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(DE)COLONIALIDADE NA FRONTEIRA SECA BRASIL/PARAGUAI: HISTÓRIAS SOBRE CULTURAS, LÍNGUAS E IDENTIDADES
Protocolo do SIGProj:   225857.1136.131444.26022016
De:01/04/2016  à  30/12/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros
Instituição
  UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  Campo Grande - Unidade Universitária de Campo Grande
Unidade de Origem
  Letras/Inglês - Coordenação do Curso de Letras/Inglês
Resumo da Ação de Extensão
  Com este estudo procuro aprofundar as matrizes teóricas sobre (de)colonialidade e culturas das fronteiras, ao resgatar histórias vividas e (não)contadas oficialmente, na fronteira seca de Ponta Porã, Brasil e Pedro Juan Caballero, Paraguai, promovendo o diálogo entre os conceitos pós-coloniais pertinentes à transculturalidade, às línguas de contato e às identidades híbridas, a fim de deslocar a história do centro imperial brasileiro, para evidenciar a paraguaia. Esta é uma pesquisa qualitativa e de caráter transdisciplinar, por meio da qual, procuro atravessar as fronteiras epistemológicas das Ciências Sociais, Ciências Humanas, dos Estudos Culturais e Sociolinguísticos, na intenção de investigar, de maneira interpretativa, intersubjetiva e situada, valores, crenças, hábitos, atitudes, representações e opiniões sobre fatos individuais e coletivos de paraguaios e brasileiros que vivem na fronteira de seus dois países. As perspectivas adotadas tomam por base teorias pós-coloniais abordadas por autores como Brydon (2004, 2008) e Souza (2010), Grosfoguel (2008), Quijano (1997, 2010), Mignolo (2005, 2003, 2010), Hall (1994, 2006), Monte Mór (2002 e Bauman (1998, 2006). As discussões partiram dos excertos de narrativas sobre o cotidiano paraguaio, na fronteira do Brasil e Paraguai. Considerando que o conceito de decolonialidade possibilita a reconstituição das histórias silenciadas, destaco as narrativas de duas paraguaias e as analiso sob a égide do pós-colonialismo, a fim de desestabilizar a base das narrativas imperiais e subverter as estruturas de subalternização que mantém essas pessoas emudecidas, excluídas e desumanizadas.
Palavras-chave
   (de)colonialidade, fronteiras, transculturalidade, línguas, identidades.
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
  
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