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A noção de representância de Paul Ricoeur: benefícios e limites de sua aplicação na prática historiográfica
Protocolo do SIGProj:   246463.1136.122100.06092016
De:15/09/2016  à  15/09/2017
 
Coordenador-Extensionista
  Rodrigo Bianchini Cracco
Instituição
  UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  Amambai - Unidade Universitária de Amambai
Unidade de Origem
  História - Coordenação do Curso de História
Resumo da Ação de Extensão
  A atual proposta de pesquisa consiste analisar o enriquecimento e os limites da noção de representância, desenvolvida por Paul Ricoeur, aplicada ao ofício do historiador. Visa ampliar o conhecimento acerca do produto do historiador, ou seja, da representação resultante do trabalho de configuração textual produzida pela interpretação dos vestígios. O trabalho do historiador está sempre orientado pela escrita. Desde a pesquisa nos arquivos, na configuração textual e na apropriação que o público faz das obras, a escrita é indissociável da análise histórica. Assim a representação cumpre uma função central. Todavia, observa-se um esvaziamento da noção de representação em função do excesso de sentido. A noção de representância, tal como proposta por Ricoeur, atomiza a questão e define elementos propriamente historiográficos para o debate, além de unificar várias questões da historiografia em uma única noção. Buscaremos assim investigar os ganhos que a apropriação da noção de representância pode trazer ao debate teórico entre os historiadores, enquanto realizações já observadas e como projeto. Como complemento, buscaremos considerar os limites de tal aplicação.
Palavras-chave
   Teoria da História, Historiografia, Representância, Paul Ricoeur
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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