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Diagnóstico e acompanhamento de viroses oportunistas em pacientes transplantados renais do Centro Estadual de Transplantes (CTE), do Hospital São Francisco de Assis
Protocolo do SIGProj:   217874.1347.161892.14112017
De:01/01/2017  à  01/01/2018
 
Coordenador-Extensionista
  Rafael Brandão Varella
Instituição
  UFF - Universidade Federal Fluminense
Unidade Geral
  CMB - Instituto Biomédico
Unidade de Origem
  MIP - Departamento de Microbiologia e Parasitologia
Resumo da Ação de Extensão
  Os vírus estão entre as causas mais comuns da infecção oportunista após o transplante. O risco para a infecção ocorre em função da etiologia viral, da intensidade de supressão imunológica utilizada para prevenir a rejeição do enxerto, e outros fatores do hospedeiro que regem a susceptibilidade. Embora o citomegalovírus seja o patógeno oportunista mais comum em receptores de transplante, inúmeros outros agentes virais, tais como poliomavírus, demais herpesvírus, adenovírus e hepatites virais, também representam risco ao paciente. Em alguns casos, medidas preventivas como o rastreamento pré-transplante, a terapia antiviral profilática, e o monitoramento viral pós-transplante, podem limitar o impacto destas infecções. Portanto, o objetivo deste trabalho é o de estabelecer o monitoramento molecular das principais viroses em pacientes transplantados renais do RJ. Para tal, pacientes transplantados renais atendidos, principalmente, no Hospital São Francisco de Assis, RJ (HSFA) serão analisados mensalmente durante um período de um ano do pós-transplante. Desta forma esperamos poder identificar e monitorar viroses de alta morbidade no transplante, permitindo ações preventivas de controle, além de identificar o perfil de ocorrência destes agentes, ainda pouco investigados em nosso meio, a despeito do número crescente de transplantes renais no país.
Palavras-chave
   vírus, transplante renal, diagnóstico, biologia molecular
Público-Alvo
  Pacientes transplantados renais
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
  
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