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Obtenção de farinha a partir de Plantas Alimentícias Não Convencionais
Protocolo do SIGProj:   230703.1152.85118.06042016
De:06/04/2016  à  16/09/2016
 
Coordenador-Extensionista
  Lucia de Moraes Batista
Instituição
  IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
Unidade Geral
  Bento Gonçalves - Câmpus Bento Gonçalves - Pesquisa
Unidade de Origem
  P&I - Pesquisa e Inovação
Resumo da Ação de Extensão
  A expressão Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) refere-se às plantas espontâneas ou silvestres, que podem ser utilizada na alimentação. Observando-se a vasta biodiversidade encontrada nos países tropicais e subtropicais, estas plantas poderiam ser uma importante alternativa de segurança e soberania alimentar para sociedade. O objetivo deste projeto é desenvolver uma farinha para consumo humano, quantificando a composição centesimal (umidades, cinzas, carboidratos, proteínas, lipídeos e fibra bruta) das espécies espontânea Pereskia aculeata e Tropaeolum majus e determinar e quantificar as vitaminas A,E,C e os minerais: fósforo, potássio, cálcio, magnésio, zinco, ferro, cobre, iodo e manganês. O material utilizado será doado do Campus Bento Gonçalves, onde as espécimes escolhidas crescem em ambiente aberto e espontaneamente. Este será coletado em horário específico (às 07:00h) e data aleatórias. As folhas e caule a serem usadas nas análise, serão submetidas à secagem em estufa de circulação forçada. O problema atual é que a grande maioria dos consumidores desconhece o valor destes alimentos, assim como a sua forma de preparo e consumo. Desta forma, devem ser desenvolvidas tecnologias, campanhas de divulgação para maior aceitabilidade destes alimentos, reduzindo-se a rejeição entre os consumidores.
Palavras-chave
   PANC’s, Alimentação, Valor nutricional, Soberania e Segurança Alimentar.
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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