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DATALUTA - Banco de Dados da Luta pela Terra Mato Grosso do Sul
Protocolo do SIGProj:   225164.934.389.16022016
De:01/03/2015  à  31/12/2015
 
Coordenador-Extensionista
  Rosemeire Aparecida de Almeida
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CPTL - Câmpus de Três Lagoas
Unidade de Origem
  GAB/CPTL - Gabinete do Diretor
Resumo da Ação de Extensão
  O projeto DATALUTA constitui importante fonte de dados e informações qualitativas para compreensão das realidades e cenários criados a partir da luta pela terra, no sentido de apreender as experiências políticas e lutas sociais desenvolvidas no campo brasileiro e em Mato Grosso do Sul. O Banco de Dados da Luta pela Terra – DATALUTA-MS completará 03 anos em 2015, organizado desde 2013, assumindo grande importância para a comunidade científica e organizações públicas e sociais envolvidas com a temática de DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL, DIREITOS HUMANOS e QUESTÃO AGRÁRIA. O projeto assume importância para a comunidade externa por ser utilizado como subsídio para elaboração de políticas públicas e pesquisas vinculadas à questão agrária brasileira e as reflexões em torno da Reforma Agrária. A proposta pauta-se no registro e divulgação da realidade da luta pela terra, em especial no estado de Mato Grosso do Sul, enfatizando a atuação dos movimentos socioterritoriais, por meio dos conflitos agrários. Os dados pesquisados e divulgados pelo DATALUTA são referentes às ocupações, manifestações, movimentos socioterritoriais, assentamentos rurais e estrutura fundiária, além de estrangeirização da terra. Os referidos dados são coletados e sistematizados mensalmente para envio para a Comissão Pastoral da Terra (CPT) para serem publicados anualmente no Caderno Conflitos no Campo (Brasil). A sistemática de coleta e disseminação dos dados é realizada pela Rede DATALUTA integrada por 10 grupos de pesquisas: NERA-UNESP-SP, LAGEA-UFU-MG, GEOLUTAS-UNIOESTE-PR, NEAG-UFRGSRS, OCCA-UFESES, GETEC-UFPB-PB, LABERUR-UFSE-SE, GECA-UFMT-MT, LABET-UFMS-MS e, a partir de 2015, passará a ser integrada pelo grupo de pesquisa em Geografia Agrária da UFG/Goiânia.
Palavras-chave
   Reforma Agrária, Assentamentos Rurais, Movimentos Socioterritoriais
Público-Alvo
  - Alunos de graduação e de pós-graduação; - profissionais da imprensa e órgãos públicos; - agricultores familiares tradicionais, assentados de reforma agrária, quilombolas e indígenas; - professores de instituições públicas e privadas.
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
   Coordenador: sedeval.nardoque@ufms.br
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