pantanal.
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
  
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