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De Olho no Metanol
Protocolo do SIGProj:   180534.880.157158.26052014
De:26/05/2014  à  26/01/2015
 
Coordenador-Extensionista
  Pablo Nogueira Teles Moreira
Instituição
  UFPB - Universidade Federal da Paraíba
Unidade Geral
  CTDR - Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional
Unidade de Origem
  DTS - Departamento de Tecnologia Sucroalcooleira
Resumo da Ação de Extensão
  O controle fiscal, os controles de mercado e de danos matérias e ambientais do Etanol Hidratado Combustível (EHC) é realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que, para tanto, classifica-o entre conforme, não conforme, adulterado e não adulterado. Para estabelecer um mínimo controle dos danos materiais e ambientais a ANP se utiliza de quatro parâmetros: Aparência; Composição; Volatilidade e; Corrosão. Para o EHC a composição básica reside no teor alcoólico que deve apresentar-se entre 92,6 e 93,8°INPM. No entanto o metanol, álcool mais leve, com menor poder calorífico e tributação mais barata, também pode contribuir para o teor alcoólico do EHC se a este for adicionado. O metanol é um agente adulterador conhecido do EHC, no entanto a resolução ANP nº7/2011 não o prevê como parâmetro de conformidade o que dificulta o controle deste adulterante nos postos de combustível, responsável pela averiguação da qualidade dos combustíveis comercializados, que por sua vez é imperceptível ao consumidor final. Nesse trabalho de extensão pretende-se adaptar um método de identificação colorimétrica do metanol em gasolina, desenvolvido por Santos e Mota, para identificação de metanol em EHC e posteriormente transferi-lo na forma de teste visual para postos de combustível por meio de treinamento de frentistas e gerentes de postos para inserir tal teste nas rotinas de verificação da qualidade de EHC em cargas comerciais da região metropolitana de João Pessoa.
Palavras-chave
   EHC, Metanol, Colorimetria, Frentista, João Pessoa
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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