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DA FRAGILIDADE HUMANA: REGISTROS DA MORTE, DO LOCAL AO UNIVERSAL
Protocolo do SIGProj:   241619.1136.14807.18072016
De:01/08/2016  à  01/08/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Maria Helena de Queiroz
Instituição
  UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  PROPP - Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Unidade de Origem
  DP - Divisão de Pesquisa
Resumo da Ação de Extensão
  Este trabalho pretende destacar o conto Nessa poeira não vem mais seu pai, do escritor Corumbaense Augusto César Proença, que trata da temática da morte. Afirmou Borges que os temas em arte não são muitos e, assim sendo, caberia ao artista conferir-lhe novas imagens. É exatamente isso que observamos no texto de Proença que soube, com maestria, apresentar uma nova nuança desse tema clássico. Se compararmos esse trabalho com dois outros em torno de tema idêntico, o primeiro do escritor gaúcho Simões Lopes Neto, intitulado Contrabandista, e o segundo do português Miguel Torga, cujo título é O cavaquinho, observaremos que a narrativa de Augusto César Proença em nada fica a “dever” aos outros dois, se considerarmos que nele também impera a grandeza estética. Esta pesquisa se fundamenta em conceitos teóricos de Borges, de Calvino, de Croce. Deve se apoiar, ainda, em conceitos da Literatura Comparada, desde seu surgimento no século XIX, até o presente século, utilizando autores como René Wellek, Tânia Franco Carvalhal e Leyla Perrone Moisés. Tecerá, do mesmo modo, considerações sobre Intertextualidade, a partir da contribuição de autores como Bakhtin e José Luiz Fiorin.
Palavras-chave
   Homem, Morte, Narrativa, Literatura Comparada.
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO PARCIAL
Contato
  
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