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FORMAÇÃO DE AGENTES MULTIPLICADORES EM GEOTECNOLOGIAS APLICADAS AO MONITORAMENTO DO VETOR AEDES AEGYPTI NA ÁREA ITAQUI-BACANGA
Protocolo do SIGProj:   255772.1333.92211.26122016
De:26/01/2017  à  26/01/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Mauricio Eduardo Salgado Rangel
Instituição
  UFMA - Universidade Federal do Maranhão
Unidade Geral
  CCH - Centro de Ciências Humanas
Unidade de Origem
  DEGEO - Departamento de Geografia
Resumo da Ação de Extensão
  O crescimento populacional e o desordenamento das questões de ordem político-administrativas podem influenciar as condições de saúde da população. Assim, os especialistas discutem sobre o desenvolvimento de estratégias e tecnologia especifica para auxiliar as ações para mitigação dos problemas de saúde ambiental. Uma das doenças que tem preocupado a todos é a dengue, por se tratar de um agravo relacionado à problemas de saneamento e aglomeração populacional. As intervenções antrópicas no ambiente urbano, encontram importantes limitações de ordem ecológica. Foi observado que a eliminação dos focos do Aedes aegypti com produtos químicos pode causar impactos negativos ao ambiente e possibilitar resistência aos inseticidas aplicados. Outro aspecto da problemática refere-se ao tipo de informação e a maneira como essa é transmitida a população, supondo-se que são suficientes par que as pessoas compreendam a dimensão do problema e mudem seus hábitos, engajando-se efetivamente nas ações de controle do vetor. Portanto, uma solução razoável para este problema, pode ser encontrada na elaboração de propostas que contemplem as ações educativas e envolvam a comunidade, formando agentes multiplicadores do pensamento participativo e estimulando o monitoramento constante das condições ambientais, no sentido de eliminar as possibilidades de proliferação do mosquito vetor da dengue.
Palavras-chave
   Dengue, agentes, multiplicadores, geotecnologia
Público-Alvo
  Nesse sentido, este projeto propõe a capacitação de jovens da área do Distrito Sanitário do ITAQUI-BACANGA, que envolve mais de 20 bairros, entre eles, Vila Embratel, Vila Nova, Anjo da Guarde, Vila Isabel, no monitoramento dos casos de dengue, possibilitando a tomada de decisões com base no estudo das variáveis ambientais fornecendo elementos para construir a cadeia explicativa dos problemas relacionados ao território, aumentando, inclusive, o poder de orientar ações de prevenção e combate a doença.
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
   Equipe de excursão
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