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Segurança em Sistemas Eletrônicos de Votação
Protocolo do SIGProj:   209234.982.219902.10102015
De:13/10/2015  à  11/03/2019
 
Coordenador-Extensionista
  Luis Menasche Schechter
Instituição
  UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Unidade Geral
  CCMN - Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza
Unidade de Origem
  IM - Instituto da Matemática
Resumo da Ação de Extensão
  Este projeto tem como objetivo geral o estudo formal da segurança dos diversos sistemas eletrônicos de votação existentes. Um processo eleitoral seguro, transparente, que permita a verificação dos resultados e que seja razoavelmente simples para o eleitor médio é um dos requisitos para uma democracia sólida. Além disso, em eleições em que o voto é facultativo, um dos pontos a se considerar na escolha do método de votação é a sua capacidade de atrair mais eleitores para o processo ao oferecer formas de acesso facilitadas à eleição. Sendo assim, neste projeto devemos estudar os diversos sistemas eletrônicos de votação propostos e utilizados ao redor do mundo, assim como estudar com especial atenção o sistema brasileiro (Urna Eletrônica), analisando os pontos fortes e fracos da segurança de cada um deles e correlacionando-os também com outros critérios importantes para um sistema eleitoral, como verificabilidade dos resultados e usabilidade. Ao longo do processo, devemos sempre manter aberto o diálogo com entidades tais como partidos políticos, ONG's, movimentos sociais e escolas. Desta forma, estaremos em condições de contribuir com um debate propositivo para eventuais melhorias do sistema eleitoral brasileiro, o que possui relevância para a nossa sociedade como um todo. Também poderemos formular propostas de utilização dos recursos eletrônicos para facilitar o acesso de um número maior de votantes a um determinado processo eleitoral. Neste aspecto, a própria Universidade pode vir a funcionar como um laboratório, onde tais sistemas eletrônicos sejam utilizados em eleições de cargos de direção e dos conselhos da Universidade.
Palavras-chave
   Sistemas Eletrônicos de Votação, Segurança da Informação, Eleições
Público-Alvo
  Como o projeto busca analisar a segurança de sistemas eletrônicos de votação, um dos itens no seu escopo é a análise do sistema de votação brasileiro (Urna Eletrônica), assim como a eventual proposição de alternativas. Desta forma, o projeto apresenta relevância potencial para todo o corpo de eleitores brasileiros. Ainda assim, no seu estágio inicial, listamos o público que poderá se relacionar mais diretamente e de forma mais imediata com a temática do projeto: 1) Professores e técnicos administrativos da UFRJ que ocupam cargos de direção ou em conselhos da Universidade e apresentem interesse pelo debate de novas formas de conduzir os processos eleitorais, se beneficiando do uso dos recursos eletrônicos para proporcionar acesso a um maior número de votantes; 2) Alunos, professores e técnicos administrativos da UFRJ e de Universidades Federais, Estaduais e Privadas que atuam na área de pesquisa de segurança da informação e possuem interesse na questão do voto eletrônico; 3) Alunos e professores de Ensino Médio (incluindo alunos e professores de escolas estaduais e federais), que podem se beneficiar com palestras e cursos sobre os aspectos tecnológicos envolvidos na segurança do processo de votação; 4) Técnicos do TSE e membros do poder público federal, como deputados e senadores (estimados em 50 no total na categoria Outros das Instituições Governamentais Federais); 5) Técnicos dos TREs e membros dos poderes públicos estaduais, como deputados estaduais (também estimados em 50 na categoria Outros das Instituições Governamentais Estaduais); 6) Analistas de Computação que atuam na área de segurança da informação na iniciativa privada e que possuem interesse na questão do voto eletrônico (estimados em 30 na categoria Outros das Organizações de Iniciativa Privada); 7) Pessoas de movimentos sociais, ONGs e Grupos Comunitários que atuam na área da conscientização sobre a necessidade de segurança, transparência e verificabilidade do processo eleitoral e também aqueles que buscam maneiras de utilizar os recursos eletrônicos para facilitar o acesso a eleições de pequeno e médio porte a um maior número de votantes; 8) Diretores e militantes de partidos políticos, que podem se beneficiar com palestras, cursos e consultorias sob demanda a respeito dos aspectos tecnológicos envolvidos na segurança do processo de votação, buscando não só o seu esclarecimento com respeito a estes aspectos técnicos, mas também a sua conscientização a respeito da importância da participação dos partidos de maneira institucional nos Testes Públicos de Segurança da Urna Eletrônica organizados pelo TSE (estimados em 50 na categoria Outros da linha Outros); 9) Outros membros da sociedade civil não-organizada (estimados em 30 na categoria Outros da linha Outros).
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
   Coordenador: Prof. Luis Menasché Schechter; E-mail: luisms@dcc.ufrj.br; Site: http://www.dcc.ufrj.br/~luisms/segvot
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